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sábado, 5 de maio de 2012

Chelsea abre a vantagem, leva gol e sufoco, mas no fim conquista sua sétima Copa da Inglaterra

Não foi fácil para o Chelsea que abriu dois gols no placar, mas viu o Liverpool diminuir com Carroll que entrou no segundo tempo e pressionar até o fim, no entanto, o Chelsea soube segurar as ofensivas adversárias e com a vitória por 2 a 1, gols de Ramires aos 11 e Drogba aos 38, conquistou a sua sétima F.A. Cup, a quarta vez nas últimas seis temporadas.

Com apenas Suárez na frente, o Liverpool pouco ameaçou durante toda a partida no estádio de Wembley e viu Didier Drogba marcar seu oitavo gols em dez partidas no novo estádio. O marfinense também tornou-se o primeiro jogador a marcar em quatro finais diferentes de copa. Ele, junto com os ingleses e líderes do elenco dos blues, Lampard e Terry, foram unânimes em campo, vencendo mais um título no clube londrino.
A trinca que comanda o elenco - Drogba, Lampard e Terry - levanta a quarta taça do time nos últimos anos FOTO: AP
Jogo
Com menos de um minuto de jogo a bola que iniciara com o Chelsea terminou numa tentativa de longe de Didier Drogba. A bola foi longe, mas a tentativa foi válida para o marfinense que é o maior artilheiro do novo Wembley com sete gols. A partida seguiu sem grandes lances até os dez minutos. Numa interceptação furada de Spearing, o espanhol Juan Mata buscou e partiu com a bola no meio campo, enxergou Ramires e lançou. O camisa sete brasileiro controlou até a grande área e chutou forte, cruzado, Reina aceitou e o placar foi aberto com dez minutos.

Depois do gol a partida continuou a mesma com fracas tentativas de ambos os lados. Com Gerrard jogando de segundo volante deixando Henderson mais livre para armar, o Liverpool não obtinha sucesso em suas jogadas e via o Chelsea segurar bem as poucas investidas do adversário e chegar mais facilmente ao gol, mesmo que sem ameaçar tanto a meta de Pepe Reina.

Aos 38 minutos Drogba tentou novamente um remate de longe e sem sucesso. Os reds tentaram responder com uma bola na área, mas sem algum susto a meta de Cech, saindo do primeiro tempo com muito pouco feito para quem chegou até a final e já venceu a Copa da Liga Inglesa, mesmo estando longe da zona de classificação para a Liga dos Campeões no campeonato inglês.

Ramires comemora o primeiro gol de um brasileiro numa final de Copa da Inglaterra FOTO: AP
O segundo tempo voltou e ambos os times retornaram com mais ânsia de gol. Mas se o Liverpool precisava mais, buscar o resultado, o Chelsea, que voltou melhor, com sete minutos deu um banho de água fria no seu adversário. Lampard dominou a bola no meio, driblou o marcador e viu Drogba dentro da área. A marcação deu espaço, deixou o marfinense dominar, que não titubeou e chutou cruzado rasteiro de canhota sem chances para Reina que viu a bola entrar no canto do gol.

Após o gol, Kenny Dalglish, técnico do Liverpool tirou Spearing e colocou Carrol para dar mais ofensividade no time. Mesmo com a substituição, o primeiro a assustar foi novamente o Chelsea que partiu com a bola dominada com Ramires que tocou para Juan Mata que enxergou Kalou. O atacante tentou o chute, mas foi infeliz no remate.

Porém, quem é grande nunca está morto e o Liverpool entrou na partida novamente com um gol de Carroll. A bola parecia dominada por Bosingwa, mas Downing foi insistente e deu um carrinho na bola que chegou até Carroll na área. O grandalhão domingou, gingou pra cá e pra lá, enganando Terry, conseguindo trazer para a perna esquerda e fuzilando o gol de Peter Cech que não conseguiu parar o forte chute. Pouco depois o Liverpool chegou mais três vezes com chutes de fora da área, mas que foram longe do gol.

O homem que veio para substituir Fernando Torres, vendido ao adversário Chelsea, entrou com vontade no jogo e deu novo gás ao Liverpool que passou a ficar mais tempo com a bola, agora com mais eficiência em suas jogadas, mas ainda assim sem ser efetivo na busca ao gol. Com 30 minutos, o cruzamento de Johnson após a cobrança de lateral encontrou Carroll que conseguiu o cabeceio que foi por cima do gol de Cech.

Aos 37 minutos, a bola cruzada na área e Andy Carroll conseguiu o cabeceio firme e Peter Cech realizou uma linda defesa, porém, Carroll saiu comemorando ciente de que a bola entrou antes do goleiro tcheco defendê-la. Ivanovic pegou o rebote, tirou do perigo e o lance seguiu, até o árbitro parar a partida e consultar o assistente, não validando o gol que não ocorreu, já que a bola não entrou inteira.

Restavam poucos minutos e o Liverpool buscava com todas as forças o empate. A pressão era grande e Carroll na entrada da área sofreu falta. Gerrard na cobrança chutou na barreira e no escanteio o Liverpool não conseguiu marcar. Cinco minutos de acréscimos foram dados e no segundo, Carroll teve grande chance, mesmo sem ângulo chutou de esquerda, mas a bola parou na defesa. Os reds continuaram a pressionar, mas quando o Chelsea pegava a bola, tentava esfriar e tardar a partida.

Ficha Técnica
Chelsea 2 x 1 Liverpool






Local: Estádio Wembley, Londres, Inglaterra
Data: 05 de maio de 2012, sábado
Horário: 13:15 horas (de Brasília)
Árbitro: Phil Dowd (Inglaterra)
Cartões Amarelos:
Cartões vermelhos: Nenhum
Gols: Ramires (Chelsea) aos 11, Drogba aos 38 (Chelsea) e Carroll aos 64 (Liverpool).

Times
 

Opinião

domingo, 15 de abril de 2012

Posições do futebol com numeração

Muitas vezes se discute qual é a real posição daquele jogador preferido. É difícil definir, exatamente, a posição, já que, além de variar o posicionamento a cada partida e durante o jogo, há também mudanças conforme o esquema tático escolhido pelo técnico. A opinião e vontade do jogador, tem que ser e é o fundamental. Para ele definir seu posicionamento em campo, a base usada teria que ser o simples e básico 4-4-2, ficando assim, mais fácil definir. Abaixo você poderá ver uma separação das posições do futebol, além dos principais números usados nos principais campeonatos.

*Comente, dê a sua opinião nos comentários e diga se concorda! 

Goleiros (Camisa 1, 12, 13, 16, 22, 23, 24)

Defesa - dividido em:
Laterais
Direitos - Ala direito (Camisa  2, 4)
Esquerdos - Ala esquerdo (Camisa  6, 3)

Zagueiros
Líberos (Camisa  5)
Zagueiros - antigo "beque" (Camisa  2, 3, 4, 5, 6)

Meia - dividido em:
Volantes
Meia defensivo - Primeiro volante, antigo "cabeça de área" (Camisa 5, 6, 8)
Meia central - Segundo volante (Camisa 4, 6, 7, 8, 11)

Meio-campo
Meia direita (Camisa  7, 8)
Meia esquerda (Camisa  8, 11)
Meia ofensivo - Meia armador, enganche (Camisa  10, 8)

Atacante - dividido em:
Centroavante - Artilheiro (Camisa  9)
Ponta de lança - Buscador de bola (Camisa  7, 8, 10, 11)
Pontas - Extremos, wingers (Camisa  7, 11)
Seleção brasileira: com o 4-2-3-1, Oscar (7) e Neymar (11) são meias pelos lados, ou até pontas. Kaká (10) é o principal meia, o armador da equipe. Hernanes (8) é o segundo volante.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Quase seis horas

Pensei um dia antes: - Nossa, final já, poderia assistir, seria legal. O horário – 6:30 da manhã – não me anima e deixo para lá. Pensei que poderia ver o finalzinho mesmo assim. Liguei a televisão e estavam lá, Novak Djokovic e Rafael Nadal, ainda disputando a partida. Não era surpresa, ainda era 10:30. Mas já caminhava para o fim, era só o “Djoko” vencer mais alguns sets que fazia três a um, de virada e levantava o caneco. Mas não, Nadal já fora o melhor do mundo. Ainda era. Não desistiu e correu atrás, empatou o jogo.

Minha torcida era pelo sérvio. Gostava dele. O porque? Talvez porque superou Federer e Nadal. Porque na verdade, antes disso, ele era sérvio e terceiro no ranking. Aí deu-se meu gosto por ele. No quinto set ele parecia que ia perder e Nadal ficou perto da vitória. Mas a reação veio, as jogadas davam certo para Djoko que cansado, assim como seu oponente, conseguiu a vitória, depois de 5 horas e 53 minutos. Seis horas.

Seis horas sem desistir, jogando até o último, tentando fazer todas as jogadas darem certo. Djokovic venceu mais uma, para a sua alegria, de todos que torcem por ele, assim como eu. Nadal ficou em segundo, infelizmente. Merecia tanto quanto Djoko a primeira colocação. Mas no final, um jogão, uma partida digna dos dois melhores tenistas do mundo. Antes Federer, agora Djokovic. Isso é tênis.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Em jogo com homenagem a Marcos, Carmona faz gol no último lance e Palmeiras vence Ajax

Por si só o amistoso entre Palmeiras e Ajax já tinha tudo para ser um jogão, já que era o primeiro da história. Soma-se a isso, essa foi a primeira partida após o anúncio da aposentadoria de Marcos. No dia que o eterno ídolo do verdão viu cinco mil pessoas realizarem uma procissão a ele, o "São Marcos" recebeu diversas homenagens da torcida, que gritava seu nome. 

Em campo, todos os jogadores do verdão entraram com o nome do goleiro nas costas. E Marcos viu da arquibancada do Pacaembu, um Palmeiras disposto, assim como seu adversário. A bola penou a entrar nos 90 minutos de jogo, mas no último lance do jogo, Pedro Carmona cabeceou para o fundo das redes, dando a vitória para a equipe brasileira.
Pedro Carmona e Maikon Leite comemoram o único gol da partida marcado no último minuto FOTO: Marcos Ribolli 
Jogo
O embate começou agitado e foi assim durante quase toda a primeira etapa. Com cinco minutos, duas chances de gol para cada lado. Nas principais delas, Eriksen quase marcou para Ajax, e para o Palmeiras, Luan aproveitou o escanteio cobrado por Marcos Assunção e carimbou a bola na trave. Em seguida, o Ajax mostrava disposição principalmente com os rápidos Lodeiro e Sulejmani. Ambos criaram algumas oportunidades, porém, sem assustar tanto o goleiro Deola que ia bem nas defesas. Numa dessas jogadas, aos 13 minutos de Jong aproveita o rebote e quase marca.

O primeiro gol do jogo chegou perto para o Palmeiras após cobrança de falta de Marcos Assunção. O volante bateu em direção ao gol e com desvio de cabeça, a bola quase entrou, mas Veermer fez ótima defesa aos 30 minutos de jogo. Dois minutos depois, Márcio Araújo partiu com a bola dominada, chegou a área adversária e sem ter muito o que fazer, arriscou o chute que passou pelo lado do gol.

O jogo diminuiu um pouco de ritmo, mas o Palmeiras ainda chegava mais. Depois da bobeada da defesa holandesa, Valdívia aproveitou que o goleiro Veermer não estava no gol e tentou encobri-lo, no entanto o chute encobriu o goleiro e a trave, indo para fora. O verdão marcava melhor e o Ajax pouco chegou nos minutos finais da primeira etapa. Valdívia cavou uma falta que Marcos Assunção cobrou, a bola passou rente a trave.

Homenagem da torcida ao goleiro Marcos que se aposentou nesta semana FOTO:  Marcos Ribolli
O segundo começa com as equipes bastante modificadas. São três alterações no Palmeiras, Fernandão, Gerley e Maurício Ramos entraram nos lugares de Ricardo Bueno, Juninho e Leandro Amaro, respectivamente. No Ajax, cinco jogadores entraram, entre os que saíram, estavam Eriksen e Lodeiro.

O intervalo apagou o fogo da partida e o jogo recomeçou morno. Com as substituições sem o ritmo da partica, os lances de gol diminuíram. Com quase quinze minutos e a posse de bola do Palmeiras resulta no chute de longe de Valdívia que não assusta o goleiro Cillensen. Sem grande perigo para os dois goleiros o jogo continuava no zero a zero. Pedro Carmona tentou tirar o resultado do zero aos 30 minutos. Com a bola na direita, cortou para dentro e chutou de esquerda, a bola passou perto da gaveta, mas foi para fora, somente assustando o goleiro holandês.

O verdão chegou mais duas vezes. Com o atacante Fernandão roubando a bola e arriscando de esquerda a bola passou perto da trave. E Maikon Leite arriscou da ponta direita, mas o chute foi fraco. O Ajax respondeu com o russo Bulykin que deu uma meia-lua no zagueiro Maurício Ramos, mas sem ângulo tentou o chute e acertou a rede pelo lado de fora. Quarenta minutos, Luan rouba a bola no meio campo e abre para Maikon Leite na direita. O camisa 7 puxa para a esquerda e chuta colocado rasteiro, a bola passa perto da trave assustando a torcida palmeirense que quase gritou gol.

Um minuto depois, Maikon Leite teve a mesma oportunidade, mas escorregou na jogada. No mesmo lance, o volante Classen chutou da entrada da área e obrigou ao goleiro Deola a fazer uma bela defesa. A torcida gritava o nome do goleiro e pouco depois, em mais uma tentativa do Ajax, Deola fez mais uma defesa no chute de Aissati. Quanto o resultado do jogo parecia ser mesmo zero a zero, o juíz deu quatro minutos de acréscimo, devido às inúmeras substituições.

O Palmeiras teve Luan, um dos poucos que jogou a partida inteira. O camisa onze recebeu a bola na esquerda e cruzou na área, o meia Pedro Carmona chegou com tudo de cabeça e Cillensen não defendeu a bola tocou o fundo das redes para delírio da torcida do verdão que pode gritar gol no último lance da partida.

Ficha Técnica
Palmeiras 1 x 0 Ajax





Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 14 de janeiro de 2012, sábado
Horário: 17 horas (de Brasília)
Árbitro: Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza (SP)
Assistentes: Renata de Brito e Gustavo Rodrigues de Oliveira (ambos de SP)
Cartões Amarelos: Enoh, Vertonghen, Alderweireld e Bouy (Ajax); Marcos Assunção (Palmeiras)
Público: 25.432 no total
Renda: R$ 785.964,00
Gols: Pedro Carmona (Palmeiras), aos 48min do 2º tempo.

Times




Opinião
No primeiro jogo do Palmeiras no ano, um amistoso de testes contra um adversário forte, vindo da Holanda. Com o técnico Luis Felipe Scolari em seu segundo ano dirigindo o Palmeiras desde o início do ano, as esperanças de que essa pode ser uma ótima temporada são grandes, isso esquecendo o que foi o ano passado no clube. As contratações que o clube precisava, não aconteceram. Juninho chegou para a lateral esquerda no lugar de Gabriel Silva, nada mais que preciso. O zagueiro Adalberto Román é pouco para o clube. No gol, Deola é titular absoluto, agora que Marcos aposentou. Cicinho na direita jogou bem, foi um dos melhores do Palmeiras. Juninho na esquerda, veremos, mas deve ser bastante funcional, ganhou a Bola de Prata da Placar ano passado.

Na zaga, Henrique continua, jogando o que jogou em 2008 já está ótimo. Thiago Heleno irá ser seu parceiro depois que retornar de contusão e jogando o que jogou em alguns jogos na temporada passada, já está acima do seu limite. A dupla de volantes, na minha opinião não deixa nada a desejar, é só jogar o que sabe: Marcos Assunção e Chico, este último como primeiro volante. Do meio pra frente, é jogar com o que tem: Maikon Leite com a 7 pela direita, Valdivia com a 10 pelo meio, Luan com a 11 pela esquerda e Ricardo Bueno com a 9 como o "goleador" que a torcida do verdão tanto torce pra que chegue um e seja, mas que dificilmente acontece. 

No banco, Bruno, o contratado Román ou Maurício Ramos, Gerley, Márcio Araújo, Daniel Carvalho, Pedro Carmona e Fernandão. Se algum dos titulares se machucarem, não confio em nenhum dos reservas para supri-los à altura, que dependendo do que vem acontecendo, nem seria "tão grande" essa altura. Isso porque Valdivia não mostrou nada desde quando voltou, Maikon Leite ainda não mostrou a que veio e Luan é criticado com razão, às vezes joga, faz seus gols, mas na maioria das vezes só compromete e o "camisa nove" Ricardo Bueno é o que resta para marcar os gols que a equipe precisa, apesar de seu contrato ir até maio deste ano.

domingo, 18 de dezembro de 2011

Barcelona arrasador marca quatro vezes, aniquila o Santos e confirma que é a melhor equipe do mundo

O jogo mais aguardado do ano terminou em show. Show do Barcelona em Yokohama no Japão que liquidou a partida já no primeiro tempo de jogo. Com gols de Fabregas, Xavi e Lionel Messi a equipe liderada por Pep Guardiola marcou três gols, praticamente acabando com o ânimo santista que já assimilava a derrota e assumia: Sim, eles são os melhores do mundo. O Santos foi mero espectador do jogo no segundo tempo, não esboçou reação nenhuma e a principal arma da equipe, Neymar, pouco fez diante da marcação catalã e quando teve a bola nos seus pés para marcar, não o conseguiu.

Nem começara a partida e a surpresa antes do apito inicial do juiz foi a escalação do Santos. Muricy Ramalho colocou a equipe no 3-5-2 tirando Elano e colocando Léo como ala esquerda. No Barça sem David Villa, Sanchez também não iniciou a partida dando lugar a Thiago Alcântara. Seis minutos iniciais e o Barcelona jogou em pressão sobre o Santos. Tocava a bola, procurava os espaços e chegava sem grandes sustos no gol santista.
Barcelona não deu chances ao Santos e saiu com o título de campeão do mundo FOTO: AP
Contudo, isso mudou num erro de Daniel Alves. O lateral brasileiro passou errado e gerou o contra-ataque santista. Neymar tentou, mas não conseguiu marcar. No mesmo lance, o Barcelona respondeu com Thiago que tabelou com messi e quando ia pegar a bola, se joga querendo pênalti, mas o juiz nada marcou. Cinco minutos depois, aos doze, Messi partiu da direita e cruzou pra dentro. Chutou de esquerda, Rafael defendeu e no rebote Thiago deu um chute fraco e despretensioso para uma seguida defesa do goleiro santista. O Santos chegou com um novo contra-ataque, no entanto Neymar que partia com a bola dormiu no ponto e Daniel Alves tirou a bola sem falta antes de qualquer lance santista.

Em cobrança de falta, Neymar e Ganso ensaiam bela jogada e no chute do camisa dez, a bola vai para fora. Aos 17 o primeiro gol do jogo. Messi tocou para Fabregas que viu Xavi dominar de chaleira. O cérebro da equipe viu Messi correndo, o argentino recebeu a bola e cara a cara com Rafael, surpreendeu tocando por cobertura. O gol animou ainda mais a equipe catalã e sete minutos depois marcou o segundo. Daniel Alves recebeu na direita partiu para a linha de fundo e viu Xavi chegando sozinho na entrada da área. O espanhol dominou e chutou rápido, sem chances para Rafael.

Messi comemora o primeiro gol do jogo FOTO: AFP
Timidamente o Santos respondeu com Borges que aos 26 minutos recebeu passe de Danilo e chutou para o gol, Valdés defendeu com tranqüilidade. Aos 30 minutos Muricy Ramalho tirou Danilo - depois foi sabido de dor no lombar - e colocou Elano, voltando a equipe no 4-4-2. Nessa altura do campeonato a mudança de esquema pouco mudou o jogo. Daniel Alves, mais uma vez ele, recebeu na direita cruzou na área pra Messi. O argentino dominou se livrou da marcação devolveu para Alves que da linha de fundo cruzou. Rafael tirou, mas Xavi cabeceou no rebote. O goleiro santista defendeu novamente, no entanto Fabregas estava lá para colocar a bola no fundo das redes, praticamente liquidando a partida, fazendo três a zero aos 44 minutos da primeira etapa.

O segundo tempo nem começou e o Barcelona quase marcou o quarto gol. Messi seguiu com a bola quase dentro da área e viu a chegada de Fabregas que chutou fraco, mas assustou Rafael que defendeu com as pontas dos dedos. O Santos replicou logo em seguida. Ganso lançou Borges que ganhou na velocidade de Abidal e cruzou de primeira na área e Neymar tentou mas não conseguiu um bom cabeceio.

Xavi fez ótima partida e deixou sua marca FOTO: Reuters
Oito minutos e o Barcelona chegou mais uma vez com Messi, porém, Rafael salvou mais uma. Em seguida, Borges recebeu a bola de Neymar, ela correu demais e o atacante deu chute fraco. Depois, boa jogada trabalhada do Barcelona, a bola passou por Messi e Xavi até chegar na tabela de Fabregas e Iniesta que da entrada da área chutou para fora. A partir daí o jogo ficou mais animado com ambos os lados chegando ao gol. Logo em seguida aos onze, Ganso encontrou Neymar e lançou, o jogador ficou cara a cara com Valdés e tentou por debaixo das pernas, mas Valdés defendeu.

O Santos tentava chegar no gol de Barcelona, porém sem sucesso. Quando chegava , o Barça era mais preciso e assustava mais. Uma, duas vezes a equipe de Guardiola parou no impedimento. Num deles, Daniel Alves - como ponta direita desde o início do jogo - abandonou a banheira e Pedro foi na bola, tocou para o brasileiro que chutou, a bola carimbou a trave. Aos 37 minutos com o Santos morto, o Barcelona chegou ao quarto gol. Daniel Alves dominou o lançamento viu Messi, o argentino recebeu a bola e cara a cara com Rafael driblou rápido o goleiro e marcou seu segundo gol na partida, acabando com o jogo.

Santos 0 x 4 Barcelona




Local: Estádio Internacional de Yokohama, Japão
Data: 18 de dezembro de 2011, domingo
Horário: 08:30 (de Brasília)
Árbitro: Ravhan Irmatov (UZB)
Cartões amarelos: Piqué e Mascherano (Barcelona) e Edu Dracena (Santos)
Cartões vermelhos: Nenhum
Gols: Messi aos 16, Xavi aos 23, Fabregas aos 44 e Messi aos 82 (Barcelona)

TIMES





















OPINIÃO
Não teve chance para o Santos, o Barcelona mostrou sem dúvidas que é a melhor equipe do mundo. Seja jogando no 4-4-2, 4-1-2-1-2, 4-3-3 ou 3-4-3, ou até mesmo jogando como o "carrossel holandês", não importa, o importante é que a equipe mostrou todo o seu talento em campo com Messi, Xavi e Iniesta e cia. Neymar a estrela santista esteve sumido em campo pouco fez diante da marcação catalã. Goleada merecida para o Barça e sofrida pelo Santos, sem choro e com consciência de que é a segunda melhor equipe do mundo e que perdeu para a primeira.


quarta-feira, 20 de abril de 2011

2º Jogo - Real Madrid 1 x 0 Barcelona - Final da Copa do Rey

Real Madrid 1 x 0 Barcelona




Sorria Real Madrid você venceu o Barcelona. Depois de seis confrontos sem vencer o rival catalão o Real conseguiu o feito e na hora exata. A vitória foi sofrida, na prorrogação, mas o um a zero com gol de Cristiano Ronaldo deu o título para a equipe merengue que não vencia a Copa do Rey desde a temporada 92/93 há 18 anos. O domínio colchonero acabou neste jogo e o Real foi superior na maior parte da partida.

A vitória deu o primeiro título à José Mourinho como técnico do Real Madrid. O português que repetiu a escalação da última partida, mas deixou ainda mais recuada tirando o atacatante Benzema e colocando o alemão Ozil foi mais incisivo no jogo e teve mais chances de abrir o marcador. O Barcelona foi a campo sem o lutador Puyol e com Mascherano em seu lugar e alternava o esquema tático saindo do 4-3-3 para o 3-4-3 com Mascherano e Busquets ao lado de Piqué e os laterais brasileiros na frente junto de Iniesta e Xavi. 
Jogadores do Real Madrid comemoram a conquista da Copa do Rey FOTO: AFP
A primeira grande chance do Real foi com Ronaldo aos onze minutos. Ozil recebeu na frente, mas dominou errado. Viu Ronaldo do outro lado, dentro da área e o português também dominou mal e o chute não foi tão certeiro. O Barcelona só foi perigoso no segundo tempo com Pedro Rodriguez que colocou a bola no fundo das redes após grande passe, porém, o camisa 17 estava um pouco à frente e o impedimento foi muito bem marcado. O argentino Lionel Messi - assim como na primeira partida, estava pouco inspirado e quando executava suas belas jogadas, parava na marcação madrilenha. 

Ronaldo teve ainda uma boa chance quando recebeu livre na esquerda a bola, quando a partida se encaminhava para o final. No momento que o português ia chutar, Daniel Alves bloqueou o chute. No último grande lance, Dí Maria driblou o marcador e chutou de direita, obrigando o goleiro Pinto fazer boa defesa. As poucas chances criadas que não resultavam em gol levaram a partida para a prorrogação e os pênaltis pairavam para a definição da partida. 
Mourinho x Guardiola mais uma vez FOTO: AFP
A equipe de José Mourinho continuava superior e já com a entrada de Adebayor no lugar de Ozil chegou com Ronaldo que chutou rente à trave. Guardiola manteve a mesma equipe que não conseguia se impor em campo. E do mesmo jeito que Iniesta parou a todos marcando o gol na prorrogação na vitória da Espanha na Holanda na última copa, Cristiano Ronaldo repetiu e aos treze minutos marcou.

E o gol veio de uma jogada prática no futebol. A triangulação na lateral do campo e o cruzamento na área. E foi assim que o lateral Marcelo fez. Tabelou com Dí Maria e cruzou na área na cabeça de Cristiano Ronaldo que com a marcação de Adriano fez o único gol da partida. O Barça teve o segundo tempo inteiro da prorrogação para o menos empatar a partida. Guardiola colocou Afellay e Keita logo após o gol, mas ambos não deram resultado e a vitória estava encaminhada para o Real Madrid que comemorou sua 18º Copa do Rey, esta com um gostinho especial com a vitória sobre o Barcelona.




Opinião: No segundo grande jogo entre as duas equipes deu Real Madrid que mesmo com um time ainda mais recuado sem nenhum atacante na frente conseguiu a vitóra. Se as críticas a Mourinho eram grandes quando escalou um zagueiro para formar uma linha de três volantes no empate em um a um, quero ver agora que tirou o único atacante e colocou um meia de armação. Ronaldo que fez o papel de camisa nove, ficou centralizado no trio de ataque e por isso foi pouco acionado. Tanto que no gol da partida, ele estava na direita com Adebayor já em campo, mesmo que isso não signifique muita coisa. José Mourinho para mim continua sendo covarde. Quando escalou seu time titular perdeu por 5 gols, mas pelo jeito esta equipe que jogou hoje é a única tática para parar o todo poderoso Barcelona. 
Iker Casillas levanta sua primeira taça pós-conquista da Copa do Mundo FOTO: Getty Images
Que a equipe do Barcelona é a base da seleção espanhola isso todos já sabem. Mas o que muitos podem não ter visto é que a equipe é melhor que a seleção pois, supre com dois brasileiros e um argentino as carências da atual campeã mundial. A Espanha não tem bons laterais. Sérgio Ramos é zagueiro enquanto Capdevilla é o único que não tem grandes holofotes. Daniel Alves e Adriano, dois laterais que merecem sem dúvidas vaga na seleção brasileira ocupam essa posição. Na Espanha é Xabi Alonso ou quem sabe Fernando Torres (que não vem fazendo muito milagre no Chelsea), mas Lionel Messi é o camisa 10 que toda seleção deveria ter (não o camisa 10 do papel) e a Espanha não tem e nunca teve. O argentino faz a diferença em campo e faria com certeza se jogasse com a camisa espanhola, mesmo que no momento não precise. Valdés é o terceiro goleiro da seleção que tem Casillas como titular, mas o goleiro do Barça melhorou com o tempo e hoje o presidente não precisa mais correr atrás de outro.  

A equipe entrou da mesma forma da última partida, mas sem Puyol que faz tremenda falta. Porém, o que me chamou a atenção foi a forma como a equipe jogou. O 4-3-3 do papel, se transformava num 3-4-3. Os laterais brasileiros se adiantavam e formavam uma linha junto de Xavi e Iniesta. Mascherano e Busquets faziam uma dupla de zaga com Piqué como líbero e Messi ficava atrás de Villa e Pedro. O argentino era quem mais se movimentava em campo, buscando a bola de todos os lados, principalmente do lado direito do campo. Mesmo com o incrível esquema armado pelo técnico Pep Guardiola a vitória não veio e agora a vingança poderá vir pela Liga dos Campeões na próxima semana.

domingo, 6 de junho de 2010

Seleção dos melhores jogadores dos últimos anos [Seleção V]

Para finalizar a série, fechamos com a quinta seleção, de jogadores que estão próximo, ou no seu auge. Consequentemente a seleção mais fraca, porém, sem faltar qualidade.

Seleção 5:
Diego Cavalieri
Eboué
Mexés
Heitinga
Marcelo
Diego
Carrick
de Rossi
David Silva
Pato
Aguero

Diego pouco joga no Liverpool, mas se estivesse em um time como o Milan, disputará a titularidade da próxima Copa. Eboué, já não é tão jovem, assim como Mexés, mas são eficientes em suas posições, assim como Heitinga. Marcelo é a grande promessa do Brasil na lateral-esquerda, estilo de jogo parecido com o de Roberto Carlos. Diego e David Silva formam uma dupla melhor que a anterior, mas são bem mais novos e darão muita alegria. Carrick e de Rossi não são tão desejados, mas são muito eficientes e indispensáveis em seus times. Pato e Aguero são os atacantes do futuro para Brasil e Argentina e ainda tem muito futebol a mostrar.

Seleção dos melhores jogadores dos últimos anos [Seleção IV]


Seleção 4:
Matias Neuer
Rafinha
Vermaelen
Thiago Silva
Adriano
Joaquín
Essien
Hargreaves
Vicente
Tévez
Robinho

Defesa quase inteiramente brasileira, bastante jovem, mas que ainda promete. Vermaelen faz renascer a Bélgica no cenário do futebol, enquanto Neuer é um dos melhores goleiros do mundo entre os mais jovens. Os dois volantes fazem uma dupla perfeita, com Essien mais na defensiva e Hargreaves dando mais mobilidade à dupla. Joaquín e Vicente já fizeram sucesso, contudo, merecem um lugar aqui. Tévez e Robinho, nasceram em 84 e formam uma ótima dupla vindo da América do Sul.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Seleção dos melhores jogadores dos últimos anos [Seleção III]

Seleção 3:
Pepe Reina
Sérgio Ramos
Gerard Piqué
Daniel Agger
Giorgio Chiellini
Tomasz Rosicky
Cesc Fabregas
Xabi Alonso
Rafael van der Vaart
Fernando Torres
Roben van Persie

Formada por seis espanhóis, demonstra como o país de Raúl González está em alta no momento e com jogadores jovens. Reina no gol é titular no Liverpool. Ramos começou zagueiro e transformou-se em lateral, não dos melhore, mas merece destaque. Piqué e Agger formam uma zaga competente com futuro e entre uma das melhores do mundo, ainda mais com Chiellini que era lateral e agora é zagueiro. Rosicky e van der Vaart jogariam aberto pelos flancos enquanto Fabregas e Xabi Alonso, protegiam e apoiariam os dois meias. Torres e van Persie capazes de decidir fazendo gols e dando passes, fariam uma dupla bastante desejada.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Seleção dos melhores jogadores dos últimos anos [Seleção II]

Continuando a série das melhores seleções, nascidos a partir de 1981, os jogadores que hoje podem ser considerados estarem no auge de suas carreiras continua com a segunda melhor seleção, que é formada em sua maioria por dois holandeses, um espanhóis, um argentino e três brasileiros (um naturalizado português).

Seleção 2:
Peter Cech
Daniel Alves
Pepe
Kolo Touré
Phillip Lahm
Franck Ribéry
Javier Mascherano
Wesley Sneijder
Arjen Robben
David Villa
Adriano

Não chega a ser um time sem volantes mas, tem um meio campo ofensivo demais. Fabregas não é um primeiro volante e Sneijder não é volante, porém, atuaria sem problemas jogando ao centro, já que no meio pelos flancos jogariam Ribéry pela direita e Robben pela esquerda trocando de lado algumas vezes. Mascherano e Sneijder completariam o meio campo. No gol o tcheco Peter Cech que é sem dúvidas um dos melhores do mundo seria a segunda opção nestas seleções, ficando atrás de Casillas. Daniel Alves ficaria de novo na reserva de Maicon, Evra na esquerda joga muito, até melhor que Lahm diversas vezes já que tem um bom desarme, mas não tem a mesma mobilidade de jogar pelas duas laterais. Pepe e Touré formariam uma bela zaga desejada por muitos, mas não a preferida de todos. No ataque, faz falta Fernando Torres que não teria um lugar para se encaixar com Adriano pela esquerda e David Villa, na minha opinião uma melhor opção, mas poderia fazer uma boa duplua com o espanhol, deixando os canhotos van Persie e Adriano na seleção três.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Seleção dos melhores jogadores dos últimos anos [Seleção I]

Será uma série com cinco seleções montadas com os melhores jogadores nascidos a partir de 1981. Eles hoje podem ser considerados os melhores jogadores e todos não chegam à 30 anos nesta Copa do Mundo da África. Portanto, alguns com uma copa na bagagem (ou até duas), essa Copa promete para todos esses jogadores, que o torcedor é claro quer os ver brilhar sem dúvida.

Seleção 1:
Iker Casillas
Maicon
Per Mertesacker
Nemanja Vidic
Patrice Evra
Cristiano Ronaldo
Xavi Hernández
Lionel Messi
Kaká
Zlatan Ibraihmovic
Wayne Rooney

Bastante ofensiva, não tem como não colocar Kaká, Cristiano Ronaldo e Messi juntos. Os três foram os últimos vencedores do prêmio de melhor jogador do mundo da Fifa e são os craques de suas respectivas seleções, apesar de Messi e Ronaldo não jogarem bem como jogam em seus clubes. Xavi em grande fase no Barcelona fecha o meio campo em forma de losango jogando mais recuado. Ibraihmovic e Rooney formam um ataque muito desejado. Ibra como o artilheiro e Rooney como um mero ponta-de-lança. Evra no Manchester vem jogando muita bola, mas fica pouco à frente de Lahm que estará na segunda seleção. Maicon na lateral direita não é a melhor opção, porém, não tem tantos laterais que brilham como na esquerda. Per Mertersacker faz uma bela dupla com o sérvio Nemanja Vidic que hoje é um dos melhores zagueiros do mundo e fecha a zaga do Manchester United ao lado de Ferdinand. Casillas que está presente no gol do Real Madrid desde a Copa de 2002 semrpe foi um goleiro jogando bem em todas as partidas com bastante regularidade e merece lugar nessa seleção.

quinta-feira, 5 de março de 2009

Melhores Jogadores das Décadas de 80, 90 e 00

Continuando nessa semana, hoje vou completar a lista dos melhores jogadores por década. Mas, com um respaldo no final no qual teremos duas vezes os melhores dessa década. Já que seria um crime não colocar tais jogadores. Comente, dê a sua opinião nos comentários e diga se concorda! 

DÉCADA DE 80

Diego Maradona
O "Deus" argentino, Diego Armando Maradona com certeza é um dos maiores jogadores de todos os tempos. Com uma habilidade fora do comum, Diego tem como uma de suas artimanhas o "gol do século" e "a mão de Deus".

Zico
Arthur Antunes Coimbra, conhecido como Zico, (Rio de Janeiro, 3 de março de 1953) é um ex-jogador brasileiro e se notabilizou a partir da conquista da Taça Libertadores da América e do Campeonato Mundial de Clubes pelo Flamengo, e em suas participações pela seleção. Fez 438 gols pelo Flamengo. O galinho é o maior jogador de todos os tempos do clube onde é chamado de Deus.

Platini
Michel François Platini, (Joeuf, 21 de junho de 1955), jogou pela seleção de 1976 à 1987 fazendo 41 gols. É considerado o melhor jogador francês junto com Zidane. Fez grande sucesso pela Juventus onde ganhou 3 vezes a Bola de Ouro pela France Football.

DÉCADA DE 90

Ronaldo
Ronaldo Luís Nazário de Lima, também conhecido como Ronaldo "Fenômeno", nasceu no Rio de Janeiro em 22 de setembro de 1976, é o maior artilheiro da história das Copas do Mundo com quinze gols. Começou a brilhar no Cruzeiro, passou por PSV, até chegar ao Barcelona e Internazionale de Milão onde impressionou o mundo com sua velocidade espetacular, seus dribles geniais e seus inúmeros gols.

Romário
Romário de Souza Faria, conhecido como Romário, (Rio de Janeiro, 29 de janeiro de 1966) foi um importante jogador brasileiro, onde foi terceiro maior artilheiro da seleção, com setenta gols marcados. O baixinho é com toda certeza um dos maiores centroavantes de todos os tempos. O rei da pequena área, foi figura principal da Copa do Mundo de 1994, onde é o seu principal título.

Zidane
Zinédine Yazid Zidane nasceu em Marselha (23 de junho de 1972) é de origem argelina. Zidane, driblador elegante, sua fantástica visão de jogo e sua habilidade de passe lhe valeram os adjetivos de "gênio" e "mágico", atribuídos pela mídia esportiva. Zizou era um jogador completo, um exímio cabeceador, tinha velocidade e driblava muito bem. Conquistou a Copa do Mundo de 1998 fazendo dois gols de cabeça na final contra o Brasil.


Os melhores jogadores das décadas de 50, 60 e 70

DÉCADA DE 00

[De 00 à 05]

Zidane
Tornou-se o jogador com a transferência mais cara da história indo para o Real Madrid por 76 milhões de euro. Foi peça principal no time e conquistou o prêmio de melhor de mundo pela terceira vez em 2002 igualando-se a Ronaldo. Anunciou sua despedida oficial do futebol após a Copa de 2006 onde foi vice-campeão, sendo o 'carrasco' do Brasil eliminando-os nas quartas de finais, mas sendo expulso no finalzinho de jogo contra a Itália e assim perdendo as chances de dar um segundo título da Copa do Mundo para a França.

Ronaldo
Foi o astro da copa, marcando oito gols em sete partidas, brilhou depois da grave contusão e se reergueu, calando todo mundo e dando uma lição de vida. Depois numa das transferências mais complicadas Ronaldo se mandava para o Real Madrid. Ao todo foi 3 vezes o melhor do mundo. E depois de se contundir no Milan e sofrer do mesmo problema só que no outro joelho, Ronaldo após mais de um ano se recuperando e "emagrecendo" deu a volta por cima mais uma vez, só que desta vez jogando no Brasil, pelo Corinthians.

Ronaldinho
Ronaldo Assis de Moreira nasceu no dia 21 de março de 1980 em Porto Alegre, mais conhecido como Ronaldinho Gaúcho, joga hoje pelo Milan. Mas, fez grande sucesso no Barcelona onde conquistou dois títulos espanhóis e uma Liga dos Campeões sendo o craque principal. Uma de suas marcas registradas é o aspecto dentuço e por usar uma faixa na cabeça após adotar os cabelos longos. Na seleção foi campeão na Copa de 2002, sendo uma peça importante. Sua habilidade e dribles desconcertantes, além da agilidade, velocidade e visão de jogo, o fez ganhar por duas vezes o prêmio de melhor jogador do mundo da FIFA.

[De 05 à 09]

Messi
Lionel Andrés Messi é de Rosário, e nasceu em 24 de junho de 1987. Ainda muito jovem, foi para o Barcelona. Conhecido por sua habilidade e grande qualidade, além de uma perna esquerda ligeira e de dribles fáceis, Messi é considerado uma das maiores revelações do futebol argentino de todos os tempos, comparada a Maradona.
Foto: Getty Images
Kaká
Ricardo Izecson dos Santos Leite, mais conhecido como Kaká, nasceu em 22 de abril de 1982 em Brasília. Joga no Milan desde 2003, onde conquistou seus maiores feitos, sendo campeão italiano quando chegou, e campeão da Liga dos Campeões e do Mundial, já como estrela do time. Na seleção foi campeão da Copa, quando ainda jogava pelo São Paulo. Dono de uma bela visão de jogo, velocidade e ótima finalização, Kaká foi eleito o melhor jogador do mundo em 2007.

Cristiano Ronaldo
Cristiano Ronaldo dos Santos Aveiro nasceu no dia 5 de fevereiro de 1985 em Funchal, natural da freguesia de Santo Antônio, Ilha da Madeira. Seu nome foi uma homenagem do seu pai a Ronald Reagan. É o um sucessor de Kaká em título, ganhando com o Manchester United a Liga dos Campeões, o Mundial e também o prêmio de Melhor jogador da Fifa, além de ser campeão inglês em 2006/2007 e 2007/2008. Rápido com a bola nos pés, velocidade e dribles desconcertantes, além de um jeito único de bater na bola, o faz estar aqui nessa lista.

*O Pelé não entrou em como melhor da década pois foi considerado o melhor do século.

Melhores jogadores das décadas de 50, 60 e 70

A ideia do blog surgiu a partir da vontade de humildemente opinar sobre os melhores jogadores de cada década. Assim, abaixo poderá ser visto os três melhores jogadores da década em que, ou estiveram no auge, ou jogaram a maior parte. Comente, dê a sua opinião nos comentários e diga se concorda!
DÉCADA DE 50

Puskas
Ferenc Puskas Biró, nascido em 2 de abril de 1927 em Budapeste (17 de novembro de 2006), o "Major Galopante" foi um futebolista húngaro, jogou pela seleção da Hungria e também pela Espanha. E fez sucesso atuando como atacante pelo Real Madrid de 1958 à 1967. Até o surgimento de Pelé era considerado o melhor jogador do mundo.

Di Stéfano
Alfredo Di Stéfano Laulhé, nascido em 4 de julho de 1926 em Buenos Aires, é um futebolista argentino que além de ter jogado pelo país natal, jogou pela Colômbia e Espanha. Meia-atacante brilhante, presidente honorário do Real Madrid e com certeza teria que estar aqui.

Zizinho
Tomás Soares da Silva, ou Zizinho, nascido em 14 de setembro de 1921 em São Gonçalo (8 de fevereiro de 2002), foi um futebolista brasileiro. Foi o ídolo de Pelé e jogou como atacante para a Seleção Brasileira, apesar de começar como meio campo pelo Flamengo, brilhou também pelo Bangu e São Paulo.
DÉCADA DE 60

Garrincha
Manuel dos Santos, o Mané Garrincha, nascido em 18 de outubro de 1933 em Magé (20 de janeiro de 1983), foi um futebolista brasileiro que se notabilizou por jogar na ponta direita e dar seus dribles desconcertantes apesar, ou exatamente, pelo fato de ter suas pernas tortas. O "Anjo das pernas tortas", foi um dos heróis da conquista de 1958 e principalmente, da Copa de 62, quando após contusão de Pelé se tornou o principal jogador brasileiro. Alguns acreditam que ele foi melhor que Pelé, que juntos nunca perderam uma partida sequer. Fez sucesso no Botafogo, onde é o maior craque do time.

Charlton
Sir Bobby Charlton, nasceu em 11 de outubro de 1937 em Ashington, futebolista inglês que sobreviveu ao desastre aéreo de Munique. Foi campeão da copa de 66, e jogou brilhantemente no ataque do Manchester United de1954 à 1973, onde jogou 752 vezes e marcou 249 gols.

Eusébio
Eusébio da Silva Ferreira, nascido em 25 de janeiro de 1942 em Lourenço Marques, é um ex-futebolista português de origem moçambicana. Atacante que marcou 733 gols na carreira brilhante principalmente no time do Benfica. Apesar de ter jogado mais pela década de 70, merece um lugar como uns dos melhores jogadores do mundo.

DÉCADA DE 70

Cruyff
Johan Cruijff nasceu em 25 de abril de 1947 em Amsterdam. É técnico e ex-futebolista da Holanda. Considerado jogador revolucionário, tático, ofensivo, coletivo, vistoso e eficiente, jogando pelo Ajax, Barcelona e principalmente pela seleção honlandesa, onde liderava o Carrossel holândes na copa de 74.

Beckenbauer
Franz Anton Beckenbauer nasceu em 11 de setembro de 1945, em Munique. Famoso ex-futebolista alemão. Era dotado de uma técnica refinada, tinha um senso de liderança enorme jogando como líbero e sendo capitão por onde passara. Sua alcunha é derKaiser o imperador.

Rivelino
Roberto Rivelino, nasceu em 1 de janeiro de 1946 em São Paulo, é um ex-futebolista brasileiro. Jogou principalmente pelo Corinthians, seu clube de coração e pelo Fluminense onde ganhou títulos importantes. Inventor do elástico jogou com a camisa 10 pela seleção após Pelé se aposentar da amarelinha.

*O Pelé não entrou em como melhor da década, pois é considerado o melhor do século.