terça-feira, 9 de julho de 2013

Mercado de transferências europeias - 9 de julho

A terça-feira também foi movimentada na Europa, tanto é que o Everton se reforçou mais uma vez, já que é difícil ver o clube tão ativo no mercado. Depois de reforçar o ataque, adquiriu o goleiro espanhol Joel Robles por 4 milhões de euros junto ao Atlético de Madrid, e também fichou o zagueiro Antolin Alcaraz, outro jogador do Wigan. A transferência de Jozy Altidore para o Sunderland, foi confirmada. O clube pagou 10 milhões de euros ao AZ Alkmaar. O Chelsea aposta em Mark Schwarzer para ser o novo reserva de Peter Cech. O australiano fará 41 anos em outubro e fez a maior parte da carreira no Middelsbrough e no Fulham, seu último clube. O Sevilla também vem se reforçando bem. Contratou o atacante colombiano Carlos Bacca, ex-Club Brugge, enquanto que o mexicano Giovani dos Santos, terá a chance de provar o seu valor no Villarreal.

Na Itália, o brasileiro Felipe Anderson, ex-Santos, foi confirmado na Lazio por 8 milhões de euros. Já o Napoli ficou com o atacante José Callejón que estava no Real Madrid. Outra boa contratação foi a do atacante Manolo Gabbiadini, que seguiu para a Sampdoria por 5,5 milhões de euros. Em contrapartida, a Juventus ficou, por 3,5 milhões de euros, com o atacante Simone Zaza, e já emprestou o jogador de 22 anos para o Sassuolo, time que emprestou o extremo esquerdo romeno Marius Alexe, jogador do Dinamo Bucarest. Outro romeno no campeonato italiano é o lateral direito Constantin Nica, que foi para a Atalanta por 1,6 milhões. O recém promovido Livorno emprestou da Inter os jovens Francesco Bardi (goleiro) e Marco Benassi (meia). Para finalizar, o Torino ficou com o zagueiro Cesare Bovo, ex-Genoa, e vendeu o atacante Rolando Bianchi para o Bologna.

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Por 7 milhões de euros, o Shakhtar Donetsk levou o atacante argentino Facundo Ferreyra, ex-jogador do Vélez Sarsfield. Já o Galatasaray pagou 2,4 milhões pelo turco Umut Bulut, atacante que estava no Toulouse. O atacante belga/brasileiro Igor de Camargo, voltou para o Standard Liege, após passar por Borussia Monchengladbach e por último no Hoffeinheim. Na Alemanha, o Freiburg emprestou o atacante Admir Mehmedi, que estava no Dinamo de Kiev. Para finalizar, o Benfica, também por empréstimo, contratou o lateral Silvio, que jogou na última temporada pelo Atlético de Madrid.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Mercado de transferências europeias - 8 de julho

A maior surpresa relacionado às transferências de hoje, foi a venda de David Villa, não para Tottenham, Arsenal ou Liverpool, como se imaginava, ou até mesmo o Milan, já comentado anteriormente, ou o Manchester United, dito no últimos dias. O atacante que foi contratado por 40 milhões de euros há três épocas, deixa agora o clube blaugrana indo ao Atlético de Madrid, por apenas 5,1 milhões de euros. Dessa forma, o jogador foi o segundo maior prejuízo do clube, ficando atrás apenas de Ibrahimovic. 

Foram várias mudanças confirmadas hoje: ainda no campeonato espanhol, o brasileiro Douglas Santos, convocado por Felipão para amistoso com jogadores apenas que jogam no Brasil, saiu do Náutico seguindo para o Granada; José Manuel Casado deixou o Rayo Vallecano e seguiu pro Levante de graça; da mesma forma, na Itália, o goleiro Gianluca Curci foi pro Bologna, deixando a Roma e o volante Matteo Brighi fez o mesmo, indo para o Torino; o zagueiro Francesco Acerbi foi da Genoa para o Sassuolo; outro zagueiro, Diego Novaretti, deixou o Toluca para jogar na Lazio; o também zagueiro, o brasileiro Felipe seguiu pro Parma. Ele estava na Fiorentina, responsável pela maior negociação do dia na 'bota', comprando o atacante alemão Mario Gómez por 15 milhões de euros. 

Na França o Lyon emprestou o lateral direito Miguel Lopes por 1 milhão de euros do Sporting de Lisboa, enquanto que o Monaco adquiriu os serviços de Eric Abidal, que havia sido dispensado pelo Barcelona e, em nota, disse ter encerrado com as contratações, a menos que haja algum jogador disponível no mercado e que o clube tenha interessa. Para encerrar no país da Torre Eiffel, o Olympique de Marselha pagou 4 milhões pelo lateral esquerdo Benjamin Mendy, de apenas 18 anos e que estava no Le Havre.
O Everton, do novo técnico Roberto Martínez, levou por 7,5 milhões de euros o atacante marfinense Arouna Koné, que trabalhou com o treinador no Wigan. Com o dinheiro, o clube contratou Grant Holt, junto ao Norwich por 3 milhões. Falta pouco também para o Sunderland adquirir o lateral direito Gino Peruzzi, do Vélez Sarsfield, isso após confirmar o atacante Jozy Altidore

Outra confirmação foi a do armênio Henrik Mkhitaryan no Borussia Dortmund por 27,5 milhões de euros. O Hoffeinheim contratou o francês Anthony Modeste por 3 milhões, enquanto o nigeriano Anthony Ujah retornou ao Colônia após passar pelo Mainz, clube que contratou o alemão Dani Schahin por 3 milhões junto ao Fortuna Dusseldorf. Também por 3 milhões o Porto levou o atacante argelino de 23 anos, Nabil Ghilas, destaque do Moreirense e irmão do meia Kamel Ghilas. O Panathinaikos da graça será a nova casa do sueco Marcus Berg, ex-Hamburgo.

Seleção das transferências de hoje: Curci, Miguel Lopes, Felipe, Acerbi e Abidal; Brighi, Novaretti e Mkhitaryan; Berg, Gómez e Villa.

sábado, 6 de julho de 2013

Mercado de transferências europeias - 6 e 7 de julho

O dia não foi tão movimentado hoje e apenas três transferências foram completadas: o volante Jeremy Toulalan, de 29 anos deixou o Málaga e seguiu para o novo rico Monaco por 5 milhões de euros; e o substituto para o jogador no clube espanhol é o argentino Fernando Tissone, de 26 anos, que deixou a Sampdoria de graça. Para fechar, o atacante Bojan Krcic, depois de ser emprestado para Roma e Milan - que não exerceram o direito de compra -, terá, aos 22 anos, a chance de fazer a sua carreira decolar no Ajax.

Jornais apontam que o atacante Edison Cavani pode fechar com o PSG, enquanto que o volante Thiago pode enfim ir para o Manchester United, e Mario Gomez deixar o Bayern de Munique indo para a Fiorentina. As novidades ocorridas no domingo foram as transferências do lateral direito Miguel Lopes, do Sporting para o Lyon e do meia francês Jerome Rotthen do Bastia para Caen. Jozy Altidore está muito perto de deixa o AZ Alkmaar e seguir para o Sunderland, enquanto que Illarramendi deve ser confirmado na segunda-feira (07/07) no Real Madrid.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Mercado de transferências europeias - 5 de julho

A começar pela Espanha, o quinto dia de julho teve as chegadas de Nicolas Pareja, zagueiro que estava no Spartak Moscou e jogará no Sevilla, e o goleiro argentino Guillermo Sara, que foi pro rival Bétis. No retorno à primeira divisão, o Villarreal pagou 5 milhões pelo meia Tomás Piña, que estava no rebaixado Mallorca. O campeão da segunda divisão, Elche, adquiriu quatro jogadores: o goleiro Toño (ex-Granada), o zagueiro Mario Alvarez (ex-Bétis), o meia direita Miroslav Stevanovic e o atacante Manu del Moral, ambos emprestados pelo Sevilla. O Real Sociedad - que está perto de perder o volante Asier Illarramendi para o Real Madrid - trouxe por empréstimo o lateral José Angel, que estava no clube antes de ser comprado pela Roma.

O Nuremberg, da Alemanha, contratou o zagueiro suíço Josip Drmic, por 3 milhões de euros, enquanto que o Freiburg emprestou do Arsenal o volante Francis Coquelin. O Lille pagou 2 milhões pelo zagueiro dinamarquês Simon Kjaer, e na Itália, Ishak Belfodil foi confirmado na Inter de Milão e Luca Toni jogará no Hellas Verona. 

Mais movimentado, a Rússia teve a volta do zagueiro Christopher Samba, que foi vendido ao Queens Park Rangers e retornou ao Anzhi pelo mesmo preço: 14 milhões de euros. O CSKA contratou dois novos meias, diante da iminente saída do japonês Keisuke Honda: o búlgaro Giorgi Milanov, de 21 anos, custou 2,8 milhões de euros e estava no Litex. Por 3,2 milhões de euros, o meia Steven Zuber, da mesma idade, deixou o Grasshopper. 

Já o meio campo do Shakhtar Donetsk, Henrikh Mkhitaryan pode ser confirmado por 30 milhões de euros no Borussia Dortmund. O Milan emprestou o lateral nigeriano Taye Taiwo ao Bursaspor, e Adriano Galliani, vice-presidente do clube, afirmou que o volante Andrea Poli está fechado com o Milan, mas que ainda não é oficial, enquanto que o valor da venda de Robinho foi baixado e o atacante pode sair. Se acontecer, as atenções se voltaram para o sérvio Adam Ljalic.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Mercado de transferências europeias - 4 de julho

Nesta quinta-feira, a primeira grande venda anunciada foi de Marco van Ginkel, meia de 20 anos que estava no Vitesse, disputou o europeu sub-21 pela Holanda e jogará no Chelsea por 9,4 milhões de euros. O jogador terá uma forte concorrência no meio campo e a contratação do holandês, demonstra que os blues podem ter desistido do sérvio Nemanja Matic. Já o atacante francês Nicolas Anelka, volta ao país onde mais jogou na carreira, saindo da Juventos para o West Bromwich. O goleiro Scott Carson voltou ao futebol inglês após passagem pelo Bursaspor, da Turquia. Ele jogará no rebaixado Wigan e o Norwich contratou o meia esquerda Nathan Redmond, junto ao Birmingham. 

O volante Massimo Ambrosini, que havia deixado o Milan, assinou contrato de um ano com a Fiorentina. O Villarreal, recém-promovido no espanhol, contratou o lateral esloveno Bojan Jokic, que estava no Chievo. O jogador deverá ocupar o lugar deixado por Joan Oriol, que foi para o Osasuna. O atacante Djibril Cissé, que estava sem clube após o término de contrato com o QPR, seguiu para a Rússia, onde jogará no Kuban Krasnodar. Na Grécia, o volante holandês David Mendes da Silva, foi para o Panathinaikos.

Duas negociações envolvendo bastante dinheiro, estão praticamente fechadas. Enquanto o atacante argentino Gonzalo Higuaín deverá ir para o Arsenal por 27 milhões de euros, o Milan pode ver a chegada do japonês Keisuke Honda, jogador do CSKA Moscou, por mais ou menos 5 milhões de euros. Outro que pode chegar ao clube rossonero é o volante Andrea Poli

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Mercado de transferências europeias - 3 de julho

A negociação mais cara de hoje aconteceu no sempre movimentado - com muita grana, diga-se - campeonato russo. O jovem atacante da seleção do país, Aleksandr Kokorin, saiu do Dinamo de Moscou e foi para o Anzhi Makhachkala por 19 milhões de euros. No novo clube, ele deverá formar um trio de ataque com Samuel Eto'o e Lacina Traoré, isso é claro, se nenhum dos dois saírem. 

Continuando no Leste Europeu, o lateral esquerdo romeno Alexandru Vlad saiu de seu país 2 milhões de euros para jogar no Dnipro Dnipropetrovsk, quarto colocado no último campeonato. Ele também joga como zagueiro, mas deverá disputar posição com o croata Ivan Strinic. Na Inglaterra, o Swansea pagou 5,9 milhões para ter o meia Shonjo Shelvey, revelado no Liverpool. Já o Wigan contratou o volante e lateral James Perch, ex-Newcastle, enquanto que Vito Mannone, deverá assumir a baliza do Sunderland, lugar que era de Mignolet. O atacante argentino Chori Dominguez saiu de graça do Rayo Vallecano para o Olympiacos. 

Da mesma maneira, o zagueiro austríaco Emanuel Pogatetz, deixou o Wolfsburg e seguiu para o Nuremberg. Seguindo na Alemanha, por quase 3 milhões o Schalke 04 contratou o jovem meia de 18 anos, Leon Goretzka, ex-Bochum. O Eintracht Frankfurt, que conseguiu uma vaga na Liga da Europa no último campeonato, adquiriu o atacante da seleção da Dinamarca, Nicklas Bendtner, por 3,5 milhões, pagos ao Arsenal. O jogador estava emprestado à Juventus, onde conquistou a Série A. Mas a contratação do dia na Alemanha ficou por conta de Pierre Aubameyang. O jogador de 24 anos marcou 19 gols pelo Saint-Etienne, sendo vice artilheiro, e custou 13 milhões aos cofres do Borussia Dortmund, já pensando em uma possível saída do polonês Robert Lewandowki. 

Mas foi na Itália que aconteceu, talvez, a maior surpresa. O atacante Antonio Cassano deixou a Internazionale de Milão, um ano após uma troca envolvendo Pazzini, e seguirá sua carreia no Parma. Com 30 anos o atacante mais uma vez deve ser moeda de troca. Ainda não confirmado, como diz matéria do site Trivela, o francês Ishak Belfodil, de 21 anos, terá 50% de seu passe comprado pela Inter de Milão.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Mercado de transferências europeias - 2 de julho

O que de melhor aconteceu hoje para os brasileiros, foi a confirmação da ida de Paulinho ao Tottenham Hotspur, ao preço de 20 milhões de euros. E no primeiro dia que o blog traz um resumo do mercado de transferências, a contratação mais cara, foi do atacante basco Kike Sola, que estava no Osasuna e foi para o Athletic de Bilbao, ontem, por 4 milhões de euros. 

Outro espanhol que mudou de clube é o atacante Joselu, que saiu do Hoffeinheim - que quase caiu na última temporada - e foi emprestado ao Eintracht Frankfurt. Na Itália, o Sassuolo, que fará sua estreia na Série A, gastou 2,5 milhões de euros para levar o meia esloveno Jasmin Kurtic que estava no Palermo. Também chegaram os zagueiros Luca Antei e Jonathan Rossini, que estavam na Roma e Sampdoria respectivamente. A Udinese contratou o volante brasileiro Jádson, ex-Botafogo por 2,5 milhões. O clube já havia pago o mesmo preço pelo meia português Bruno Fernandes que estava no Novara.

Na Inglaterra, o Hull City que voltou a Premier League, pagou quase 2 milhões pelo goleiro escocês Alan McGregor, que estava no Besiktas. O Swansea contratou mais um espanhol. Alejandro Pozuelo estava no último ano de contrato no Bétis. O meia-armador tem a mesma idade de outro espanhol que jogará na Inglaterra, mas no Stoke City: Marc Muniesa. O zagueiro de 21 anos, promessa de La Masia, sofreu com uma lesão séria na última temporada, mas também nunca conseguiu ser ao menos um mero reserva no time principal do clube. 

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Confira as transferências dos principais clubes da Europa

A janela para a transferência de jogadores na Europa, estará oficialmente aberta nos principais países do continente, a partir desta segunda-feira (01/07) e, junto ao término da Copa das Confederações realizada no Brasil, os clubes não irão perder tempo para reforçarem seus elencos. O blog Fora de Jogo trará, a cada dia, as principais mudanças no mercado. Antes, confira abaixo as principais transferências até aqui:


Espanha



Barcelona: O atacante Neymar é, sem dúvida, a principal contratação do clube nessa janela, ele que veio por 57 milhões de euros. O clube ainda busca por um zagueiro e pode perder o meia Thiago para o Manchester United. Alexis Sánchez também é outro que pode sair.

Real Madrid: Os merengues já gastaram pouco mais de 40 milhões de euros em três: Casemiro permanece por 6 milhões, Daniel Carvajal para a lateral direita por 6,5 milhões e a melhor delas, a revelação Isco, por 30 milhões de euros. Com a chegada de Carlo Ancelotti, as transferências não irão parar por aí. Bale, Cavani e mais um meio campo são cogitados. Higuaín é o mais cotado para sair, mas também comenta-se em Kaká, Di María e Coentrão.

Outros: Entre as principais contratações dos outros times do campeonato espanhol, uma delas é o atacante Léo Baptistão que estava no Rayo Vallecano e foi para o Atlético de Madrid por 7 milhões de euros. Quem também se movimentou bastante até aqui é o Sevilla, que trouxe por empréstimo o meia alemão Marko Marin, que estava encostado no Chelsea, e os atacantes Jairo e o romeno Raul Rusescu, ambos por 2,5 milhões cada. O Athletic de Bilbao, que só possui jogadores bascos, comprou o meia Beñat Etxeberria por 8 milhões de euros, pagos ao Bétis. O Celta de Vigo gastou quase 5 milhões para trazer o meia Nolito, ex-Benfica, o zagueiro Fontás ex-Barcelona e o artilheiro da segunda divisão pelo Almería, o brasileiro Charles.


Inglaterra



Manchester United: Na primeira temporada sem Sir Alex Ferguson, os red devils até agora só trouxeram o lateral direito Guillermo Varela, ex-Peñarol e buscam o meia Thiago do Barcelona. Se Rooney não sair, o clube deverá se movimentar apenas para trazer mais um jogador para o meio campo.

Manchester City: Os citinzens gastaram 60 milhões de euros para trazer o volante Fernandinho e o meia Jesús Navas. Como perderam Tévez e já haviam ficado sem Balotelli, a prioridade é um atacante e Cavani e Lewandowski estão em pauta.

Chelsea: A chegada do exigente José Mourinho movimentará os cofres do clube que já fez boas contratações na última janela. Até agora, André Schurrle do Bayer Leverkusen chegou por 22 milhões de euros. O uruguaio Cavani também está em pauta no clube.
O banco dos grandes clubes também se mexeu: enquanto Ancelotti foi pro Real Madrid e José Mourinho retornou ao Chelsea... FOTO: Reuters
Arsenal: Nos gunners as promessas são de muitas contratações, com dinheiro em caixa para tal. No entanto, apenas o jovem francês Yaya Sanogo, chegou de graça. Já foram cogitados no clube os atacantes Higuaín e David Villa.

Liverpool: Quem mais se movimentou até aqui entre os grandes, o Liverpool gastou quase 30 milhões para trazer o goleiro belga Mignolet (pensando até numa saída de Reina para o Barcelona), e os atacantes Iago Aspas (ex-Celta) e Luis Alberto (ex-Sevilla). Kolo Touré chegou de graça para a defesa.

Tottenham: Caso os spurs segurem Gareth Bale, já é uma grande "contratação". Até agora apenas Paulinho foi contratado, mesmo que sem ter assinado o contrato.

Outros: Quem mais se movimentou foi o Aston Villa que gastou mais de dez milhões para trazer os defesas Luna e Okore, os meias Tonev e Bacuna e o atacante Hellenius. O Southampton até agora pagou 10 milhões para trazer o zagueiro croata Dejan Lovren, enquanto que o Fulham pagou 5,6 milhões pelo goleiro Stekelenburg, além do zagueiro Amorebieta de graça. O West Ham pagou 17,5 milhões para ficar com o atacante Andy Carroll. Por dez milhões o Norwich trouxe o holandês Ricky Wolfswinkel. Para finalizar, o Stoke City pagou 3,6 milhões pelo lateral esquerdo Erik Pieters.


Itália



Juventus: Bicampeã italiana, a Juventus se reforçou na única posição indefinida: o ataque. Fernando Llorente chega após término de contrato com o Athletic de Bilbao. O espanhol deve formar dupla de ataque com Carlitos Tévez, que chegou por 9 milhões de euros do Manchester City.

Milan: O clube rossonero adquiriu os jovens Riccardo Saponara, atacante e Jherson Vergara, zagueiro, além de ter adquirido por completo o colombiano Zapata. Ainda é pouco se o time quiser alçar voos mais altos e o time certamente irá se movimentar na janela.

Outros: A Inter de Milão assegurou o jovem Mario Icardi por 13 milhões de euros e aproveitou o fim de contrato do zagueiro Campagnaro ex-Napoli, este que gastou 14 milhões pelo meia atacante belga Dries Mertens. A Fiorentina contratou o meia direita Joaquín que estava no Málaga.


Alemanha



... Guardiola foi para o Bayern de Munique, como já anunciado há tempo FOTO: AP
Bayern de Munique: O maior campeão da última temporada, já havia polemizado ao contratar a sensação alemã, Mario Gotze antes da final da Liga dos Campeões contra o Borussia Dortmund por 37 milhões de euros. Também levou o zagueiro Jan Kirchhoff, ex-Mainz e de apenas 22 anos.

Borussia Dortmund: Por enquanto, o vice-campeão europeu trouxe apenas o zagueiro Sokratis Papastathopoulos por 9,5 milhões de euros. Além de Gotze, saíram também o brasileiro Felipe Santana para o Schalke 04 e os jovens Bittencourt e Ginczek, além de Leitner, emprestado.

Schalke 04: Além de Felipe Santana, como já dito, os azuis reais adquiriram os atacantes Christian Clemens e Ádam Szalai. Os três custaram 11,8 milhões. 

Bayer Leverkusen: O Bayer já gastou 16,4 milhões para levar o atacante Heung-Min Son, o zagueiro Spahic, o lateral direito italiano sub-21 Giulio Donati e o lateral Konstantinos Stafylidis, além do atacante Robbie Kruse. De graça veio o veterano goleiro espanhol Andrés Palop. O clube perdeu, principalmente, os laterais Carvajal e Kadlec, além do atacante Schurrle para o Chelsea.

Outros: Quinto colocado no último campeonato, o Freiburg perdeu vários jogadores e se reforçou principalmente com Hanke, Gelson Fernandes e Vaclav Pilar. No Borussia Monchengladbach, Max Kruse veio do Freiburg e Raffael do Dinamo de Kiev, ambos meias. O Hannover aposta no brasileiro/alemão Leonardo Bittencourt, mas perdeu o atacante Abdellaoue para o Stuttgart. No Wolfsburg, chegaram o zagueiro Klose e o meia Caligiuri, e o Mainz levou o atacante japonês Okazaki. O Werder Bremem gastou pouco mais de 8 milhões para ter o zagueiro Caldirola, o volante Makiadi e o atacante Nils Petersen. O Hoffeinhem aposta no brasileiro/belga Igor de Camargo.


França



Monaco: Recém promovido e com investidor russo, o Monaco já gastou 139 milhões de euros. Levou o desejado atacante Falcão Garcia, os meias James Rodriguez e Ricardo Carvalho, o zagueiro Isimat-Marin e o jovem atacante Anthony Martial, além de Ricardo Carvalho que chegou de graça. Mas ainda é só o começo.

Outros: De técnico novo o PSG ainda não contratou ninguém, enquanto que o Marselha gastou 10 milhões para contratar o meia-atacante Dmitri Payet. O Lyon pagou 1 milhão pelo experiente meia Gael Danic, enquanto que o Bordeaux levou de graça o experiente zagueiro Brechét e o Montpellier, da mesma forma, adquiriu o lateral Siaka Tiené.


Portugal



Porto: O atual campeão português pagou pouco mais de 15 milhões para ter, principalmente, os mexicanos Diego Reyes e Héctor Herrera, zagueiro e volante respectivamente. Ricardo Pereira, Josué, Licá, Carlos Eduardo e Tiago Rodrigues são outras aquisições, garimpadas dos outros clubes do campeonato.

Benfica: Até agora o Benfica contratou quatro jogadores sérvios. Para o ataque, Lazar Markovic, 9 milhões e Miralem Sulejmani, de graça. Stefan Mitrovic chegou para a zaga, enquanto que no meio, 6 milhões foi o que custou Filip Djuricic. Outro meia adquirido foi o paraguaio Jorge Rojas. 

Sporting: Para ver se dessa vez se dá bem, o Sporting ainda fez pouco, mas contratou os brasileiros Jefferson, lateral esquerdo, e o zagueiro Maurício, ex-Palmeiras e que estava na Portuguesa.


Outros campeonatos: 

Na Holanda, para não ficar mais uma vez com o vice, o PSV foi o único que contratou expressivamente até agora, e adquiriu a revelação Adam Maher, ex-AZ Alkmaar por 8 milhões de euros. Para o ataque chegou Florian Jozefzoon e pra defesa, Jeffrey Bruma. 

O Shakhtar Donetsk, da Ucrânia, já gastou 35 milhões de euros por três brasileiros. Os volantes Fernando e Fred, e o atacante Wellington Nem. O rival Dinamo de Kiev pagou 4 milhões a menos por Younes Belhanda para o meio e Dieumerci Mbokani e Jeremain Lens para o ataque. O zagueiro brasileiro Rodrigo Moledo foi para o Metalist Kharkiv.

Igor Denisov foi a principal transferência do campeonato russo até agora, saindo do Zenit e indo para o Anzhi por 15 milhões de euros. O clube também levou o meia Aleksey Ionov, ex-Kuban. No Zenit, Tymoschuk e Arshavin voltaram de graça, enquanto que o Spartak Moscou gastou 18 milhões pelos volantes Glushakov e Tino Costa, e para ficar de vez com o espanhol Jurado.











domingo, 30 de junho de 2013

Ainda não somos os melhores do mundo, mas já ganhamos deles

Não vi com atenção o primeiro gol do Brasil. Estava ligando para a GVT porque o sinal não estava funcionando na televisão da sala. Afinal, final de campeonato se assiste na TV para quem não tem condição de ir ao Estádio e gosta de festa pra assistir em qualquer "telão", que pode ter por aí. De qualquer forma, se o gol do Brasil saiu com menos de dois minutos de jogo, não foi por acaso: foi um misto de tática, competência, vontade e sorte.

A sorte da bola sobrar e não bater nos braços de um Fred, que mesmo caído, colocou o Brasil em vantagem, coroou a percepção meio óbvia e que tantos falavam que Luiz Felipe Scolari fez o time brasileiro seguir à risca: marcar o "tiki taka" espanhol sob pressão. Nessa hora, já me sentia triste por estar com o telefone colado na orelha e a seleção quase marcar (dessa vez com meu jogador preferido do time) Oscar, que dentro da área chutou rasteiro pelo lado direito de Casillas. 
Brasil leva pela terceira vez consecutiva a Copa das Confederações FOTO: Daniel Ramalho/Terra
Pouco antes a torcida gritava "O campeão voltou". Eram quase 73.531 mil vozes no Maracanã apoiando a seleção brasileira. O mesmo "Maraca" no qual 199 854 mil pessoas sofreram com o "Maracanazo" em 1950 e passou por uma grande e contestada reformulação para se adequar ao "Padrão Fifa". Hoje, não era só quem estava no Maracanã que viu a seleção, mas sim o Brasil inteiro, o mesmo Brasil que cerca de uma semana antes protestava com veemência, apoiava o time. O mesmo Brasil, mas certamente (assim espero) não as mesmas pessoas. 

Com 13 minutos, as vozes gritaram "Uuuuhhh", quando Paulinho viu o goleiro adiantado e tentou o chute por cobertura, chute que Casillas defendeu com segurança. A Espanha estava surpresa, acuada e pressionada. Pressionada por um estádio inteiro e que só chegou ao gol de Júlio César aos 19 minutos num chute de Iniesta. Antes ou depois desse lance, Neymar sentiu um toque por cima, caiu e segurou a perna. Era contra-ataque, o passe foi meio forte, mas dava para correr e alcançar, preferiu ver o amarelo para Arbeloa.

Depois, mais duas chances para o Brasil, uma com Fred e outra com Hulk, de falta, mas o dois a zero quase saiu no contra-ataque que Neymar partiu com a bola e tocou precisamente para Fred, que do jeito que veio, chutou de primeira, mas não conseguiu tirar de Casillas e o chute foi no meio do gol. Mas oito minutos depois, aos 40, a Espanha pegou a defesa brasileira desprevenida e Mata tocou para Pedro sozinho na direita. O camisa onze ajeitou para tocar no canto certo e tirou de Júlio César, mas David Luiz estava lá para tirar a bola praticamente de dentro do gol. A torcida vibrou, mas apenas Júlio César agradeceu, o problema foi lá atrás e ele não poderia ter acontecido.

Naquela altura, se o Brasil levasse o gol, a Espanha iria - a poucos minutos do intervalo - empolgada para o segundo tempo. E a história que se concretizou no final, poderia ser outra. Poderia ser um Brasil e Holanda em 2010. Poderia. Porque em 2010, havia vuvuzela. Em 2013, e em 2014, havia torcida. A torcida que cantou e apoiou a seleção. Em número muito maior, pelo Brasil inteiro, a "torcida" era para ver um Brasil melhor e o meio para isso acontecer, foram protestos e manifestações.

Mas como Ronaldo disse, o Brasil precisava marcar mais um para deixar o Brasil empolgado e não dar chance para os espanhóis. Dito e feito. No contra-ataque, Oscar tocou para Neymar na esquerda que na linha da grande área devolveu para Oscar. O camisa 10 dominou e esperou pelo momento certo para tocar para Neymar que tinha ido à frente da linha de defensores da Espanha e depois voltou, saindo do impedimento para dominar ajeitando a bola e chutar forte de esquerda, sem chances para Casillas. 

Era o gol que colocava o Brasil com uma mão na taça - mas ainda havia 45 minutos e não foi a toa que a Espanha venceu um mundial e duas Eurocopas. A imagem das intermediações do Maracanã - onde antes do início da partida havia sido local de "guerra" entre polícia e manifestantes - apenas com os carros da polícia, também chamam a atenção. Até aqueles manifestantes pararam para ver o jogo? Não sei. Mas espero que não parem (os protestos corretos) com uma taça levantada no país do futebol, mas país também da injustiça.

Injustiça que não ocorreu com a Espanha, como nas disputas de copa do mundo anteriores, no qual a "fúria" ou "roja", como preferirem, perdeu com más atuações dos árbitros. Apesar de algumas faltas marcadas e amarelos sofridos - o que originou a saída de Arbeloa e entrada de Azpilicueta. E o lateral deu o espaço necessário para Fred fazer o terceiro com dois minutos de jogo e praticamente sacramentar a vitória brasileira:  se o placar fosse revertido, não seria necessário ser jogo de Copa do Mundo para ser algo pior do que o Maracanazo. Há um ano da copa, a moral brasileira seria muito abalada. Mas não foi. Voltando ao jogo, Hulk recebeu de Marcelo, após Oscar se trombar espanhol e passou para Neymar que passou da bola, deixando para Fred que de primeira, na linha da grande área, tocou colocado e rasteiro no canto esquerdo do gol.

E a torcida voltava a cantar "O campeão voltou". E o Brasil, depois de muito tempo, voltava a jogar muito bem, isso há um ano da copa. O mesmo Brasil que parou para sair às ruas durante toda a Copa das Confederações para protestar contra tudo de errado que ocorre há anos no país. E diante de apoios, críticas desnecessárias "repensadas" e seguidas de apoios, o país do futebol, o país da copa, era o país dos manifestantes que nessa tarde altura não queriam nem a copa, queriam um país mais justo, digno e correto.

E alegre. Mais alegre do que é, mesmo diante das dificuldades. Alegre como seguiu os minutos seguintes da partida. Alegria que parou quando Marcelo tocou na perna de Jesús Navas dentro da área e o mesmo se jogou, como se fosse Neymar. Pênalti para o time de Xavi e Iniesta, Torres e Mata, mas que o zagueiro Sérgio Ramos bate. Pra fora. O chute passou perto da trave, se fosse no gol, Júlio César poderia pegar o chute do mesmo jogador que bateu bem nas penalidades fatais contra a Itália.

Três minutos depois a Espanha chegou num chute de Iniesta. O Brasil respondeu em seguida. De Thiago Silva para Fred no meio campo, para Neymar que lançou de primeira Hulk, que tentou por cobertura, mas Casillas já estava bem em cima do lance. A torcida já gritava "Olé" aos 18 minutos de jogo, quando Neymar fez Marcelo correr até a linha de fundo e o viu tentar o gol, ao invés de cruzar para Fred na área, a função de um lateral. Quatro minutos depois, a cor que quase sempre aparece em jogos como esse. Contra-ataque da seleção, dois contra dois, Neymar com a bola, Fred do outro lado atrás de Jordi Alba, seu marcador, mas era Neymar. O camisa 10 tenta se livrar de Piqué partindo pelo seu lado esquerdo e, mais rápido, é parado por baixo pelo zagueiro. Expulso. Na cobrança de falta de Neymar, a bola passou perto, por cima do gol.

Nem Jesús Navas que havia entrado no início do segundo tempo e depois David Villa, fizeram a diferença no time espanhol. Enquanto que no Brasil, Hulk, Fred e Paulinho, saíram satisfeitos e agraciados pela torcida, dando lugar a Jadson, Jô e Hernanes, respectivamente. Depois o que eu vi foi Júlio César aparecer. Primeiro num chute de Pedro, dentro da área. Depois no chute colocado de David Villa, já aos 41 minutos. Era o último suspiro da "fúria". O fôlego havia acabado, enquanto que no time do Brasil, mesmo marcando sob pressão, em cima, jogando com vontade, com raça e correndo do início ao fim, o fôlego sobrava, muito pelo mar amarelo presente na arquibancada do Maracanã.

O novo Maracanã. Estádio que foi palco do retorno do bom futebol da seleção brasileira, um futebol que há muito tempo não se via e a muito tempo se pede. Um futebol que levantou a quarta taça da Copa das Confederações e que espera não cair na maldição do torneio, que ainda não coroou o vencedor com a conquista da Copa do Mundo. 

*Não parou por aí, amanhã tem mais. 

sábado, 22 de junho de 2013

Brasil vence Itália: bastante disputado, jogo de seis gols tem dois de Fred e um de falta de Neymar

Itália 2 x 4 Brasil



A primeira colocação do grupo foi assegurada, para o alivio do técnico Luis Felipe Scolari que demonstrou isso após o apito do juiz. Dois gols de Fred, um de Neymar de falta e outro de Dante, o primeiro, deram a vitória ao Brasil diante de uma aguerrida Itália que lutou até o fim. Giaccherini e Chiellini, em lance confuso, marcaram para os italianos na Arena Fonte Nova, em Salvador, e ficaram com a segunda colocação do grupo.

O primeiro tempo de partida foi bastante faltoso. As duas equipes não queriam deixar o adversário jogar e quatro cartões amarelos saíram. Porém, no último lance do primeiro tempo, Dante aproveitou o rebote de Buffon para deixar o Brasil à frente do marcador antes do intervalo. Na volta, a Itália empatou com Giaccherini após lançamento de Buffon. Porém, quatro minutos depois, Neymar apareceu. Em bela cobrança de falta, o camisa dez colocou a seleção na frente.
Em jogo de muitas faltas e de seis gols, Brasil vence Itália FOTO: Ricardo Matsukawa/Terra
Disputada, a partida seguiu e, aos 31 minutos, Fred recebeu lançamento de Marcelo e ampliou o marcador para a seleção. Todavia a diferença no placar durou pouco, já que cinco minutos depois, Chiellini diminuiu e a partir daí a Itália foi para cima. Sem sucesso. A um minuto do fim, Fred aproveitou o rebote de Buffon e deu a vitória ao Brasil, assim como a primeira colocação do grupo, livrando de pegar a Espanha antes de uma possível final.

Jogo
A pressão que Felipão pediu quase deu certo. O jogo começou quente com duas roubadas de bola na defesa italiana e numa delas Hulk chutou forte dentro da área exigindo boa defesa de Buffon. Depois, dois escanteios para o Brasil e duas cobranças de falta para a Itália. Porém, a desejada pressão brasileira ficou nisso, com a Itália tentando o jogo, mas sofrendo muitas faltas dos brasileiros. 

Somente aos 16 minutos a Itália conseguiu chegar sem susto no gol do Brasil. Marchisio ganhou de Daniel Alves na esquerda e conseguiu fazer o cruzamento. Com os pés, mas bem marcado, Balotelli não acertou um bom chute que foi para fora. A seleção teve chance em cobrança de falta, mas foi na sequência do lance que o Brasil chegou, só que Fred estava impedido.

A troca de passes do time brasileiro procurava um espaço para chegar ao gol de Buffon e depois de receber no meio, Oscar deu um belo passe de calcanhar para Neymar que, de esquerda, chutou cruzado para fora quando o placar marcava 23 minutos de jogo. O jogo seguiu equilibrado e também faltoso. Neymar chegou mais forte em cima de Abate que sentiu o ombro e teve de ser substituído por Maggio. Pouco antes Montolivo também havia saído para dar o lugar a Giaccherini.

A posse de bola do Brasil era maior com quase 40 minutos jogados. Mais de 60% durante o jogo, mas sem ser envolvente apesar da forte marcação italiana, algo cometido também pelo Brasil, com muitas faltas. Faltando três minutos para o término do primeiro tempo, Neymar tabela bem com Fred, mas o chute da frente da meia lua parou na defesa italiana com Fred pedindo o passe. 

Em mais uma cobrança de falta para a seleção, o gol. Neymar alçou a bola na área e Fred consegue o cabeceio. Buffon defende, mas Dante, nas costas de De Sciglio e que havia entrado no lugar do lesionado David Luiz, está lá para colocar a bola para o fundo do gol, para a alegria dos torcedores baianos e do zagueiro que nasceu lá. Com o gol no último minuto, o Brasil foi para o intervalo com a vantagem  no placar.

Nem dois minutos de jogo e o Brasil chegou ao gol italiano. Dessa vez em tabela entre Oscar e Fred que serviu de pivô, mas viu Oscar pegar fraco na bola para defesa fácil de Buffon. Pouco depois, mais uma vez Neymar na cobrança de falta, mas dessa vez o impedimento foi marcado antes. No minuto seguinte, Buffon cobrou o lance livre e em três passes - primeiro Aquilani, depois Balotelli, de calcanhar no alto -, Giaccherini entrou na área sozinho pela direita e chutou forte, cruzado, sem chances para Júlio César.

Na sequência, aos oito minutos, Neymar cai na entrada da área e o juiz apita falta. Na cobrança, o camisa 10 coloca a bola no canto esquerdo de Buffon, que não esperava o chute ali. Brasil na frente novamente com um gol de falta, algo que não acontecia desde outubro de 2011.

Sem assustar e sem levar sustos, o Brasil comandava a partida até aos 20 minutos. Aos 21, Marcelo lançou Fred no ataque e o camisa nove agiu como tal. Dominou a bola, protegeu-a da marcação de Chiellini e, de esquerda, chutou forte para marcar três a um para a seleção. Só que o placar durou pouco. Após a cobrança de escanteio, a bola cai nos pés de Balotelli que sofre um puxão de Luiz Gustavo. Aquilani se adiantou até a bola e tocou para trás, pra Chiellini - nessa hora o juiz apitava o pênalti - e o zagueiro acertou um chute triscado que entrou no canto do gol e diminuiu o marcador. Nem Chiellini correu com firmeza quando viu o juiz virado para a linha central com o braço esticado, mas a Itália diminuiu antes de El Shaarawy entrar aos 27 minutos.

A garra italiana não deixava os brasileiros em paz e o gol fez os italianos passarem mais tempo com a bola. Há dez minutos do fim, cobrança de escanteio e Maggio acertou o travessão. Dois minutos depois nova chance para os italianos dessa vez em cobrança de falta. Bem ensaiado, da direita Candreva tocou rasteiro na entrada da área para Balotelli que chutou perto do gol.

Bastante disputado, o final da partida ainda reservava mais. E quando a Itália ia para o ataque, roubada de bola do Brasil, Fernando intercepta e Bernard pega a bola na esquerda. Vê Marcelo entrando na área e o lateral chuta, Buffon defende, mas bem posicionado, na mesma linha da defesa, Fred está lá para colocar a bola pra dentro do gol e dar a vitória ao Brasil aos 88 minutos de jogo.

A torcida presente na Fonte Nova já cantava, alegre com o futebol que viu e com mais uma boa vitória conquistada. O árbitro apita o final do jogo, para a alívio do técnico Luis Felipe Scolari. O resultado dá o primeiro lugar para o Brasil que deixa de ter a Espanha como uma possível adversária. 

Ficha Técnica
Itália 2 x 4 Brasil
Local: Arena Fonte Nova
Data: 22 de junho de 2013, sábado
Horário: 16h00 (de Brasília)
Árbitro: Ravshan Irmatov (UZB)
Cartões amarelos: David Luiz, Neymar, Marchisio e Luiz Gustavo.
Cartões vermelhos: Nenhum
Gols: Dante aos 45+1, Giaccherini aos 51, Neymar aos 55, Fred aos 66, Chiellini aos 71 e Fred aos 89.

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Brasil: Luis Felipe Scolari - 4-2-3-1 | Itália: Cesare Prandelli - 4-2-3-1

Opinião:

sábado, 15 de junho de 2013

Em boa atuação do Brasil, seleção faz três no Japão em jogo com manifestações e vaias


 Brasil 3 x 0 Japão


A esperada estreia brasileira deu tudo certo no Estádio Mané Garrincha. Com dois gols no início de cada tempo e um no último minuto, o Brasil goleou o Japão por três a zero. Um tanto quanto sumida, a equipe do Japão pouco fez diante do bom jogo que a seleção brasileira fez. 

Quem ainda estava procurando o seu lugar na arquibancada, não deve ter visto Neymar acertar um belo chute da entrada da área após ajeitada de Fred. A bola acertou o ângulo do gol e deu calma a equipe de Luis Felipe Scolari. As tentativas brasileiras continuaram, mas sem muita eficiência. O Japão não conseguia passar pela defesa brasileira, algo que continuou no segundo tempo, mesmo após Paulinho aproveitar o cruzamento de Daniel Alves e marcar um belo gol. Após várias substituições, a cara do jogo não mudou e ainda deu tempo para Jô marcar o terceiro gol brasileiro, após belo passe de Oscar.
Neymar abriu o placar logo aos três minutos depois de Fred ter ajeito a bola FOTO: AP
Era dia de festa, dentro de campo. Fora dele, manifestações de brasileiros e para evadir esse pessoal, a polícia começou a agir do seu jeito. Muitos torcedores enfrentaram longas filas para pegar o ingresso comprado pela internet e, por esse motivo, algumas lugares vermelhos - que são as cores da cadeira do estádio - puderam ser vistos. Antes do apito inicial do árbitro, Joseph Blatter e Dilma Rousseff foram abrir oficialmente a Copa das Confederações e, antes do presidente da FIFA começar a falar, as vaias ecoaram no estádio e o dirigente chegou a pedir fair play para os torcedores. 

Jogo
Após os dois amistosos realizados contra Inglaterra e França, no qual Luis Felipe Scolari testou dois posicionamentos diferentes, para a estreia contra o Japão, o técnico decidiu colocar em campo, Oscar pelo lado esquerdo - diferente da meia direita e meia armador que executou nos amistosos -, Neymar pelo meio, chegando mais próximo de Fred e Hulk no lugar que se sente melhor, a ponta direita. 

O Brasil começou com a bola e trocando os passes habituais de início de jogo. O time tinha espaço, os japoneses não pressionavam em cima da linha de defesa. E não foi preciso nem chegar à área adversária com passes, para o primeiro gol sair. Marcelo cruzou na entrada área e Fred ajeitou a bola para Neymar. O camisa 10 pegou a bola na veia e acertou o ângulo do goleiro Kawashima, aos três minutos de jogo. 

Bastante comemorado, o gol deu a calma que o time precisava e o domínio brasileiro prosseguiu. As tentativas de chegar ao segundo gol ocorreram por ambos lados. Primeiro com Hulk e Daniel Alves tabelando, tentando o cruzamento e chute. Pelo lado esquerdo, o cruzamento vinha com mais facilidade e, num deles, Hulk recebeu de Marcelo e tentou o passe para a pequena área. A defesa japonesa tirou e no rebote, Daniel Alves chegou chutando, longe do gol. 

O tempo passava e os japoneses não queriam ser apenas coadjuvantes, afinal, o 4-2-3-1 dos orientais não era fraco, com Kiyotake, Honda e Kagawa no meio e Okazaki na frente. Pelo meio, Keisuke Honda executava as melhores jogadas. Participando também pelo lado direito, o jogador tentou o corte para dentro, mas parou na defesa brasileira. Jogador do Manchester United, Kagawa aparecia muito pouco pela esquerda. 

Já aos 40 minutos, aquilo que se espera de Hulk. Pelo lado direito, o atacante dominou a bola e cortou para dentro. O forte chute passou perto do gol, acertando a rede pelo lado de fora. Dois minutos depois, Marcelo levou uma bolada "naquele" lugar que originou o contra-ataque brasileiro. Pela esquerda, Neymar dominou e logo cruzou para Fred. O camisa nove dominou com um pouco de trabalho, mas acertou o chute rasteiro que passou perto da trave direita do goleiro. 

Como forma de fazer Paulinho se sentir mais "livre" como segundo volante, o que se viu foi o primeiro volante, Luiz Gustavo, jogando mais preso, aparecendo num momento com a bola dominada, até como um terceiro zagueiro. Com Paulinho sendo o quinto homem dos ataques brasileiros, o Brasil chegou ao segundo gol. Daniel Alves viu um espaço vazio atrás da concentração de jogadores dentro da grande área, e cruzou baixo. Paulinho aproveitou bem o espaço vazio, dominou e chutou virando para o gol, ampliando o placar aos 2 minutos. 

Pouco antes do técnico do Japão tirar Kiyotake e colocar Maeda, o atacante Okazaki não consegui aproveitar o cruzamento de Uchida e, bem marcado, jogou para fora. O Brasil criou algumas oportunidades, mas sem assustar tanto o goleiro Kawashima. A intensidade brasileira diminuiu um pouco e, depois da cobrança de falta de Honda, e o bate rebate na área, a bola sobrou para Maeda que chutou forte, mas Júlio César segurou o chute rasteiro com 25 minutos de jogo.

Três minutos depois, Lucas entrou na partida e surpreendentemente, no lugar de Neymar. Pouco depois Hulk deu lugar a Hernanes e, no Japão, Endo saiu para a entrada de Hosogai. O jogo seguiu com posse de bola maior para o time brasileiro. Somente há dez minutos do fim, antes de Fred dar lugar a Jô, o camisa nove aproveitou o escanteio e, bem marcado, quase acertou o gol de cabeça. Nessa altura, o esquema era o 4-3-3, com Oscar pela esquerda, Lucas pela direita e os volantes Paulinho e Hernanes pelo meio.

Com todas as substituições executadas, restou ao árbitro dar três minutos de acréscimo e nesse tempo a mais, a seleção chegou ao terceiro gol. No contra-ataque, Oscar partiu com a bola pela esquerda, foi levando para o meio do campo e, milimetricamente, acertou um belo passe para Jô que olhou para o gol e tocou no meio das pernas de Kawashima, transformando em goleada a boa partida do Brasil.

Ficha Técnica
Brasil 2 x 0 Japão
Local: Estádio Mané Garrincha
Data: 15 de junho de 2013, domingo
Horário: 16h00 (de Brasília)
Árbitro: Pedro Proença (POR)
Cartões amarelos: Hasebe, 
Cartões vermelhos: Nenhum
Gols: Neymar aos 3 minutos, Paulinho aos 47 e Jô aos 90+3.

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Brasil: Luis Felipe Scolari - 4-2-3-1 | Japão: Alberto Zaccheroni - 4-2-3-1

Opinião:

Alguns problemas do Brasil em campo
- Apenas numa parte de tempo, na primeira etapa, Daniel Alves errou vários passes e tentou um chute desnecessário.
- Falta para a seleção, Hulk e Neymar na bola. A cobrança era longe do gol e do lado direito do campo. Chute forte para Hulk ou cobrança na área de Neymar. Nem um, nem outro. Neymar ajeitou para Hulk que  deu o chute, mas o chute ficou no jogador japonês.

domingo, 9 de junho de 2013

Brasil goleia França por 3 a 0 e quebra dois tabus no último jogo antes da Copa das Confederações


Brasil 3 x 0 França




Oscar marcou o primeiro gol da seleção "invertendo" posição com Fred FOTO: Terra/Ricardo Matsukawa




Ficha Técnica
Brasil 2 x 0 França
Local: Arena do Grêmio, Porto Alegre
Data: 09 de junho de 2013, domingo
Horário: 16h00 (de Brasília)
Árbitro: Victor Carrillo (PER)
Cartões amarelos: Rami
Cartões vermelhos: Nenhum
Gols: Oscar aos 8, Hernanes aos 39 e Lucas aos 47

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Brasil: Luis Felipe Scolari - 4-4-2 | França: Didier Dechamps - 4-5-1

Opinião: 


Retrospecto da seleção de Felipão
06/02/13 Brasil 1 x 2 Inglaterra (Inglaterra)
21/03/13 Brasil 2 x 2 Itália (Suíça)
25/03/13 Brasil 1 x 1 Rússia (Inglaterra)
07/04/13 Brasil 4 x 0 Bolívia (Bolívia)
26/05/13 Brasil 2 x 2 Chile (Mineirão
02/06/13 Brasil 2 x 2 Inglaterra (Maracanã)
09/06/13 Brasil 1 x 0 França (Arena do Grêmio)

Retrospecto da seleção de Mano
10/08/10 Brasil 2 x 0 Estados Unidos
07/10/10 Brasil 3 x 0 Irã
11/10/10 Brasil 2 x 0 Ucrânia
17/11/10 Brasil 0 x 1 Argentina
09/02/11 Brasil 0 x 1 França
27/03/11 Brasil 2 x 0 Escócia
04/06/11 Brasil 0 x 0 Holanda
07/06/11 Brasil 1 x 0 Romênia
03/07/11 Brasil 0 x 0 Venezuela - Copa América
09/07/11 Brasil 2 x 2 Paraguai - Copa América
13/07/11 Brasil 4 x 2 Equador - Copa América
17/07/11 Brasil 0 x 0 Paraguai - Copa América (Derrota por 2 a 0 nos pênaltis)
10/08/11 Brasil 2 x 3 Alemanha
05/09/11 Brasil 1 x 0 Gana
14/09/11 Brasil 0 x 0 Argentina
28/09/11 Brasil 2 x 0 Argentina
07/10/11 Brasil 1 x 0 Costa Rica
11/10/11 Brasil 2 x 1 México
11/11/11 Brasil 2 x 0 Gabão
15/11/11 Brasil 2 x 0 Egito
28/02/12 Brasil 2 x 0 Bósnia-Herzegovina
26/05/12 Brasil 3 x 1 Dinamarca
30/05/12 Brasil 4 x 1 Estados Unidos
03/06/12 Brasil 0 x 2 México
09/06/12 Brasil 3 x 4 Argentina
15/08/12 Brasil 3 x 0 Suécia
07/09/12 Brasil 1 x 0 África do Sul
10/09/12 Brasil 8 x 0 China
19/09/12 Brasil 2 x 1 Argentina
11/10/12 Brasil 5 x 0 Iraque
16/10/12 Brasil 4 x 0 Japão
14/11/12 Brasil 1 x 1 Colômbia
21/11/12 Brasil 1 x 2 Argentina (Vitória por 4 a 3 nos pênaltis)

domingo, 2 de junho de 2013

Brasil e Inglaterra empatam em jogo com quatro gols na inauguração do novo Maracanã


 Brasil 2 x 2 Inglaterra



Fred marcou o primeiro gol do novo Maracanã, mas a Inglaterra virou até que Paulinho deixou tudo igual FOTO: Terra/Mauro Pimentel
Ficha Técnica

Brasil 2 x 2 Inglaterra
Local: Maracanã, Rio de Janeiro
Data: 02 de junho de 2013, domingo
Horário: 16h00 (de Brasília)
Árbitro: Wilmar Rondán (COL)
Cartões amarelos: Hulk e Jones
Cartões vermelhos: Nenhum
Gols: Fred aos 57, Chamberlain aos 68, Rooney aos 79 e Paulinho aos 83

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Brasil: Luis Felipe Scolari - 4-4-2 | Inglaterra: Roy Hodgson - 4-4-2

Opinião:


Retrospecto da seleção de Felipão
06/02/13 Brasil 1 x 2 Inglaterra (Inglaterra)
21/03/13 Brasil 2 x 2 Itália (Suíça)
25/03/13 Brasil 1 x 1 Rússia (Inglaterra)
07/04/13 Brasil 4 x 0 Bolívia (Bolívia)
26/05/13 Brasil 2 x 2 Chile (Mineirão
02/06/13 Brasil 2 x 2 Inglaterra (Maracanã)
09/06/13 Brasil x França (Arena do Grêmio)

Retrospecto da seleção de Mano
10/08/10 Brasil 2 x 0 Estados Unidos
07/10/10 Brasil 3 x 0 Irã
11/10/10 Brasil 2 x 0 Ucrânia
17/11/10 Brasil 0 x 1 Argentina
09/02/11 Brasil 0 x 1 França
27/03/11 Brasil 2 x 0 Escócia
04/06/11 Brasil 0 x 0 Holanda
07/06/11 Brasil 1 x 0 Romênia
03/07/11 Brasil 0 x 0 Venezuela - Copa América
09/07/11 Brasil 2 x 2 Paraguai - Copa América
13/07/11 Brasil 4 x 2 Equador - Copa América
17/07/11 Brasil 0 x 0 Paraguai - Copa América (Derrota por 2 a 0 nos pênaltis)
10/08/11 Brasil 2 x 3 Alemanha
05/09/11 Brasil 1 x 0 Gana
14/09/11 Brasil 0 x 0 Argentina
28/09/11 Brasil 2 x 0 Argentina
07/10/11 Brasil 1 x 0 Costa Rica
11/10/11 Brasil 2 x 1 México
11/11/11 Brasil 2 x 0 Gabão
15/11/11 Brasil 2 x 0 Egito
28/02/12 Brasil 2 x 0 Bósnia-Herzegovina
26/05/12 Brasil 3 x 1 Dinamarca
30/05/12 Brasil 4 x 1 Estados Unidos
03/06/12 Brasil 0 x 2 México
09/06/12 Brasil 3 x 4 Argentina
15/08/12 Brasil 3 x 0 Suécia
07/09/12 Brasil 1 x 0 África do Sul
10/09/12 Brasil 8 x 0 China
19/09/12 Brasil 2 x 1 Argentina
11/10/12 Brasil 5 x 0 Iraque
16/10/12 Brasil 4 x 0 Japão
14/11/12 Brasil 1 x 1 Colômbia
21/11/12 Brasil 1 x 2 Argentina (Vitória por 4 a 3 nos pênaltis)