terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Outros Times Franceses

Auxerre

Disputando a Liga dos Campeões, a equipe lutou para não cair ano passado, mesmo ficando em nono no final.. Saíram duas peças fundamentais, Pedretti e Birsa e ninguém de grande relevância entrou, além de Cissé ex-Marselha. Pode surpreender novamente.

Lorient

Com as saídas de Gameiro, Amalfitano e Morel o Lorient gastou 3 milhões pelo atacante Monet-Pacquet, 2 milhões pelo meia Coutadeur e nada pelo lateral Mareque, além de Tristan Do e Pedrinho. As saídas foram supridas e a missão é a Liga da Europa.

Rennes

Conquistou uma vaga na Liga Europa e gastou 8,5 milhões para contratar o zagueiro Chris Mavinga e os meias Pitroipa e Féret, além do também meia Pajot. No gol, saíram Carrasso e Douchez, além do meia Marveaux. O elenco é bom para ir bem no francês.

Saint-Etienne

O time dez vezes campeão francês ficou em décimo na última temporada e por 10 milhões perdeu o atacante Payet. Para seu lugar chegaram por empréstimo Sinama-Pongolle e Aubameyang. Ruffier veio por 3 milhões para o gol e Clement custou 1,8 pago ao PSG.

Sochaux

A vaga na Liga da Europa foi conquistada e agora resta ir bem na competição. Por empréstimo chegou o zagueiro Mouyokolo e 2 milhões por Corchia. Roudet chegou de graça para o time que tem o meia Carlão ex-Corinthians. Destaque para Martin.

Toulouse

A equipe terminou em oitavo e mesmo assim fez modestas contratações. Trouxe para a defesa o tunisiano Abdennour e o sérvio Ninkov. O turco Bulut custou 3,8 milhões, mas deverá ser reserva de Riviere que custou 6 milhões, proveniente do Saint-Etienne.

Ajaccio

O time da ilha de Córsega retorna à Ligue 1. Trouxe bons jogadores, como o brasileiro Ilan, o meia Sammaritano e o titular do México, o goleiro Ochoa.

Brest

Livrou-se do rebaixamento e isso já está de bom tamanho. Trouxe Makonda , Hartock do Lyon, Zebina ex-Juventus e Brescia. Luta para não cair.

Caen

O Caen não caiu e lucrou 7 milhões com a venda de El-Arabi para a Arábia. Trouxe Frau para seu lugar, além de Vandam, ambos do Lille.

Dijon

O time da capital Borgonha estreia na Ligue 1, após ser fundada em 1998. Chegou a semifinal da Copa da França e trouxe o japonês da seleção Matsui.

Évian Thonon Gaillard

Nasceu em 2007 na fusão de dois clubes. Mudou de nome, subiu da quarta para a primeira divisão em 4 anos e trouxe Wass, Mensah e Govou.

Montpellier

Perdeu Spahic, mas trouxe Hilton e Bedimo (2 milhões). Quinto em 09/10 ficou perto do descenso na última temporada. Tem elenco para mais.

Nancy

Há três anos na zona do agrião, o Nancy não fez nenhuma grande contratação e nem perdeu ninguém relevante. Tem um elenco mediano para fraco.

Nice

Livrou-se da Ligue 2 porque o Monaco não venceu o Lyon na última rodada. Trouxe os meias Meriem, Abriel e Digard, formando um bom time.

Valenciennes

Há cinco anos na primeira divisão, nunca terminou acima da décima colocação. Perdeu o zagueiro Bisevac e os destaques são africanos de seleção.

Bordeaux

Perdido no tempo

Bordeaux acabou com a sequência de títulos do Lyon, chegou as quartas da Champions e ficou nisso

Quando Juninho Pernambucano marcou seu penúltimo gol no campeonato francês sacramentando a vitória do Lyon em Marselha sobre o Olympique, em 16 de maio de 2009, o Bordeaux sorria. Com a vitória sobre o Le Mans, ficava três pontos à frente do adversário há duas rodadas do fim conquistando no final, o título francês. Se o Bordeaux devia ao Lyon, pago foi quando este o venceu nas quartas de final da Liga dos Campeões na temporada seguinte.

Enfraquecido, o Bordeaux espera surpreender nesta temporada FOTO: AFP
Entretanto, ficou só nisso e o Girondis, como também é chamado, ficou em sexto na temporada que jogou a Champions e em sétimo na última, não conseguindo nenhuma vaga européia. De lá para cá, Diawara, Obertan em 2009, Chamakh e Gourcuff (as principais perdas) em 2010 e agora Wendell, Diarra e Fernando (além de Cavenaghi no começo do ano) saíram.

Nas outras temporadas, alguns milhões foram gastos na contratação de alguns destaques de equipes menores do francês, todavia, nesta temporada, além da volta de vários jogadores emprestados, a diretoria trouxe somente o meia Landry N’Guemo que jogou a última copa por Camarões. Pouco para quem precisa de muito. N’Guemo deverá compor o meio campo com Plasil e o tunisiano Ben Khalfallah. Jean tigana não aguentou a má temporada e foi substituído por Francis Gillot.

ELENCO
16 Cédric Carrasso
30 Kevin Olimpa
21 Mathieu Chalmé
02 Michael Ciani
03 Henrique
06 Lamine Sané
27 Marc Planus
15 Vujadin Savic
23 Florian Marange
28 Benoit Tremoulinas
18 Jaroslav Plasil
07 Landry N’Guemo
24 Abdou Traoré
26 Grégory Sertic
08 F. Ben Khalfallah
10 Jussiê
19 N. Maurice-Belay
09 Yoan Gouffran
11 David Bellion
14 Cheik Diabaté
20 Henri Saivet
22 Anthony Modeste
32 Emiliano Sala

TÉCNICO
Francis Gillot

TIME-BASE
Mandanda, Azpilicueta, Diawara, N’Kolou e Traoré; Cheyrou e Diarra; Lucho, Valbuena e Ayew; Gignac

PRINCIPAIS TÍTULOS
06 Nacionais
03 Copas da França

Paris Saint-Germain

Paris reformulada

Dinheiro do Qatar e a entrada de Leonardo na direção do PSG, fez a equipe “comprar a rodo”

Se na Espanha o Málaga foi o “vilão” da vez, na França, o PSG é a equipe que vêm a ser investida com dinheiro do Qatar. A Qatar Sports Investiment do presidente Nasser Al-Khelaifi comprou 70% das ações da equipe parisiense. Robin Leproux foi destituído da presidência e viu Al-Khelaifi trazer Leonardo para ser diretor de futebol do clube.

Leonardo executava essa função no Milan, antes de ser técnico e junto a isso, a França também não é nenhuma novidade para o ex-meia que jogou no PSG. Com as aposentadorias de Makelelé e Coupet, as saídas de Giuly e Clement, e as menos expressivas Makonda e Sankhare, Leonardo foi às compras sob a batuta dos investidores e gastou em oito contratações.
Pastore, a contratação mais cara da história do francês FOTO: Reuters
Uma delas foi extremamente cara e com o passar dos anos, veremos se valerá a pena. Pelo “Ganso argentino”, foram pagos 42 milhões de euros ao Palermo. Estamos falando de Javier Pastore cujo futebol muitos grandes como Chelsea e Juventus queriam. Dias depois, também do Palermo veio o goleiro Salvatore Sirigu por 3,5 milhões. O italiano deixará Douchez (que chegou de graça) no banco.

Com dinheiro o PSG correu atrás da revelação Kevin Gameiro que jogava no ascendente Lorient, ao qual foram pagos 11 milhões. Gameiro deverá ser titular e jogará com os também selecionáveis meias Jérémy Menéz que veio da Roma custando 8 milhões e o volante Blaise Matuidi custando dois milhões mais caro do Saint-Etienne. Pensando em arranjar uma disputa saudável pela titularidade na zaga, 3,5 milhões foram pagos ao Valenciennes pelo sérvio Milan Bisevac. Mohamed Sissoko estava descontente na Juventus e por 7 milhões lutará por uma vaga com Matuidi, Bodmer e Chantomé. Da crise no Fener saiu Lugano custando 3,5 milhões. Resta saber se os quase 89 milhões gastos trarão resultados.

ELENCO
30 Salvatore Sirigu
01 Nicolas Douchez
02 Ceará
26 Christophe Jallet
15 Diego Lugano
04 Milan Bisevac
03 Mamadou Sakho
06 Zoumana Camara
22 Sylvain Armand
05 Siaka Tiené
14 Blaise Matuidi
12 Mathieu Bodmer
20 Clement Chantôme
23 Momo Sissoko
27 Javier Pastore
07 Jéremy Menéz
10 Nenê
29 Neeskens Kebano
19 Kevin Gameiro
25 J. C. Bahebeck
08 Peguy Luyindula
09 Guillaume Hoarau
11 Mevlut Erdinç

TÉCNICO
Antoine Kombouaré

TIME-BASE
Sirigu, Ceará, Sakho, Bisevac e Armand; Matuidi e Bodmer; Menéz, Pastore e Nenê; Gameiro

PRINCIPAIS TÍTULOS
02 Nacionais
02 Copas da França

Lille

Sem ser surpresa

Lille vence o campeonato após 57 anos de jejum, porém, isso não foi uma grande surpresa na França

Evoluindo a cada ano, o Lille chegou ao tão almejado objetivo. Após ficar em 7º, 5º e 4º, a cada temporada que passava, na última levantou a taça superando Marselha e Lyon. A segunda colocação em 2004/2005 foi superada e assim conquistou seu terceiro título do francês. E não ficou somente nisso, já que o LOSC venceu também a Copa da França sobre o PSG. O técnico Rudi Garcia conquistou seu primeiro título de expressão na carreira.

Passado o ano vitorioso do Lille, Garcia espera repetir o feito da última temporada e mais: passar das oitavas de final da Liga dos Campeões, superando 05/06, quando foi eliminado pelo Manchester United. Nesta edição da Champions, não irá contar com alguns titulares. Gervinho foi para o Arsenal por 12 milhões, Cababye para o Newcastle e Rami para o Valencia, cada um por seis milhões e Emerson para o Benfica por 2,5 milhões de euros, completa os quase 27 milhões de euros que entraram no clube.
Hazard, a estrela do time FOTO: AFP
As saídas foram significativas, mas as contratações foram muito bem feitas. Ronny Rodelin (Nantes), Benoite Pedretti (Auxerre) e Marko Basa (Lokomotiv) custaram 1,5 milhões cada e substituíram as saídas. Somente Emerson não foi reposto, mas o setor poderá ter a improvisação de Bonnart, lateral direito que estava no Monaco.

Ainda querendo mais e com dinheiro no bolso, Dmitri Payet, atacante revelação ex-Saint-Etienne custou 10 milhões e formará a dupla de ataque com o artilheiro Sow que fez 25 gols na última temporada. Enyeama (que não deixou Messi marcar na Nigéria na última copa) veio de graça para o lugar de Butelle e 500 mil euros fizeram o bom zagueiro tcheco Rozehnal permanecer no clube. Com as saídas supridas, o Lille tem tudo para fazer uma temporada melhor que a última, indo bem na Liga dos Campeões e conquistando o bicampeonato francês.

ELENCO
01 Mickael Landreau
16 Vincent Enyeama
21 Laurent Bonnart
02 Mathieu Debuchy
25 Marko Basa
14 David Rozehnal
22 Aurélien Chedjou
06 Pape Souaré
18 Franck Béria
03 Lucas Digne
24 Rio Mavuba
17 Benoit Pedretti
04 Florent Balmont
05 Idrissa Gueye
26 Joe Cole
10 Eden Hazard
11 Ludovic Obraniak
07 Dmitri Payet
08 Moussa Sow
09 Túlio de Melo
19 Gianni Bruno
27 Ireneusz Jelen
20 Ronny Rodelin

TÉCNICO
Rudi Garcia

TIME-BASE
Landreau, Debuchy, Basa, Rozehnal e Souaré; Hazard, Mavuba, Pedretti e Obraniak; Payet e Sow

PRINCIPAIS TÍTULOS
03 Nacionais
01 Copas da França

Olympique de Lyon

Não é o mesmo

Depois de reinar por sete anos, a saída de Juninho Pernambucano fez do Lyon um time normal

No último ano de Juninho Pernambucano o Lyon já mostrava fraqueza e a cada ano que passa, todos o olham como um time normal. Não tem mais aquele favoritismo que tinha anos atrás e hoje está no mesmo nível que outro Olympique: o de Marselha. Talvez nem isso, já que o Lille além de ser o atual campeão, contratou super bem. Se o Bordeaux não é o mesmo que foi campeão duas temporadas atrás, o Paris Saint-Germain aparece como outra pedra no caminho do título.

Nesta temporada, a principal alteração do time foi no banco. Depois de transformar o Lille no que ele é hoje Claude Puel levou o Lyon até a inédita semifinal da Champions e só ficou três temporadas sem sucesso e título, gráças ao presidente Jean Michel Aulas. A torcida já queria a cabeça de Puel pelos maus resultados e estilo de jogo. Demorou mas, foi demitido um ano antes de seu contrato acabar.
Cris já não tem o mesmo prestígio FOTO: AFP
Agora, quem será incumbido de resgatar os bons tempos do Lyon é Remi Garde. Atuando pela primeira vez como técnico, Garde era observador/assistente de Paul Le Guen, Gerrard Houlier e também de Puel. Esteve ao lado dos técnicos vitoriosos do elenco e do ostracismo de Puel. Encerrou a carreira no Arsenal antes de jogar no Strasbourg e nove anos no Lyon. Para não correr o risco de pagar multa, assim como aconteceu com Puel, a aposta de Aulas assinou contrato de um ano.

Entretanto, o dinheiro gasto com Gourcuff e Briand na última temporada fez o elenco ficar completo. A única grande saída foi Jeremy Toulalan que aceitou a boa grana que receberá no novo todo poderoso Málaga saindo por 10 milhões. O empréstimo do zagueiro Dhiakaté encerrou e com as contusões de Cris e Mensah, 2 milhões foram gastos para trazer o burquinense Bakary Koné ex-Guingamp. O substituto de Toulalan vem de um lugar que está dando frutos no Lyon: a base. Gonalons é a próxima aposta e tem a sombra de Grenier como primeiro volante da equipe. Falta Gourcuff pagar o dinheiro que foi investido nele.

ELENCO
01 Hugo Lloris
30 Rémy Vercoutre
13 Anthony Reveillére
14 Mouhamadou Dabo
02 Lamine Gassama
03 Cris
05 Dejan Lovren
04 Bakary Koné
26 John Mensah
20 Aly Cissokho
12 T. Kolodziejczak
15 Gueida Fofana
21 Maxime Gonalons
22 Sidy Koné
08 Yohann Gourcuff
06 Kim Kallstrom
07 Clement Grenier
10 Ederson
11 Michel Bastos
09 Lisandro López
17 Alexandre Lacazette
18 Bafetimbi Gomis
19 Jimmy Briand

TÉCNICO
Rémi Garde

TIME-BASE
Lloris, Reveillére, Cris, Lovren e Cissokho; Gourcuff, Gonalons e Kallstrom. Ederson, Lisandro e Michel Bastos

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07 Nacionais
04 Copa da França

Olympique de Marselha

Na forma da raça

Equipe quer o espírito de jogo da final da supercopa quando venceu no fim e de virada o Lille

Antes de começar a temporada, num jogo impressionante, o Marselha mostrou que pode ser melhor que o atual campeão Lille. Na Supercopa da França, de forma incrível o time venceu de virada por 5 a 4 e levantou o seu terceiro troféu deste torneio. O técnico Didier Deschamps, volante campeão pela França em 98, está animado, assim como a torcida que sempre enche o Velódrome. A segunda colocação faz a equipe tentar mais uma vez uma melhor campanha na Champions, competição cujo foi eliminada nas oitavas de final para o futuro segundo colocado Manchester United.

Se a torcida canta “Droit au But”, vamos “Direto ao gol” e falar que o Marselha perdeu grátis algumas peças importantes. O zagueiro Heinze foi para a Roma e o lateral esquerdo Taiwo para o Milan. O volante Cissé saiu para o Auxerre. Hilton continuou na França indo para o Montpellier, diferente de Brandão que voltou ao Brasil para o Cruzeiro.
Rémy, artilheiro do time FOTO: AFP
No entanto, a diretoria foi deu um tiro certeiro nas contratações e supriu bem as saídas. Cissé saiu após a chegada do volante da seleção Alou Diarra que estava no Bordeaux e custou 5 milhões de euros. Heinze e Taiwo foram substituídos por Nicolas N’Koulou, cujo qual foram pagos 3,5 milhões e Djimi Traoré que chegaram do rebaixado Monaco. Do Lorient, chegou o lateral esquerdo Jeremy Morel chegou por 2,5 milhões e o meia Morgan Amalfitano de graça. A custo livre, Gennaro Bracigliano fecha o trio de goleiros da equipe.

Os onze milhões foram bem gastos na recomposição da defesa. A cada temporada, muitos querem contratar o meia Lucho González, grande destaque e líder da equipe. Indo para seu terceiro ano na equipe, seu contrato vai até 2013. O argentino é o armador da equipe junto com Valbuena. O filho de Abedi Pelé, André Ayew comanda o jogo pelas pontas e se Gignac não fizer os gols que o Marselha precisa, Loic Remy marca e assim, a torcida fica feliz e apoia o time na busca do 11º título francês e quem sabe uma boa campanha na Liga dos Campeões.

ELENCO
01 Steve Mandanda
13 Ellinton Andrade
02 César Azpilicueta
24 Rod Fanni
21 Souleymane Diawara
03 Nicolas N’Kolou
26 Jean-Phillipe Sabo
13 Djimi Traoré
15 Jéremy Morel
07 Benoit Cheyrou
04 Alou Diarra
12 Charles Kaboré
17 Stéphane M’Bia
08 Lucho González
19 Morgan Amalfitano
10 A. Pierre Gignac
09 Loic Rémy
20 André Ayew
23 Jordan Ayew
25 Billel Omrani

TÉCNICO
Didier Deschamps

TIME-BASE
Mandanda, Azpilicueta, Diawara, N’Kolou e Traoré; Cheyrou e Diarra; Lucho, Valbuena e Ayew; Gignac

PRINCIPAIS TÍTULOS
10 Nacionais
10 Copas da França

Campeonato Francês

Moderado e mediano

Equipes não têm tanta força e Ligue 1 torna-se equilibrada com a força perdida do Lyon, ficando mediano se comparado ao restante da Europa

Salvo a temporada 2009/10, quando Lyon e Bordeaux se enfrentaram nas quartas de final da Liga dos Campeões e em seguida o Lyon perdera para o Bayern na semifinal, nos últimos quatro anos nenhuma equipe francesa passou das oitavas de final da maior competição de clubes do mundo. Fato que mostra o quanto o campeonato francês está se debilitando.

Se o Olympique de Marselha fora o único campeão do torneio, o Monaco quase alcançou o feito na temporada 2003/04. O time do principado chegou à final passando pelo Lokomotiv de Moscou nas oitavas e pelos poderosos, Real Madrid e Chelsea, antes de perder para o Porto de José Mourinho.

Demorou 57 sete anos para o Lille vencer o francês novamente FOTO: AFP
Nessa mesma temporada, iniciara a oitavas de final na Liga dos Campeões e a presença do Lyon nela. Passou por Real Sociedad, Werder Bremem e PSV, mas era eliminado logo em seguida. Sem tornar o único título francês pouco importante, - conquistado pelo Marselha em 92/93, primeiro ano de UEFA Champions League - países como a Sérvia com o Estrela Vermelha, Romênia que ganhou com o Steaua Bucarest em vitória sobre o Barcelona e a Escócia com o Celtic, venceram o torneio.

Hoje, pouco se espera das equipes francesas na Liga, tornando-as meros figurantes. As três equipes - Marselha, Lyon e Lille - certamente terão dificuldades em seus respectivos grupos. O Marselha tem o Arsenal e Borussia Dortmund, além do multicampeão grego Olympiacos. O Lyon terá que passar por Real Madrid e Ajax e não poderá bobear frente o Dínamo de Zagreb. O Lille tem a Internazionale como grande equipe, mas terá que mostrar se o título na temporada passada não foi somente um acaso, frente o CSKA Moscou e o Trabzonspor.

Lyon vem forte, mas sem a mesma estrela FOTO: AFP
Pensando em acabar com esse marasmo, aparece o PSG. A equipe que conta agora com dinheiro do Qatar, trouxe Leonardo como diretor e gastou 88.500 milhões em contratações. Agora terá a responsabilidade de não decepcionar na Liga da Europa, garantir uma vaga na Liga dos Campeões e até mesmo vencer o francês.

Uma notícia triste para o campeonato foi a queda do Monaco. A equipe do principado, mesmo com um time bom, caiu para a Ligue 2 na última rodada após perder para o Lyon. Com isso, muitas equipes se reforçaram com jogadores vindos da equipe. Foram 17 perdas e quase 20 milhões de euros ganhos com as vendas. É pouco, para a equipe que conta agora com o meia Ludovic Giuly que volta após de participar dos tempos de ouro da equipe.


LIGUE 1

20 EQUIPES
Liga dos Campeões
3 Primeiros
Liga da Europa
Quarto Colocado
Quem Cai
3 Últimos
Desempate
SG, GP, CD e Fair-Play
Televisão
SporTV

TEMPORADA 2010/2011
Campeão
Lille
Artilheiro
Moussa Sow (Lille) 25 Gols
Subiram
Évian, Ajaccio e Dijon
Caíram
Monaco, Lens e Arles-Avignon
Média de Gols
2,34

sábado, 10 de dezembro de 2011

Superclássico tem vitória do Barcelona que encerra sequência do Real e iguala em pontos no espanhol

Não teve jeito mesmo. Nem com três pontos à frente na tabela, Santiago Bernabéu lotado com apoio total da torcida, José Mourinho sem escalar a equipe recuada. Estava tudo bom para a equipe da casa vencer e mostrar força diante do arquirrival catalão. Ficou ainda melhor quando com 30 segundos de jogo, Valdés entregou a bola nos pés de Dí Maria e no final, Benzema abriu o placar.

Todavia, o gol apenas "equilibrou" o jogo e deixou um gostinho de vitória para o Real. Com gols de Sanchéz, Xavi e Fabregas, além das sempre ótimas jogadas de Messi, o Barcelona venceu mais uma vez no ano o Real Madrid, a terceira em sete partidas. Foram mais três empates e uma vitória merengue, com gol de Cristiano Ronaldo na prorrogação da Copa do Rey. A vitória ainda acabou com uma sequência de quinze vitórias do Real Madrid , não conseguindo superar a equipe de 1961.
Barcelona encerra com série de vitórias do Real vencendo no Santiago Bernabéu FOTO: Reuters
Ninguém esperava que o "superclássico" fosse começar animado. Graças ao goleiro Victor Valdés que animou a partida dando uma pixotada quando no primeira vez que pegou na bola por volta de 20 segundos, saiu mal com a bola e a chutou nos pés de Dí Maria. O argentino tentou o passe para Benzema, mas Busquets interceptou, a bola sobrou para Ozil que chutou de primeira e acertou novamente Busquets, mas dessa vez, a bola caiu nos pés de Benzema que de primeira e sem estar impedido graças a Piqué, fuzilou Valdés e animou a partida.

A resposta do Barcelona veio aos seis minutos com Messi que arrancou com a bola, entrou na área, driblou o defensor madrilenho e chutou para bela defesa de Casillas. O jogo segui sem a viciante posse de bola do Barça e o Real Madrid conseguiu impedir isso durante alguns momentos. Aos dez minutos, Benzema aproveitou o cruzamento e cabeceou bem, mas Valdés fez o mesmo defendendo com segurança.

O contra-ataque é uma das forças do Real e foi numa dessas que aos 18 minutos, Ronaldo partiu com a bola para o gol e de longe arriscou para a defesa de Valdés que rebateu a bola, sem garantia de que fosse segurá-la. Aos 22, o Barcelona conseguiu uma falta da entrada da área. Xavi chutou bem e Casillas fez o mesmo que Valdés e rebateu para longe.


Vinte segundos e gol após falha de Valdés FOTO: Reuters
Se muitos falam que Ronaldo apaga nos momentos decisivos, tiveram um motivo para confirmar isso. Dois minutos depois Benzema partiu com a bola na entrada da área, puxou dois marcadores e tocou para trás de onde vinha Cristiano Ronaldo. O gajo foi chutar de primeira e sem ninguém na frente chutou longe a bola para desespero de Valdés que ficou inconformado com o "buraco" que ficou aberto na defesa catalã.

A marcação em Messi era mais forte que em Ronaldo e por isso o português teve mais chance. Messi tentava e pouco conseguia até que quando conseguiu, não teve perdão com a conclusão de Alexis Sanchéz. O empate saiu em mais uma arrancada do argentino que passou por um, dois, três jogadores merengues tocou à frente para o chileno que se livrou da marcação de Pepe e Sérgio Ramos e chutou cruzado no canto direito de Casillas que não tinha chances de defesa.

O primeiro tempo acabou e o Real finalmente mostrou-se pareio ao rival, mesmo que o gol tenha saído num lance errado de Valdés, a equipe de José Mourinho freou o domínio da posse de bola do Barcelona que empatou em lance de Messi que resultou no passe para Sanchéz que marcou o gol. Na volta do intervalo, o Real já pressionava em duas cobranças de falta de Cristiano Ronaldo.

Barcelona comemora gol da virada marcado por Xavi FOTO: AP
No entanto, a alegria da equipe da casa de estar bem na partida não passou de sete minutos da segunda etapa. Aos 52 minutos, o Barcelona chegava para o gol, a defesa do Real tirou a bola, mas a pelota sobrou para Xavi que pegou de voleio, a bola resvalou em Marcelo enganando o goleiro Casillas que voltou, correu, tentou, mas não evitou que a bola batesse na trave e entrasse chorada no fundo das redes do goleiro que só lamentou o lance, para a sorte da equipe de Pep Guardiola e alegria dos quase 500 torcedores do Barcelona presentes no estádio.

A solução de Mourinho para tentar reverter o placar poderia ser colocar Kaká em campo e foi isso que ele fez. Tirou Ozil e escalou o brasileiro em campo para finalmente vê-lo pagar o investimento. Na primeira arrancada, uma meia-lua. Depois, as faltas iam aumentando aos poucos e numa cobrança da entrada da área, Messi bateu rente ao gol. O Real foi pra cima quase chegou ao gol de empate, mas ficou no quase. Após a cobrança de escanteio, a bola sobrou fora da área, o cruzamento encontrou a defesa do Barcelona saindo da área e Cristiano Ronaldo, Benzema e Sérgio Ramos entrando. O português estava na frente e cabeceou livre e sozinho, para fora.

E como o português não fez para o Real Madrid, o Barcelona tratou de mostrar-se capaz. Dois minutos depois aos 65, Messi abriu o jogo para Daniel Alves que com tranquilidade cruzou na área. A bola encontrou Cesc Fabregas que cabeceou e marcou o terceiro gol do Barcelona - seu oitavo gol na liga - praticamente liquidando o jogo, calando todo o Santiago Bernabéu.

O Real Madrid tentava e não conseguia furar a defesa e todo o esquema do Barcelona. Na vez que chegou mais perto, Kaká chegou sozinho da esquerda, recebeu o passe, entrou na área e chutou de esquerda, obrigando Valdés a fazer uma difícil defesa. Um minuto depois, a cinco minutos do fim, o Barcelona respondeu com Iniesta que também da esquerda entrou na área e chutou, Casillas defendeu e após pequena confusão assegurou a posse da bola.

A partida seguia para o final e o Barcelona trabalhava a bola tocando entre si. No último lance do jogo, falta na entrada da área do Barcelona e confusão, como sempre ocorre no clássico. Outra coisa que não muda, é Cristiano Ronaldo não encaçapar uma cobrança de falta no gol catalão. O último lance do jogo foi assim, cobrança de Cristiano Ronaldo e bola na barreira, resumindo que o Real ainda não é superior que o Barcelona, mesmo que a tabela mostre isso.


Real Madrid 1 x 3 Barcelona






Local: Estádio Santiago Bernabéu, Madrid, Espanha
Data: 10 de dezembro de 2011, sábado
Horário: 19h00 (de Brasília)
Árbitro: David Fernández Borbalán (ESP)
Cartões amarelos: Pepe, Sérgio Ramos, Xabi Alonso (RMD), Piqué, Sanchéz e Messi (BAR)
Cartões vermelhos: Nenhum
Gols: Benzema aos 1 (Real Madrid), Sanchéz aos 30, Xavi aos 53 e Fabregas aos 66 (Barcelona)

Times



Opinião
Parece que o Real Madrid de José Mourinho está fadado a não vencer o Barcelona. Ou seria o Barcelona de Pep Guardiola que sairá sempre vitorioso perante a equipe Merengue. A única derrota do Barça no confronto foi na prorrogação da Copa do Rey em gol de cabeça de Cristiano Ronaldo e só. É inacreditável acreditar que a equipe de José Mourinho é praticamente "freguês" do Barça de Messi, Xavi, Iniesta e Fabregas, este que na minha opinião não encaixaria na equipe de Guardiola a não ser que Pedro fosse sacado e foi isso que o técnico fez, dando mais ação no meio campo, liberdade para Messi e movimentação do time inteiro, mais ainda do meio campo. A base da seleção espanhola venceu mais uma e está aí uma prova de que não será nada fácil pro Santos vencer o Mundial Interclubes.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Atlético-PR vence com gol de Guerrón, não evita o rebaixamento, mas tira o arquirrival da Libertadores

O denominado por muitos Atletiba do Século não deu em nada. Nenhuma das duas equipes deu um sorriso largo e o esperado aconteceu. Jogando em casa e querendo a vitória para livrar-se do rebaixamento, o clube partiu para cima do Coritiba conseguiu o gol no segundo tempo. Gol que pouco adiantou já que o clube não dependia somente dele. Viu o Cruzeiro meter seis gols no "galo" e permanecer na elite do futebol brasileiro. Para o Coritiba, a derrota tirou a quinta posição do clube deixando-o em oitavo, sorrindo apenas com a queda do rival.

Início de jogo e como se esperava no Estádio Joaquim Américo o Atlético-PR inicia a partida sobre pressão, precisando da vitória para evitar o rebaixamento e por isso, partiu para cima do arquirrival Coritiba desde o apito do juiz. Reflexo disso foi o primeiro lance de perigo, protagonizado pelo camisa dez e capitão atleticano Paulo Baier que aos dois minutos chutou fraco, porém, assustando o gol coxa-branca.

Guerrón marca gol da vitória atléticana que não serve para evitar o rebaixamento FOTO: Agência Lance
Aos onze minutos, Guerrón partiu pela direita, cruzou na área e o argentino Nieto deu um pequeno toque, mas a bola passou perto assustando mais uma vez a todos e mostrando que o Atlético-PR queria fazer a sua parte, aquela que deveria ter feita no jogo contra o América-MG. A pressão seguiu e seis minutos depois, Paulo Baier teve mais uma oportunidade numa cobrança de falta que o goleiro Vanderlei defendeu com firmeza.

A torcida do Atlético-PR certamente ficou apreensiva aos 28 minutos de jogo quando o Coritiba teve uma falta a seu favor. A cobrança bateu na barreira e foi para escanteio e com isso, a apreensão só acabou quando Renan Rocha segurou a bola. Mal sabia a torcida presente no estádio que alguns minutos depois o Cruzeiro marcaria o segundo gol, eliminando cada vez mais as chances atleticanas de não cair.

O primeiro tempo se encaminhava para os dez minutos finais. O meia Paulo Baier tinha mais uma cobrança de falta a seu favor. O chute foi defensável para o goleiro Vanderlei, mas anulado pois Guerrón que estava perto do lance estava impedido. Enquanto isso, em Minas Gerais, o Cruzeiro marcava seu terceiro gol no clássico contra o Atlético-MG e se livrava do rebaixamento, deixando assim o furacão no calvário. Para o Coritiba o mesmo acontecia. Pouco fazendo no clássico, não via o São Paulo fazer três a zero no Santos, o que o classificaria para a Libertadores.

No entanto, um gol para o Coxa fazia o resultado do "SanSão" pouco importar e o Coritiba teve essa oportunidade na cobrança de falta de Léo Gago que chutou bem, mas a torcida alviverde viu o goleiro Renan Rocha defender, mandando a bola para escanteio com 40 minutos de jogo. O Atlético-PR chegava mais nas cobranças de falta de Paulo Baier, cujo qual nenhuma procurou o bom cabeceador Federico Nieto. O primeiro tempo terminou morno para ambos os lados no clássico denominado por muitos o "Atlétiba do Século", que seria de desespero para o furacão que via o xará mineiro levar o quarto gol cruzeirense.

O primeiro tempo começou como foi o primeiro, com o furacão atacando e querendo chegar ao gol que no momento, apenas atrapalhava a vida do Coritiba. Paulo Baier bateu mais uma falta e Vanderlei defendeu. Os minutos seguintes foram de aflição para ambas as torcidas presentes na Arena da Baixada. A vitória cruzeirense rebaixava o Atlético-PR e com São Paulo e Internacional ganhando seus clássicos, o Coritiba, único que jogava fora de casa ficava longe da tão sonhada Libertadores.

O jogo parecia ser de muitas expectativas e poucas realizações para ambos os lados, até os 28 minutos de jogo, quando o meia Paulo Baier levantou a bola na área e o equatoriano Jofre Guerrón cabeceou para o gol abrindo o placar e fazendo a torcida rubro-negra pular de alegria com o gol que tirava do rival o sorriso da cara, mesmo com o rebaixamento cada vez mais perto com os segundos que se passavam.

O gol deu a vitória para o Atlético-PR, mas de nada adiantou pois o Cruzeiro goleava triunfalmente o Atlético-MG por seis a um. Com isso o rebaixamento do Atlético-PR foi eminente e enquanto o Coritiba caiu da quinta colocação para a oitava colocação com Internacional chegando à competição continental e o São Paulo e Figueirense ultrapassando ambos.

Atlético-PR 1 x 0 Coritiba





Local: Estádio Arena da Baixada, Curitiba
Data: 04 de dezembro de 2011, domingo
Horário: 17h00 (de Brasília)
Árbitro:  (BRA)
Cartões amarelos: Paulo Baier e Wendel (CAP) e Lucas Mendes, Leandro Donizete, Rafinha, Éverton e Tcheco
Cartões vermelhos: Fabrício (CAP)
Gols: Guerrón (Atlético-PR) aos 73

Times
Opinião
Jogo chamado pela mídia curitibana de "Atletiba do Século" terminou da maneira mais fatídica possível. O Atlético-PR foi o único que fez a sua parte, porém, pouco adiantou diante da goleada vergonhosa do Cruzeiro sobre o Atlético-MG. Para o Coritiba, restou cair da quinta para a oitava colocação no campeonato, ficando sem a desejada Libertadores, mas nessa altura isso pouco importava, já que as zoações sobre o rebaixamento do rival foram maiores. Para o futebol paranaense péssimo o rebaixamento rubro-negro que foi rebaixado graças à derrota para o América-MG na penúltima rodada, lembrando muito 2004 quando há poucas rodadas do fim, ganhava do Grêmio por 3 a 1, mas deixou empatar, perdendo a chance de deslanchar na frente do Santos que acabou ficando com o título ao final do campeonato.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Jogos da Seleção - Brasil 2 x 0 Egito

Brasil 2 x 0 Egito
Jonas marcou os dois gols da seleção e ganha créditos com Mano Menezes FOTO: Terra

FICHA TÉCNICA

EGITO 0 x 2 BRASIL
Local: Umm Affai Stadium, Banjar Al Dosari, no Qatar
Data: 14 de novembro de 2011, segunda-feira
Horário: 15h00 (de Brasília)
Árbitro:
Cartões amarelos:
Cartões vermelhos: Nenhum
Gols: Jonas aos 38/1T e 13/2T (Brasil)

TIMES

OPINIÃO

Retrospecto da seleção de Mano pós-copa do mundo de 2010

10/08/10 Brasil 2 x 0 Estados Unidos
07/10/10 Brasil 3 x 0 Irã
11/10/10 Brasil 2 x 0 Ucrânia
17/11/10 Brasil 0 x 1 Argentina
09/02/11 Brasil 0 x 1 França
27/03/11 Brasil 2 x 0 Escócia
04/06/11 Brasil 0 x 0 Holanda
07/06/11 Brasil 1 x 0 Romênia
03/07/11 Brasil 0 x 0 Venezuela - Copa América
09/07/11 Brasil 2 x 2 Paraguai - Copa América
13/07/11 Brasil 4 x 2 Equador - Copa América
17/07/11 Brasil 0 x 0 Paraguai - Copa América (Derrota por 2 a 0 nos pênaltis)
10/08/11 Brasil 2 x 3 Alemanha
05/09/11 Brasil 1 x 0 Gana
14/09/11 Brasil 0 x 0 Argentina
28/09/11 Brasil 2 x 0 Argentina
07/10/11 Brasil 1 x 0 Costa Rica
11/10/11 Brasil 2 x 1 México
11/11/11 Brasil 2 x 0 Gabão
15/11/11 Brasil 2 x 0 Egito

Eliminatórias da Copa 2014 - América do Sul

3ª Rodada - Sábado, 12/11
Argentina 1 x 1 Bolívia
Uruguai 4 x 0 Chile
Paraguai 2 x 1 Equador
Colômbia 1 x 1 Venezuela
Folga: Peru

2ª Rodada - Terça-feira, 15/11
Colômbia 1 x 2 Argentina
Equador 2 x 0 Peru
Chile 2 x 0 Paraguai
Venezuela 1 x 0 Bolívia
Folga: Uruguai

Jogos da Seleção - Brasil 2 x 0 Gabão

 Brasil 2 x 0 Gabão
Jogadores comemoram um dos gols que deu a vitória ao Brasil no péssimo gramado no Gabão FOTO: Terra

FICHA TÉCNICA

GABÃO 0 x 2 BRASIL
Local: Stade de I'Amitié, no Gabão
Data: 10 de novembro de 2011, quinta-feira
Horário: 16h00 (de Brasília)
Árbitro:
Cartões amarelos: Adriano (Brasil), Moussono e Mbanangoye (Gabão)
Cartões vermelhos: Nenhum
Gols: Sandro 11/1T e Hernanes 33/2T (Brasil)

TIMES

OPINIÃO

Retrospecto da seleção de Mano pós-copa do mundo de 2010

10/08/10 Brasil 2 x 0 Estados Unidos
07/10/10 Brasil 3 x 0 Irã
11/10/10 Brasil 2 x 0 Ucrânia
17/11/10 Brasil 0 x 1 Argentina
09/02/11 Brasil 0 x 1 França
27/03/11 Brasil 2 x 0 Escócia
04/06/11 Brasil 0 x 0 Holanda
07/06/11 Brasil 1 x 0 Romênia
03/07/11 Brasil 0 x 0 Venezuela - Copa América
09/07/11 Brasil 2 x 2 Paraguai - Copa América
13/07/11 Brasil 4 x 2 Equador - Copa América
17/07/11 Brasil 0 x 0 Paraguai - Copa América (Derrota por 2 a 0 nos pênaltis)
10/08/11 Brasil 2 x 3 Alemanha
05/09/11 Brasil 1 x 0 Gana
14/09/11 Brasil 0 x 0 Argentina
28/09/11 Brasil 2 x 0 Argentina
07/10/11 Brasil 1 x 0 Costa Rica
11/10/11 Brasil 2 x 1 México
11/11/11 Brasil 2 x 0 Gabão
15/11/11 Brasil x Egito

Eliminatórias da Copa 2014 - América do Sul

3ª Rodada - Sábado, 12/11
Argentina 1 x 1 Bolívia
Uruguai 4 x 0 Chile
Paraguai 2 x 1 Equador
Colômbia 1 x 1 Venezuela
Folga: Peru

2ª Rodada - Terça-feira, 15/11
Colômbia 1 x 2 Argentina
Equador 2 x 0 Peru
Chile 2 x 0 Paraguai
Venezuela 1 x 0 Bolívia
Folga: Uruguai

domingo, 6 de novembro de 2011

Em dia de homenagem a Sir Alex Ferguson, Manchester United vence Sunderland

São 25 anos de muitas vitórias, derrotas, histórias num teatro chamado de "Teatro dos Sonhos". Além de muitas lutas dentro e fora de campo, Alex Ferguson, escocês que tem o título de 'Sir', completou ontem, as bodas de prata no Manchester United. O presente veio hoje com a vitória suada por um a zero sobre o Sunderland. O gol foi contra, marcado por um United: Wes Brown, que ficará marcado nos quinze anos de diabos vermelhos e no gol marcado na partida de hoje, jogando pelos black cats.

A partida foi tumultuada no primeiro tempo, sem chances para ambos os lados. O que se viu, foi que a uruca rolava solta na Inglaterra. Depois de três substituições por contusão no jogo entre Newcastle e Everton, o atacante Wickam do Sunderland saiu de campo de maca e foi substituído por Jin Dong-Won.
Jogadores do Manchester comemoram único com da partida, marcado por um ex-United FOTO: AP
O primeiro lance de perigo foi do Manchester que chegou aos oito minutos sem assustar muito. Aos doze, o Sunderland respondeu com o meia sueco Larsson que chutou diagonal ao gol, mas a bola bateu na rede pelo lado de fora. Dois minutos depois, o atacante ex-Arsenal Nicklas Bendtner deu um chute fraco e Lindegaard defendeu em mais uma oportunidade perdida do Sunderland.

O jogo estava mesmo truncado e a equipe da casa não conseguia se soltar. Numa das raras vezes que conseguiu se livrar da boa marcação feita pelos black cats, Wayne Rooney que jogou como segundo volante no lugar de Anderson, - posição do aposentado Scholes - tentou de fora da área, mas a bola foi pra fora aos 30 minutos de jogo. Aos 42, após a cobrança de escanteio, o zagueiro Jones pegou a sobra e de voleio chutou por cima do gol. A torcida aplaude as tentativas dos red devils, sabendo do difícil jogo que estavam enfrentando.

Ferguson terá estátua na entrada do "Teatro dos Sonhos" FOTO: AP
No final do primeiro tempo, o gol finalmente saiu depois de tanta luta. Na cobrança de escanteio, com 46 minutos de jogo, Wellbeck resbalou com a cabeça, mas Wes Brown, ex-jogaodor do Manchester United, tentou tirar, mas a bola rumou o gol e mesmo que injustamente para o Sunderland que tanto segurou o jogo, o Manchester United trilhava o caminho da vitória.

O segundo tempo foi como o primeiro, morno, preso e sem muitos lances de gol. Os que aconteceram paravam nas mãos dos goleiros reservas Westwood e Lindegaard. Num dos lances de mais ânimo na partida, o bate e rebate dentro a área, resultou no chute de Rooney que Westwood defendeu. Na sobra, Evra aproveita o goleiro caído, chuta mas Westwood realiza uma boa nova defesa. O jogo continuou sem muitos lances até o final e a vitória em homenagem a Sir Alex Chapman Ferguson, ficou restrita ao gol contra de um ex-United.

Manchester U. 1 x 0 Sunderland





Local: Estádio Old Trafford, Manchester, ING
Data: 05 de novembro de 2011, sábado
Horário: 13:00 (de Brasília)
Árbitro: Lee Mason e J Collin, M McDonough
Cartões amarelos: Sebastian Larsson e Ji Dong-Won (Sunderland)
Cartões vermelhos: Nenhum
Gols: Wes Brown, contra aos 45+1 (Sunderland)

TIMES

sábado, 5 de novembro de 2011

Newcastle faz dois, toma sufoco, mas ganha jogando no St. James Park e alcança a segunda colocação

Time de Alan Pardew está invicto na competição após a boa vitória conquistada sobre a forte equipe do Everton

Em partida válida pela 11º rodada, o Newcastle venceu o Everton jogando em casa neste sábado, no estádio St. James Park. Os Magpies, mostrou sua força no primeiro tempo, marcando dois gols, um contra de Heitinga e outro num golaço do lateral Ryan Taylor. Rodwell diminuiu no final da primeira etapa, o que deixou aberto o jogo nos 45 minutos finais, mas o Newcastle soube se defender e garantiu a vitória que deixou o clube com a segunda colocação no campeonato, mas que pode ser ultrapassado pelo Manchester United, se este vencer o Sunderland.

Primeiro tempo de emoções na partida entre as duas equipes, ditas como médias do campeonato inglês. No entanto, a situação de ambos no campeonato são distintas, enquanto o Newcastle está lutando para ficar entre os quatro primeiros, o Everton luta para não ficar entre os três últimos. O primeiro bom momento da partida aconteceu depois dos dez minutos iniciais.
Jogadores do Newcastle comemoram o golaço marcado por Ryan Taylor FOTO: AP
Após o cruzamento de Danny Simpson, o zagueiro Heitinga tentou cortar, mas colocou a bola para o fundo das redes, já que Howard saiu batido do gol para defender. Falta de comunicação e gol para os magpies. O jogo continuou com domínio do Newcastle, mas que não conseguiu chegar perigosamente ao gol em nenhum momento. Mesmo jogando mal, o Everton chegou com Rodwell que cabeceou ao gol aos 22 minutos.

Depois desse lance, oportunidades de gols aconteceram para os dois lados sucessivamente. Um minuto depois Demba Ba chutou a bola foi para fora. O Everton respondeu, mas para acabar com isso, o lateral Ryan Taylor aproveitou a sobra e de longe marcou um golaço, sem chances para Howard que nem olhou para trás para ver se a bola entrou, apenas ouviu o barulho da torcida da casa.

A equipe visitante tentava esboçar uma reação, o que estava sendo complicado. Com o francês Saha, o Everton quase chegou ao gol, a bola bateu na trave e na continuidade do lance, Royston Drenthe tentou mas foi na rede pelo lado de fora. O Everton não insistia tanto, mas quando chegava assustava. E foi assim que conseguiu diminuir o placar. O volante Rodwell fez de cabeça após cobrança de escanteio, no último lance do primeiro tempo, dando um ânimo a equipe na volta do intervalo.

O início do segundo tempo continuou como foi o primeiro. Phil Neville no time do Everton e Guthrie do lado do Newcastle, haviam saído por contusão. Nem dez minutos e Marveaux também saiu, dando lugar a Sammy Ameobi. Motivado pelo gol no último lance da primeira etapa, O Everton chegou com Saha que chutou da entrada da área e reclamou de mão na bola do defensor da equipe da casa. Algo que realmente aconteceu, mas que o árbitro não viu e não marcou.

Querendo deixar a equipe mais ofensiva, o técnico David Moyes colocou Cahill no lugar de Heitinga. O australiano deu seu primeiro chute três minutos depois, mas Krul defendeu sem muito trabalho. O jogo continuou sem muitos lances de gol e o Newcastle diminuiu o ritmo de jogo. Aí quem apareceu foi o Everton que buscava o empate para se afastar da zona da morte.

Em busca desse gol, o Everton era quem chegava mais, seja com Saha, com Cahiil, Osman ou Coleman, enquanto o Newcastle, brincava com a sorte e não assustava mais o goleiro Tim Howard. Os dez minutos finais prometiam e Alam Pardew, técnico do Newcastle, poderia esperar sufoco da sua equipe.

Newcastle 2 x 1 Everton




Local: Estádio St. James Park, Newcastle, ING
Data: 05 de novembro de 2011, sábado
Horário: 10:45 (de Brasília)
Árbitro: A Marriner e S. Ledger, A Watts
Cartões amarelos: Heitinga, Baines e Drenthe (Everton)
Cartões vermelhos: Nenhum
Gols: Heitinga (contra) aos 11, Ryan Taylor aos 29 (Newcastle) e Rodwel aos 45+1 (Everton)

TIMES


OPINIÃO
Jogo movimentado no primeiro tempo, com todos os gols do jogo. Alan Pardew colocou sua equipe titular em campo, com exceção de Marveaux que jogou no lugar de Obertan, machucado. É o time que deu certo, porque para deixar o camisa dez e o jogador com mais talento da equipe, Hatem Ben Arfa, no banco, os onze iniciais tem mesmo dado certo.

Já no lado azul, (ou amarelo na partida de hoje), David Moyes terá problema nessa temporada em que o clube contratou pouco, perdeu vários jogadores, mas que mesmo mantendo a base, não tem mostrado resultados expressivos. Isso deve-se a dependência de um único atacante, Saha, e do principal articulador da equipe, o australiano Tim Cahill que não vive bom momento.