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sexta-feira, 29 de março de 2013

Balotelli, "seu irmão" e por enquanto uma dupla "italiana"

“Neste 27 anos não jogamos nunca com 4-3-3, podemos fazer agora porque temos dois jogadores para isso. El Shaarawy é super. Estou louco de alegria porque o ataque é todo formado por nascidos nos anos 90”. Estas foram as palavras de Adriano Galliani, vice-presidente do Milan, após a vitória no último minuto sobre a Udinese, no San Siro. O pênalti mal marcado deu ao clube o que era preciso na difícil partida. Mas não é sobre isso que esse post irá falar.
El Shaarawy apareceu nessa temporada e é o futuro do Milan FOTO: AFP
A declaração de Galliani, reitera a nova ordem do clube rossonero e que pode ser observado em toda a Itália: a aposta em jovens jogadores. O esquema com três atacantes, que veremos mais adiante, contou com M'baye Niang, nascido em 94, Mario Balotelli, nascido em 90 e Stephan El Shaarawy, nascido em 92. E a estreia do trio ontem, pode ser o início de uma nova era no clube de Milão. Nota-se que os dois italianos tem descendência ganesa e egípcia, respectivamente.

Com 20 anos, El Shaarawy já tem um espaço especial no coração do torcedor rossonero. Brilhou quando o time mais precisou, dando a vitória com gols importantes, concretizando o que se esperava dele. E ele ainda tem muito a evoluir, como os outros dois. No caso de Balotelli, já com 22 anos, essa evolução tão grande, pode não acontecer, mas isso só depende do seu gênio, à lá Ibrahimovic. Com mais entrega dentro de campo e menos polêmicas fora dele, o “Super Mário” tem tudo pra fazer uma ótima dupla com o faraó. Dupla que vira trio com o francês Niang, quatro anos mais novo.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

El Shaarawy e Neymar: semelhanças no estilo de jogo, mas não no pênalti sofrido

O que El Shaarawy e Neymar têm em comum? Os dois nasceram em 92, são atacantes, mas gostam de jogar na ponta-esquerda, mas são destros e, com isso, possuem a característica de receber a bola ali, puxar para o meio e bater para o gol. São as grandes revelações de seus respectivos países nos últimos anos. Um é a grande aposta do Brasil para a próxima copa. O outro vem se destacando como titular no Milan e aos poucos vai conquistando seu espaço na azzurra.

O moicano espetado de ambos, também chama a atenção, mas neste final de semana, uma cena idêntica de ambos, chamou a minha atenção. Rápidos, ambos gostam de partir com a bola dominada e ir para cima da marcação. Neymar pegou a bola e seguiu até a área são paulina, no início do segundo tempo do clássico deste final de semana contra o São Paulo. El Shaarawy, no último minuto de jogo, correu em velocidade para receber o lançamento rasteiro, no confronto contra a Udinese, no qual os dois pontos perdidos com o empate conquistado até ali, fariam muita falta.
Pênalti que não existiu sofrido por El Shaarawy, deu a vitória ao Milan após cobrança de Balotelli FOTO: AP
Quando o italiano ia seguir para o gol, foi brecado pelo zagueiro Domizzi, caindo na área e com o árbitro marcando pênalti para o desespero dos jogadores adversários. Na hora eu vi que não foi. Percebi que o zagueiro pegou na bola, que foi parar na placa de publicidade. Nisso, o atacante rossonero recebeu o choque normal do lance, sendo atingido depois do zagueiro friuli ter pegado na bola. A jogada não foi violenta. O ex-jogador Athirson, comentarista da Fox Sports, disse que não havia dúvidas de que não foi pênalti.

Foi além, afirmando que o pênalti foi cavado. Nesse caso, eu discordei completamente. Depois vi que poderia ter sido cavado, mas não dava para considerar isso. “Não foi 100% cavado”, disse meu pai, assistindo ao lado. Não foi é pênalti. Mas se o juiz apitou, vai lá Balotelli bater e se consagrar na sua estreia pelo Milan. Depois do jogo, El Shaarawy comemorou meio sem jeito. Parece que sabia que realmente foi um choque normal após Domizzi ter tirado a bola. A intenção dele se jogar não houve, porque a trombada foi dura (não violenta), mas a malícia de saber que isso poderia acontecer, (não do jeito que foi, mas com o zagueiro o derrubando) isso houve e deu ao Milan a vitória que precisava.

Assistindo ao Globo Esporte, vejo o lance de Neymar ser repetido várias vezes. E sinto vergonha. Foi um pênalti que não foi cavado. Foi num pênalti no qual o atacante santista se jogou. A repetição da cena deixava isso para mim, cada vez mais claro. E depois que ela para, o apresentador Tiago Leifert pergunta para o apresentador Caio Ribeiro: – Foi pênalti Caio? – Não há dúvidas de que foi. A justificativa até que não foi errada, mas não foi o que aconteceu, pois Neymar se jogou, como já é rotina para o jogador e para todos os que o acompanham.

Ele recebeu a chegada do defensor são paulino, mas de tão rápido, não sofreu a falta no pé esquerdo. O pé direito que subia para a próxima passada, sofreu um pequeno encostão do zagueiro, insuficiente para derrubá-lo, mesmo em velocidade, mesmo em “fazendo a curva” como disse Caio. Rhodolfo do São Paulo, disse que foi fora da área, o que não aconteceu. Neymar foi com a intenção de sofrer pênalti, assim como o fez El Shaarawy. Até aí nenhum problema – problema é de quem faz a falta – mas ainda assim, o italiano não passou pelo marcador, que pegou na bola, enquanto Neymar passou pelo zagueiro. E se jogou. 

"Nem precisava cavar mais um pênalti como fez, tirando proveito de uma entrada um tanto quanto estabanada de Paulo Miranda", disse Mauro Cezar Pereira em seu blog na ESPN. Futebol é raça, não se jogar por sofrer um pequeno toque nas pernas. Não se jogar por estar na grande área. Duvido que se fosse no meio de campo, no início da jogada por exemplo, ele teria se jogado. Essa “malandragem brasileira” pode até dar certo. Mas irrita. E não me dá nenhum pouco de orgulho.

sábado, 15 de dezembro de 2012

Adeus, Marcos

Não vi o jogo de despedida do Marcos. Aguardava para que o jogo começasse e assim que a transmissão iniciou, entrada de jogadores, de Marcos ao lado de seus três filhos e de várias placas, estátuas, troféus, homenagens e, é claro, o canto da torcida palmeirense, para o maior goleiro que a Sociedade Esportiva Palmeiras já viu e um dos maiores que o mundo já viu. Mas não vi o jogo. A luz caiu. Não entrei em desespero, mas fiquei triste. Esperando pela luz voltar, fui dormir ao perceber que ela demoraria para voltar.

Mas irei assistir a gravação que fiz da retransmissão que passará hoje, 12/12/12. Tudo doze para a camisa 12 que Marcos vestiu na maior parte de sua história no Palmeiras. O goleiro e jogador mais querido de todos as torcidas de todos os times brasileiros, conseguiu a façanha de reunir os dois times que mais marcaram a minha infância. No tempo que esquema tático não fazia tanta diferença, que os estádios brasileiros pareciam viver cheios (de alegria) e que todos os jogos pareciam ser disputados com se fossem finais. Marcos reuniu o Palmeiras campeão da Libertadores em 99 e que fazia eu pular de alegria pelas vitórias e por ser palmeirense. E a seleção brasileira campeã mundial em 2002, nas manhãs e madrugadas do Brasil e que, com aquele bigodudo no banco e um trio de R's na frente, e com ele, é claro, brilhando muio no gol, fez eu ver o único título da nossa seleção. 
Homenagem ao Marcos em jogo amistoso contra o Ajax FOTO: globo.com
E vendo todos aqueles jogadores daquela seleção e também do time palmeirense, parei para pensar que mesmo tendo Ronaldo, Rivaldo, Roberto Carlos, Cafu, jogadores tão importantes para a seleção e para seus clubes, não tiveram a mesma celebração ao final da carreira, que o arqueiro palmeirense teve. Talvez porque acabaram meio contra a própria vontade ou nem acabaram direito, o motivo para que o goleiro palmeirense recebesse toda essa festa e muito mais, todos sabem. Marcos merece por dedicar toda a sua carreira a um só clube, provando que o amor do jogador pelo seu clube do coração, é maior que o dinheiro. Na época com 12 anos, não sabia da oferta do Arsenal por ele. Seja lá quantos milhões eram, ele ficou, mesmo com o clube Série B. E se ficou, era para nunca mais sair, nem do clube, nem do coração dos torcedores alviverdes. 

O carisma e o jeito do “São Marcos”, junto a suas histórias, não passam despercebidos por onde quer que ele passe. Ele que é, sem dúvida nenhuma, o melhor jogador de todos os tempos do Palmeiras, junto a Ademir da Guia – que esteve presente ontem e até jogou. Talvez nem junto, para mim e para muitos outros palmeirenses mais jovens, já que não vi o “Divino” jogar. Merecido para ele que recusou a número um por respeito a Velloso, mas que nem precisa disso, pois é, e sempre será o número 1 de todos os palmeirenses.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Um toque catalão

Impressionante. Se antes da partida Ibrahimovic disse que "é lindo ver Messi jogar", demonstrou - junto com todo o time milanista - isso em campo. Foram raros os momentos que o Milan pegou na bola e criou uma jogada de efeito. Duas ou três tentativas, notas seis, no máximo sete, que após a finalização da jogada, esboçava pouco esforço de Valdés. Em seguida, retornava o que todos os onze jogadores do Milan em campo, acompanhavam de perto, toque aqui, passe ali, triangulação, dois toques, bobinho, tudo, mas tudo que se realiza num treinamento acompanhado a dedo por Pep Guardiola.

O objetivo era o gol e mesmo que sem tanto entusiasmo e tanta gana, o Barcelona chegava e assustava toda a torcida que lotou o San Siro e vaiava cada porcentagem de posse de bola da equipe catalã. Abbiatti com a bola na mão, parecia sofrível, - se comparadado ao adversário - ver o Milan tocar a bola para chegar ao gol adversário. Não parecia uma luta igual. Com talvez, o quarto, quinto, sexto melhor futebol do momento no mundo, o Milan primeiro colocado do italiano, parecia um time de qualquer divisão inferior que enfrentava a grande equipe do país num amistoso qualquer.

No entanto, acompanhava o jogo do adversário de camarote. Um pouco afogado com a "pressão" do Milan, acontece aquilo que não é cogitado. Um chutão pra frente. Daqueles que faria Guardiola parar o treinamento e falar para dominar, voltar, proteger a bola, olhar o jogo, passar, senão, driblar, em última instância chutar. Mas isso é Champions League, é o San Siro, é o segundo maior campeão da competição. E ainda asim, um chutão pra frente pode virar lançamento. E um lances desses parece ser a esperança do Milan de vencer a partida. Isso tudo só no primeiro tempo.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Se o calendário brasileiro fosse feito pela Revista Fora de Jogo...

01 de janeiro – Pré-temporada
31 de janeiro – Fim da Pré-temporada

01 de fevereiro – Início dos Estaduais
31 de abril – Final dos Estaduais

01 de março – Início da Libertadores
10 de dezembro – Final do Brasileirão

01 de março – Início da Sul-americana
05 de março – Final da Sul-americana

01 de março – Início da Copa do Brasil
31 de novembro – Final da Copa do Brasil

15 de maio – Início do Brasileirão
15 de dezembro – Final do Brasileirão

Os dias não são exatos, seriam por volta desses dias, obviamente começando aos domingos e quartas-feiras. Outra: quarta-feira os jogos seriam 20h00min e aos domingos continuariam sendo 16h00min.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Quase seis horas

Pensei um dia antes: - Nossa, final já, poderia assistir, seria legal. O horário – 6:30 da manhã – não me anima e deixo para lá. Pensei que poderia ver o finalzinho mesmo assim. Liguei a televisão e estavam lá, Novak Djokovic e Rafael Nadal, ainda disputando a partida. Não era surpresa, ainda era 10:30. Mas já caminhava para o fim, era só o “Djoko” vencer mais alguns sets que fazia três a um, de virada e levantava o caneco. Mas não, Nadal já fora o melhor do mundo. Ainda era. Não desistiu e correu atrás, empatou o jogo.

Minha torcida era pelo sérvio. Gostava dele. O porque? Talvez porque superou Federer e Nadal. Porque na verdade, antes disso, ele era sérvio e terceiro no ranking. Aí deu-se meu gosto por ele. No quinto set ele parecia que ia perder e Nadal ficou perto da vitória. Mas a reação veio, as jogadas davam certo para Djoko que cansado, assim como seu oponente, conseguiu a vitória, depois de 5 horas e 53 minutos. Seis horas.

Seis horas sem desistir, jogando até o último, tentando fazer todas as jogadas darem certo. Djokovic venceu mais uma, para a sua alegria, de todos que torcem por ele, assim como eu. Nadal ficou em segundo, infelizmente. Merecia tanto quanto Djoko a primeira colocação. Mas no final, um jogão, uma partida digna dos dois melhores tenistas do mundo. Antes Federer, agora Djokovic. Isso é tênis.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Dois lances que farão história na Premier League

Ontem eu presenciei um dos jogos que fez, com certeza absoluta, a história dessa edição da Premier League. Manchester City e Tottenham Hotspur foi um jogo morno e cansado no primeiro tempo. Tanto que esqueci dele na volta do intervalo e acompanhei até o jogo do Milan x Novara até o final da primeira etapa. Quando voltei já estava um a zero para o City. Pouco tempo depois, para o lamento de um admirador dos spurs, Lescoot marcou mais um num lance bobo. Depois, a reação do Tottenham. Surpreendente.

Savic falhou, Defoe não joga presente fora e diminuiu. O gol fez o City diminuir o ritmo. Pouco depois, com Lennon fazendo jogada pela esquerda, passe para Bale que de primeira, acertou um lindo e fantástico chute sem chances para Hart. Na hora falei: - Golaaaaaço! O jogo seguiu e para quem chegou a perder de dois, o empate estava ótimo. Mas no final viria a surpresa. Dois contra um, Bale – como de costume – corre com toda a sua velocidade até a linha de fundo deixando Savic para trás, cruza para Defoe...

O inglês corre, alcança, mas não o suficiente para jogar para o fundo das redes. A bola incrivelmente vai para fora, passando ao lado da trave, - fazendo qualquer torcedor dos Spurs e dos Red Devils se remoer todo - o gol que levaria os spurs à vice-liderança provisória, deixando o mesmo City há dois pontos de distância e ajudando também o Manchester United. A falta de sorte dos londrinos virou azar declarado numa falta boba de King em cima de Balotelli dentro da área. Pênalti que o mesmo converteu em gol, para alegria do City que tomou um susto, mas teve sorte de campeão.

Presenciei um jogo memorável, mesmo que apenas o segundo tempo, espetacular, com lance à altura no final do jogo, por mais que eu não tenha sorrido tanto, mas isso é o futebol.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Premiação da Bola de Ouro da FIFA

Lionel Messi é mais uma vez o melhor jogador do mundo. Pelo terceiro ano consecutivo. Alguma surpresa? Nenhuma. Porém, o fato é que a diferença para Cristiano Ronaldo, neste ano que passou é mínima, isso em campo, pois na porcentagem dos votos, Messi teve mais da metade se comparado à Ronaldo.

O gajo português fez gol a beça na temporada passada e ainda mantém essa marca. Messi não fica muito atrás, mas, conta com um elenco mais entrosado e com Xavi – outro que figurou entre os três primeiros – Iniesta, Villa, Puyol, Piqué, Fabregas e Guardiola no comando do time, convenhamos que não fica muito difícil para o argentino superar o português que fez o gol da única vitória madrilista nos acréscimos da Copa do Rey, mas que ainda falta brilhar num jogo decisivo.

Ou seja, para Messi é mais fácil que para Cristiano Ronaldo, no entanto, Ronaldo não brilha, decide, arranca aplausos numa “final”. E Xavi? Bem, o cara é o cérebro do Barcelona. Sinceramente, não imaginava que ele um dia chegaria a ter esse status, mas depois de ser o motor da Espanha campeã na Eurocopa 2008 e na Copa 2010 e porque Messi ainda vai ganhar mais “Bolas de Ouro”, acho que neste ano, o prêmio deveria ir para ele que sustenta e muito o futebol do argentino que na minha opinião, superará Maradona no final da carreira, mas com uma condição: Tem que fazer milagres na seleção argentina e no mínimo, levá-la até uma final de Copa.

A seleção do ano escolhido pela FifPro é quase perfeita, com a exceção de um jogador: Sérgio Ramos. Não que ele não mereça, mas colocar um lateral direito/zagueiro na lateral esquerda é o fim da picada. O futebol pode até estar carente nessa posição, no entanto, nada justifica fazer isso. A seleção escolhida foi: Casillas, Daniel Alves, Piqué, Vidic e Sérgio Ramos; Xavi, Xabi Alono, Iniesta; Messi, Rooney e Cristiano Ronaldo.
Lionel Messi conquista pela terceira vez a Bola de Ouro da FIFA FOTO: Getty Images
Outro fato dessa Bola de Ouro da FIFA é a unificação do prêmio de Melhor Jogador do Mundo FIFA e da Bola de Ouro da Revista France Football. Desde 1991, pode-se dizer que dois jogadores foram “melhores do mundo” no mesmo ano e jogadores como Schevchenko, Nedved, Owen, Mathias Sammer, Stoichkov e Jean-Pierre Papin teriam seus nomes na galeria, desbancando alguns brasileiros e duas conquistas de Zidane.

E a Marta? Olha, pra quem esperava que ela seria “invencível” no quesito melhor jogadora do mundo, enganou-se e uma japonesa (quem diria) a superou. Apareceu do nada e já levantou uma taça para a seleção, algo que Marta ainda falta conseguir. Isso reflete na importância que a CBF dá ao futebol das meninas. E a declaração da jogadora Thaís, ex-Santos dizendo que “um time como o Santos que tem 3 milhões para pagar o Neymar e não tem 1% do salário dele para fazer com que o futebol feminino cresça” mostra a realidade. A CBF não apóia, o principal time acaba e para continuar a jogar, tem que ir para a Coréia do Sul, como é o caso da Thaís.

O vencedor de melhor técnico para Guardiola nem precisa ser comentado. É o mesmo que foi dito para Messi, para Xavi e para o Barcelona de modo geral. Campeão da Liga dos Campeões em cima do Manchester United e campeão do mundo já diz tudo. O Manchester, que é para mim a segunda melhor equipe do mundo no momento, apesar de ter passado por alguns momentos difíceis nessa temporada, como a eliminação na fase de grupos da Champions – teve Sir Alex Ferguson vencendo o Prêmio Presidencial da FIFA pela contribuição ao futebol, muito pelos seus 25 anos sendo técnico de uma mesma equipe.

O gol mais bonito não foi de Messi, nem de Rooney foi de Neymar, o gol foi lindo, partiu do meio-campo, tabelou, driblou mais um e marcou. Rooney disse que ficou perplexo. Prefiro gols assim que os de bicicleta, voleio, etc., apesar que o do camisa 10 do Manchester United foi especial e fantástico. No entanto, os três “craques” tiveram seus gols entre os três melhores, mas não que merecessem. Teve muito gol mais bonito de jogador “comum” que não apareceu, mostrando que jogador mediano, em liga “pequena”, pode fazer maravilhas, mas não tem vez.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Comparação de Clubes Brasileiros com Grandes Clubes Europeus

Leitores do blog Success Fussball, apresento neste post uma pequena bobeira, que eu sempre imagino e penso e que tem certa razão, ao menos na minha opinião. Não é nada demais, é só uma Comparação de Clubes Brasileiros com Grandes Clubes Europeus que terá uma explicação ao lado, seja ela por títulos, ligações entre ambos os clubes, jogos um contra o outro ou estilo de jogo no momento. Cada grande clube brasileiro ligado à um grande clube europeu. Alguns podem discordar, em alguns até eu mesmo não fui totalmente convicto de que seria exatamente aquilo, mas digo, a ligação varia de estado com país, então sem reclamações do tipo "o Santos é o Barcelona na América", pois São Paulo tem quatro grandes times, e fosse preciso pegar um campeonato que tivesse o mesmo de clubes do mesmo nível para comparar. Confira:
Totti poderia ser comparado a Garrincha como grande estrela "solitária" de ídolo, cada um em seu clube. FOTO: Arquivo Pessoal
Palmeiras - Manchester United: Mais por razões da final do Mundial de Clubes entre ambos em 1999 e que os ingleses já colocaram Marcos em pauta para contratação.
Corinthians - Chelsea: Gastadores, na época de Abramovich e Joorabchian, o número de títulos não entra muito em questão.
São Paulo - Liverpool: Final do Mundial de Clubes em 2005, único motivo mais concreto.
Santos - Arsenal: Meninos da Vila dá para comparar com os jovens jogadores de Arsenè Wenger.
Flamengo - Milan: Cor da camisa, grandeza de time, Leonardo já jogou em ambos.
Fluminense - Juventus: Vários títulos estaduais/nacionais, camisa listrada.
Vasco - Internazionale: Grande rival do Milan, bons títulos, volta e meia capenga.
Botafogo - Roma: Muito se fala, mas poucos são os títulos de expressão. Grandes ídolos como Garrincha e Totti, respectivamente.
Cruzeiro - Barcelona: Cruzeiro não gasta tanto, revela alguns, tá jogando um futebol bonito, mas não que se compare tanto ao do poderoso Barcelona.
Atlético-MG - Real Madrid: Gasta muito e vence pouco. O campeonato é o que mais chega perto, onde só os dois mandam, o América-MG representaria todos os outros do espanhol.
Internacional - Bayern de Munique: Bastante prestígio, cor da camisa, vários títulos estaduais e internacionais.
Grêmio - Schalke 04: Schalke e Bayern não são rivais diretos, porém, é o que se aproxima mais, tanto pela cor da camisa, quanto por ver o rival vencer.
Atlético-PR - Porto: Tem a mesma comparação de títulos, a cor não tem muito a ver mas, ambos têm subido de popularidade nos últimos anos. 
Coritiba - Benfica: Maiores vencedores estaduais/nacionais, mais famosos em seus lugares e com mais história.
Paraná - Sporting: Emergentes. Três lá e três aqui, três aqui e três lá. 

domingo, 17 de abril de 2011

1º Jogo - Real Madrid 1 x 1 Barcelona - Opinião

Primeiro jogo entre as quatro partidas que as duas maiores equipes da Espanha farão entre si e o empate que saiu depois do apito do juiz era mais que o esperado por todos. A vitória para qualquer das duas equipes, como definiu Paulo Calçade, definiria muita coisa nos próximos jogos que realmente importam para as duas equipes, sendo um o título da Copa do Rey e outro a semifinal da Champions League. Se o Barcelona ganhasse e jogando como joga, o Real poderia jogar a toalha de vez, não por vontade própria, mas sim porque os ânimos não seriam os mesmos, até porque, no primeiro jogo das duas equipes nesta temporada a vexatória derrota por 5 a 0 ainda é presente na cabeça merengue.

Não assisti ao jogo entre as duas equipes. Fiquei surpreso e boquiaberto quando vi que estava um a zero para o Barcelona. Como o Real permitira isso? Depois, também de pênalti Cristiano Ronaldo deixou - assim como Messi, a sua marca na partida. No final, o empate foi bom para os ânimos das duas equipes. Pense uma repetição dos 5 a 0 que o Barcelona deu no primeiro turno? Ou então, uma devolução daquele resultado. Ai se o Real fosse capaz. Mas o troco seria dado com muito prazer com a vitória na Champions League que além de tirar a equipe catalã da final, poderia ganhar pela décima vez a maior competição de clubes do mundo.


Guardiola e Mourinho se cumprimentando: um usou o de sempre, enquanto outro usou a equipe mais "recuada" FOTO: EFE
Contudo, depois da partida, como sempre faço, vou no uefa.com e confiro as escalações das equipes e dessa vez, o que me deixou revoltado foi ver que José Mourinho foi covarde, ou seja, qual for a estratégia que ele pensa, pensou em usar ou sempre usa em jogos como esse, mas para mim, foi covarde e desnecessário. "Mou" escalou a equipe num 4-3-3 com três volantes e sem Ozil armando as jogadas. Mas, para quem acha que ele colocou Lassana Diarra no meio campo, engana-se. O português, pensando em bloquear as investidas do Barça, colocou nada mais que Kléper, ou como todos nós conhecemos Pepe. O camisa três quebra tudo, quebra todos fez bem o seu papel, mas quem entrou em seu lugar não.

Bem feito para Mourinho. Ver Kaká no banco, mesmo que em má fase já é ruim, pior é ver Ozil, seu "substituto - titular" (que vá tudo junto e misturado) ao seu lado no banco de reservas. Se quando Carvalho ou Pepe não jogam a solução é passar Sérgio Ramos para a zaga, desta vez, Albiol jogou. Tudo bem que ele jogou as últimas três partidas do Real os 90 minutos e é um jogador que eu gosto e admiro, entretanto, ele foi o cara que "entrou" no lugar de Ozil e que mudou todo o esquema original de José Mourinho.

No gol do Barcelona é que Mourinho deve ter pensado bem no que ele fez. Mesmo que Pepe tenha ajudado na marcação, jogando no meio campo e assim conseguiu parar o Barcelona, foi Albiol que estragou tudo fazendo um pênalti infantil em David Villa. O pênalti originou no gol do Barcelona e na expulsão do zagueiro que deixou o Real com um a menos. No final, Ronaldo empatou num pênalti meio suspeito, mas que se não fosse marcado, seria mais assunto que se fosse, por mais que não valeria muito, porque o primeiro real confronto será nesta quarta feira na final da Copa do Rey.
Messi comemorando o gol na partida, mais um na temporada FOTO: EFE
Se jornais da Catalunha falaram que Mourinho armou a equipe como se fosse um time pequeno, podem até ter razão. Guardiola fez o contrário, ou melhor, nada fez. Escalou como sempre, a equipe titularíssima. Valdés, Daniel Alves, Puyol, Piqué e Adriano (melhor opção que Maxwell, que é sondado pelo Milan). Xavi, Busquets e Iniesta no meio. Inútil a contratação de Mascherano e de tão estrelado, poderia estragar a equipe se contratassem Fabregas. Messi, Villa e Pedro. Percebam que Busquets e Pedro da base dão um equilíbrio, tirando possíveis várias estrelas.

Prova é que o Barça não ganhou nada quando tinha Messi, Eto'o, Ronaldinho e Henry no elenco na temporada 2007/08. Ficou nas semifinais da Champions perdendo para o Manchester, em terceiro lugar atrás do Villarreal no espanhol e não conquistou a Copa do Rey. Na última temporada, trocou Eto'o por Ibraihmovic da Inter de Milão e perdeu na Champions para o mesmo, levando o troco do camaronês. Se os milhões gastos em Mascherano não deram certo e o Barça era ótimo quando tinha Giuly no trio de ataque, assim como tem Pedro hoje, sem "uma terceira estrela" está mais que comprovado que um time cheio de estrelismo não é a melhor opção. E a prova está no maior rival que estragou Kaká.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Palmeiras vence, convence e quer manter uma boa regularidade

Na vitória de ontem do Palmeiras por 4 a 0 sobre o Uberaba, o time de Luis Felipe Scolari eliminou o jogo da volta na Copa do Brasil. No entanto, o largo placar animou os torcedores que estão felizes com o desempenho da equipe neste ano. Em 16 partidas oficiais neste ano, o verdão já venceu onze vezes, sendo oito delas no campeonato paulista. No pior momento, a equipe perdeu para o Corinthians com o campo a seu favor e mesmo vencendo o Americana pela vantagem mínima e empatou três vezes seguidas. Neste meio tempo, não conseguiu anular o jogo de volta na Copa do Brasil, mas vencendo por 5 a 1 o Comercial no jogo de volta.

Para seguir com uma boa regularidade o time depende totalmente de Kléber e Valdívia. Os dois jogadores são as peças chaves do elenco palmeirense. Sem os dois a equipe fica carente e a dupla Luan/Lincoln que seriam naturalmente reservas dos dois, tem condições de serem escalados juntos formando um bom quarteto que teria a raça de Kléber, a agilidade de Valdívia, a técnia de Lincoln, porém, careceria de um camisa nove que Luan não é. O jogador ex-Toulouse é mais um winger, ou seja, praticamente a mesma posição do Cristiano Ronaldo, Nani, Robben, Messi, não um atacante, mas nem um meia de armação e sim um extremo, no caso esquerdo.

Hoje sem foto, mas com o vídeo dos gols da vitória palmeirense de 4 a 0 sobre o Uberaba.

O autor dos dois primeiros gols da partida de ontem, Luan não é um camisa nove e no meio do ano, encerrará seu contrato de empréstimo. Todavia, no lugar de Luan, a equipe terá a chegada de Maikon Leite que já tem um pré-contrato e mesmo com o arrependimento do Santos, o atacante jogará no Palestra Itália. Ele exerce a mesma função que Luan. Todos sabem que o Palmeiras que precisa de um camisa nove, jogador mais pedido pelo técnico Felipão, no entanto, a diretoria não tem condições de comprar um. Miguel da base é muito novo para tal condição e o jeito é apelar para Kléber fazer o papel de ponta de lança e centro-avante. Com sete atacantes, Kléber ainda necessita de um parceiro e mesmo que não seja a opção de Felipão, Luan (e quem sabe depois Maikon Leite) é hoje esse parceiro. Restam os recém-contratados Adriano e Max Santos, os jovens Miguel e Vinicius e o machucado Dinei.

No restante da equipe, o Palmeiras tem um bom grupo, sem grande destaque para a zaga e com problemas táticos. Qual seria o esquema ideal para o Palmeiras, um 4-4-2 com dois meias e dois volantes, 4-3-1-2 com três volantes e Valdívia como meia de armação, 4-2-3-1 somente com Kléber no ataque e com três meias ou o inverso com três volantes e dois meias? Ainda falta definir. Na partida de ontem, Felipão jogou no 4-4-2 com Marcos Assunção e Chico de volantes, Valdívia e Patrik no meio e Luan e Kléber (autores dos quatro gols, dois para cada um) no ataque. Com Lincoln voltando de lesão, entraria no lugar de Patrik para aí sim mostrar para que veio ao Palestra.

Muitos torcedores criticam o rendimento de Márcio Araújo e Rivaldo. Os dois que jogaram improvisados nas laterais, estão sempre no time titular de Felipão, mas já passaram da hora de estarem no banco. Com o jovem Gabriel Silva e o recém-contratado Chico, as coisas com certeza melhorariam no time palmeirense. Thiago Heleno que chegou do Corinthians onde mostrou um horrível futebol tem jogado bem no verdão e deve ser o titular na zaga do técnico. Famoso por revelar grandes goleiros, o Palmeiras não tem problemas em relação à isso, somente as frequentes contusões do goleiro Marcos que volta e meia está no DM, mas que quando joga, merece sempre ser titular.

No final, resta saber até onde vai essa equipe palmeirense. O maior salário está no banco, Felipão sabe disso e por enquanto, mesmo sem um camisa nove tentará mostrar que a equipe pode sim ser vencedora, ao menos na Copa do Brasil, que é em jogos de mata-mata, especialidade do técnico e aidna, cujo qual venceu em 98 com o verdão. Abaixo o time ideal do Palmeiras.

E os reservas:

Deola
Luís Felipe
Maurício Ramos
Leandro Amaro
Andrade
Tinga
Pierre
Márcio Araújo
Patrik
Max Santos
Adriano 

E ainda: Bruno, João Victor, Bruno Turco, Rivaldo, 
Jean, Miguel, Vinicius, Dinei

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Mário Bolatti sobe, Celso Roth desce

A torcida elegeu o culpado da perda do Mundial de Clubes, em 2010, ainda no dia da eliminação para o Mazembe: Celso Roth. Que ele teve sua parcela de culpa, isso é verdade. Mas, ele não está sozinho nessa. Ontem, mesmo goleando o Jaguares, em casa, por 4 a 0, a massa vermelha vaiou incessantemente o treinador. Roth sempre sofreu com a intolerância das torcidas dos clubes pelos quais passou. Mesmo quando tudo parecia que se encaminharia para uma relação de unidade entre as partes, sempre houve o ponto de desequilíbrio, que iniciou a avalanche. Foi assim no Grêmio. Segue assim no Inter.
Mário Bolatti já contabiliza três gols na Libertadores e é o grande nome do Inter nesse começo de Libertadores. FOTO: Vipcom
O comandante do Colorado passou de um técnico mediano para um de nome. E o motivo é auto justificável: a conquista da Taça Libertadores da América. Entretanto, a desconfiança esteve sempre presente nas rodas de conversa, num botequim, lanchonete... Será que ele pode realmente ser considerado um campeão das Américas? Será que, se ele não tivesse assumido o time nas quartas-de-final, ele teria alcançado o título? A minha opinião é a de que não. Basta analisar postura de Roth diante da campanha no Brasileirão. Durante a Libertadores, tudo se encaminhou bem no nacional. Mas, quando o torneio continental se encerrou, surgiram as desculpas de que os titulares mereciam ser poupados. Até certo ponto, verdade. Mas, quanto mais se aproximava o Mundial, mais a justificativa seguia sendo usada. E, nisso, jogadores como Tinga – que tem dificuldades para manter a forma física ideal, ou próxima dela – iam tendo, cada vez mais, dificuldades para se preparar.

Se houve ou não interferência da diretoria nas decisões do treinador, Roth deveria ter dito. Talvez após o Mundial (para poder, pelo menos, disputá-lo sem, antes, ser demitido), mas já deveria ter revelado. A verdade é que, ou o professor impõe seu pensamento e modo de trabalho - como os técnicos de nome fazem -, ou ele terá comprovado a teoria de que se aproveitou do trabalho feito por Jorge Fossati na Libertadores e que, como dizem por aí, desceu do céu ao inferno.

* Matéria original escrita por Guilherme Mello, no blog www.tirandodeletrafc.blogspot.com
Abaixo, continuando a seção que começou com o Corinthians, a formação ideal do Internacional para esta temporada, melhor de se fazer com a numeração da Libertadores da América.

4-1-2-1-2 com o meio campo em losango
 Reservas:

Lauro
Daniel
Sorondo
Juan
Rodrigo
Andrezinho
Glaydson
Wilson Matias
Oscar
Leandro Damião
Alecsandro

E ainda: Muriel, Dalton, Zé Roberto, Alex

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Sai Roberto, entra Fábio e um Corinthians sem Ronaldo

Quando vi a notícia, de que o Sport Club Corinthians contratou o lateral esquerdo Fábio Santos do Grêmio para a reserva de Roberto Carlos, pensei: - Para que o Corinthians quer um lateral para ser reserva do melhor lateral do mundo nos últimos tempos e que fez um brilhante campeonato temporada passada (ganhando a bola de prata) e que já tinha um reserva? Ainda mais que era o Fábio Santos, bom lateral e que tinha titularidade garantida na ótima equipe do Grêmio, mesmo com Lúcio que joga no Olímpico no meio de campo.

Pois bem, o Corinthians foi eliminado mais uma vez da Libertadores, mesmo que dessa vez tenha sido diferente, na pré-libertadores e para a equipe do Tolima. A torcida corintiana caiu junto com a equipe e o resto do Brasil riu com a pífia participação da equipe paulista na competição. Junto com a eliminação, veio a revolta dos torcedores (se é que dá para chamar assim quem quebra ônibus, quer bater nos jogadores e muitas outras coisas) que queria explicações para tal feito hediondo.


Fábio Santos com certeza não será deixado de lado com os dois gols no clássico. FOTO: Agência Estado
Com a eliminação e a revolta, Roberto Carlos não gostara nada disso e junto com a aposentadoria de Ronaldo (que cá entre nós, deveria ter aposentado temporada passada, porque todos nós sabemos que seria mais que impossível o Corinthians chegar às semifinais da maior competição da América), aproveitou para ir para a desconhecida equipe do FC Anzhi, que há dois anos estava na segunda divisão da liga Russa. Junto com ele foi o volante Jucilei, que se um dia já foi convocado por Mano Menezes, agora ganha seus trocados na fria Rússia, e fica mais difícil jogar pelo país. Ao menos não terá a oportunidade de se naturalizar russo.

Com Marcelo Oliveira não correspondendo na vaga deixada por Roberto Carlos, sobrou a oportunidade para Fábio Santos. O jogador de 25 anos, não desperdiçou e agarrou a titularidade marcando dois gols no clássico contra o Santos. No primeiro, um golaço de falta sem chances para o goleiro e no segundo, teve a responsabilidade de bater o pênalti que desempatara o clássico, dando a vitória para o Corinthians com mais um golaço de Liédson por cobertura.

Com Fábio Santos garantido na vaga de Roberto Carlos, e com a vaga de Jucilei praticamente acertada, além de Liédson no ataque para o lugar de Ronaldo, aposentado, a equipe titular do Corinthians, e mesmo que possam ser contratados mais jogadores do mesmo jeito que sair, (o que com certeza acontercerá no mal organizado futebol brasileiro) na minha opinião onze inicial do Corinthians teria que ser assim:

E os reservas:

Rafael Santos
Diego Sacoman
Wallace
Leandro Castán
Moacir
Morais
Moradei
Marcelo Oliveira
Danilo
Jorge Henrique
Edno