terça-feira, 17 de maio de 2011

Campeonato Brasileiro 2011 - Análise das Equipes - Parte 2

Santos
Títulos: 8 Nacionais, 2 Libertadores, 1 Copa do Brasil e 18 Estaduais
Técnico: Muricy Ramalho
Estádio: Vila Belmiro
Fundação: 1912
Presidente: Luis Álvaro de Oliveira
Equipamento: Umbro
Site: www.santosfc.com.br
Time-Base:
Aranha - goleiro
Vladimir - goleiro
Danilo - lateral
Pará - lateral
Bruno Aguiar - zagueiro
Bruno Rodrigo - zagueiro
Alex Sandro - lateral
Chrystian - lateral
Rodrigo Possebon - volante
Adriano - volante
Felipe Anderson - meia
Alan Patrick - meia
Diogo - atacante
Tiago Alves - atacante










Vasco
Títulos: 4 Nacionais, 1 Libertadores e 22 Estaduais
Técnico: Ricardo Gomes
Estádio: São Januário
Fundação: 1898
Presidente: Roberto Dinamite
Equipamento: Penalty
Site: www.vasco.com.br
Time-base:
Alessandro - goleiro
Irrazábal - lateral
Fernando - zagueiro
Cesinha - zagueiro
Marcio Careca - lateral
Nilton - volante
Jumar - volante
Jefferson - volante
Fellipe Bastos - meia
Enrico - meia
Bernardo - meia
Élton - atacante
Misael - atacante










Grêmio
Títulos: 2 Nacionais, 2 Libertadores, 4 Copa do Brasil e 36 Estaduais
Técnico: Renato Gaúcho
Estádio: Olímpico
Fundação: 1903
Presidente: Paulo Odone
Equipamento: Topper
Site: www.gremio.net
Time-base: 
Marcelo Grohe - goleiro
Matheus - goleiro
Bruno Collaço - lateral
Vilson - zagueiro
Neuton - zagueiro
Mário Fernandes - zagueiro
Gilson - lateral
Fernando - volante
Maylson - volante
William Magrão - volante
Vinícius Pacheo - meia
Carlos Alberto - meia
Mithyuê - meia
Júnior Viçosa - atacante
Leandro - atacante









Atlético-MG
Títulos: 1 Nacional, 40 Estaduais
Técnico: Dorival Júnior
Estádio: Mineirão (em construção)
Fundação: 1908
Presidente: Alexandre Kalil
Equipamento: Topper
Site: www.atletico.com.br
Time-base:
Renan Ribeiro - goleiro
Rafael Cruz - lateral
Werley - zagueiro
Léo Silva - zagueiro
Guilherme - lateral
Toró - volante
Richarlyson - volante
Renan Oliveira - meia
Soutto - meia
Gilberto - meia
Rodrigo Bueno - atacante
Neto Berola - atacante











Atlético-PR
Títulos: 1 Nacional, 21 Estaduais
Técnico: Adílson Batista
Estádio: Arena da Baixada
Fundação: 1924
Presidente: Marcos Malucelli
Equipamento: Umbro
Site: www.atleticoparanaense.com
Time-base: 
Márcio - goleiro
Santos - goleiro
Wagner Diniz - lateral
Wendel - lateral
Manoel - zagueiro
Bruno Costa - zagueiro
Flávio - zagueiro
Hugo - zagueiro
Gabriel - zagueiro
Marcelo Oliveira - lateral
Héracles - lateral
Paulo Roberto - volante
Robston - volante
Fransérgio - volante
Guilherme Batata - volante
Cléber Santanta - volante
Madson - meia
Gabriel Pimba - meia
Jenison - meia
Héverton - meia
Adailton - atacante

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Campeonato Brasileiro 2011 - Análise das Equipes - Parte 1

Inicia hoje a contagem regressiva para o início do Campeonato Brasileiro 2011. São vinte clubes em busca da primeira colocação do brasileirão e qualquer aposta pode ser uma grande bola fora. O blog fará uma pequena análise dos 20 clubes. A cada dia cinco equipes serão comentadas sobre seus elencos e suas chances no mais disputado campeonato de clubes do mundo.

Essa é a primeira edição do brasileirão que começa com a nova classificação de título dos clubes. Como a CBF validou no final do ano passado a conquista da Taça Brasil e Roberto Gomes Pedrosa, o “Robertão”, hoje Palmeiras e Santos são as duas equipes que mais venceram a competição, agora iniciada em 1959 com a conquista do Bahia.

Octacampeões, Palmeiras e Santos vem seguidos do São Paulo que com o tricampeonato conquistado na última década, está com seis títulos. Se Palmeiras foi duas vezes campeão no mesmo ano, porque não acabar com o assunto mais chato do mundo e dividir o título para Flamengo e Sport. Assim foi feito e Flamengo também tem seis títulos. De resto, Fluminense pulou de um título para três. Enquanto outras equipes ficaram com dois.
A taça mais cobiçada do Brasil

Na década que se passou, apenas duas equipes conseguiram acabar com a hegemonia Rio-São Paulo: Atlético-PR em 2001 e Cruzeiro em 2003. Corinthians uma vez, Santos duas e São Paulo três vezes fizeram a festa paulista, enquanto Flamengo e Fluminense em 2009 e 2010, respectivamente, deixaram a marca carioca.

Nesta nova década, várias equipes prometem começar uma nova vida. E apesar do calendário continuar o mesmo, as lesões - por conta de várias partidas, serem frequentes, assim como a troca de técnicos, além da saída precoce de grandes promessas do futebol brasileiro, o campeonato vem com tudo este ano. Como sempre temos várias equipes favoritas ao título e a promessa de um campeonato disputado continuará. Ao menos uma equipe se destaca na competição e brilha na temporada. Vários clássicos regionais estarão marcados para as últimas rodadas, para que não haja “entrega” no final da competição.

Hoje o único problema além do demasiado número de jogos, é a qualidade precária dos estádios brasileiros. Agora, como a maioria dos grandes palcos estão em obras para a Copa do Mundo, os substitutos não correspondem a altura, tanto em condições ótimas de jogo, quanto em quantidade de público. Nesse quesito, as equipes só poderão ficar totalmente satisfeitas após a Copa.



Palmeiras
Títulos: 8 Nacionais, 1 Libertadores, 1 Copa do Brasil e 22 Estaduais
Técnico: Luis Felipe Scolari
Estádio: Palestra Itália (em reforma)
Fundação: 1914
Presidente: Arnaldo Tirone
Equipamento: Adidas
Site: www.palmeiras.com.br
Time-base:
Deola - goleiro
Bruno - goleiro
Paulo Henrique - lateral
Leandro Amaro - zagueiro
Luís Felipe - lateral
Márcio Araújo - volante
Pierre - volante
Rivaldo - volante
João Vitor - volante
Tinga - meia
Patrik - meia
Lincoln -  meia
Adriano - atacante
Max Santos - atacante
Miguel - atacante
Vinicius - atacante



Botafogo
Títulos: 1 Nacional e 19 Estaduais
Técnico: Caio Júnior
Estádio: Engenhão
Fundação: 1904
Presidente: Maurício Assumpção
Equipamento: Fila
Site: www.botafogo.com.br
Time-Base:
Renan - goleiro
Milton - goleiro
Lucas - lateral
Bruno Cortês - lateral
Gabriel - lateral
João Filipe - zagueiro
Fahel - volante
Rodrigo Mancha - volante
Araruama - volante
Lucas Zen - volante
Bruno Tiago - meia
Éverton - meia
Thiago Gallardo -  meia
Caio - atacante
William - atacante

Internacional
Títulos: 3 Nacionais, 2 Libertadores, 1 Copa do Brasil e 39 Estaduais
Técnico: Falcão
Estádio: Beira-Rio (em reforma)
Fundação: 1909
Presidente: Giovanni Luigi
Equipamento: Reebok
Site: www.internacional.com.br
Time-Base:
Lauro - goleiro
Muriel - goleiro
Daniel - lateral
Sorondo - zagueiro
Rodrigo - zagueiro
Ronaldo - zagueiro
Juan - zagueiro
Fabrício - lateral
Glaydson - volante
Wilson Mathias - volante
Andrezinho - Meia
Zé Roberto - Meia
Oscar - Meia
Cavenaghi 

Cruzeiro
Títulos: 1 Nacionais, 2 Libertadores, 4 Copas do Brasil e 34 Estaduais
Técnico: Cuca
Estádio: Mineirão (em reforma)
Fundação: 1921
Presidente: José Perrella
Equipamento: Reebok
Site: www.cruzeiro.com.br
Time-Base:
Rafael - goleiro
Gabriel - goleiro
Gil Bahia - lateral
Edcarlos - zagueiro
Léo - zagueiro 
Fabrício Carioca - zagueiro
Naldo - zagueiro
Pablo - lateral
Marquinhos Paraná - volante
Leandro Guerreiro - volante
Everton - volante
Pedro ken - meia
Roger - meia
Farías - atacante
Ortigoza - atacante
Brandão - atacante


Coritiba
Títulos: 1 Nacional e 35 Estaduais
Técnico: Marcelo Oliveira
Estádio: Couto Pereira
Fundação: 1909
Presidente: Jair Cirino
Equipamento: Lotto
Site: www.coritiba.com.br
Time-base:
Vanderlei - goleiro
Rafael Martins - goleiro
Maranhão - lateral
Demerson - zagueiro
Cleiton - zagueiro
Jéci - zagueiro
Lucas Mendes - zagueiro
Triguinho - lateral
Marcos Paulo - volante
William - volante
Tcheco - meia
Éverton Ribeiro - meia
Geraldo - meia
Anderson Aquino - atacante
Leonardo - atacante

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Liga dos Campeões - Semifinal - 04/05

Manchester United 4 x 1 Schalke 04

Melhor Jogador em Campo: Antonio Valencia



Este post ficará incompleto pois, depois de pronto, tanto esta partida, quando o jogo Barcelona x Real Madrid, o blogger teve problemas e toda a crônica de ambas as partidas foram perdidas.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Liga dos Campeões - Semifinal - 03/05

Barcelona 1 x 1 Real Madrid

Melhor Jogador em Campo: Lionel Messi

Impecável. Nove anos depois, o Barcelona devolveu exatamente na mesma moeda a eliminação sofrida para o Real Madrid. Naquele ano, a vitória no Cam Nou do Real por 2 a 0, facilitou a classificação no jogo de volta no Santiago Bernábeu e classificou os merengues, liderados por Zidane e Raúl à final da competição. Hoje jogando em casa o Barcelona saiu na frente e sem José Mourinho no banco e no estádio, o Real empatou com o brasileiro Marcelo, mas não conseguiu reverter o placar e se classificar para a final.

Naquela época, os quatro times da seminfinais eram praticamente os mesmos. O Real foi à final com um time alemão, o Bayer Leverkusen e desta vez é o Schalke 04 que pode conseguir este feito. Porém, como já foi dito, o Barça deu o troco e o Manchester provavelmente fará o mesmo, contra um time alemão. A final tem chances de ser diferente, mas não muito de dois anos atrás, quando Barcelona e Manchester United se enfrentaram na final e a vitória catalã garantiu o segundo título da equipe neste século.



Este post ficará incompleto pois, depois de pronto, tanto esta partida, quando o jogo Manchester United x Schalke 04, o blogger teve problemas e toda a crônica de ambas as partidas foram perdidas.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Liga dos Campeões - Semifinal - 27/04

Real Madrid 0 x 2 Barcelona
Messi aos 76 e 87 (Barcelona)
Melhor Jogador em Campo: Lionel Messi


Na temporada 2001/02, o Real Madrid venceu o Barcelona em pleno Cam Nou por dois a zero na mesma fase semifinal da Liga dos Campeões. Desta vez, o troco veio na mesma moeda. Olho por olho, dente por dente. Messi marcou duas vezes e a vitória por dois gols demonstrou a superioridade catalã que pode ter deixado a Copa do Rey como taça de consolação ao Real, numa temporada que o brilho azul-grená imperou mais uma vez sobre a fortuna madrilenha.

O jogo não começou apático e duas chutes a gol foram executados com menos de cinco minutos. Xavi Hernández pegou a sobra e de fora da área pegou um belo chute no ar. Ronaldo tentou de longe com menos qualidade. Ambos os chutes foram muito bem encaixados pelos goleiros espanhóis. Lance real de perigo saiu dos pés de David Villa que aos dez minutos chutou de esquerda do flanco direito e a bola saiu rente a trave de Casillas. Dez minutos passados e a torcida do Real já vaiava os frequentes passes do Barcelona.
Diferente de Ronaldo, Messi foi decisivo e em dois lances deu a vitória ao Barcelona FOTO: AFP
Enquanto o Real não tinha uma referência lá na frente e os meias não tinham a posse da bola, o Barça era o contrário: a bola permanecia mais nos pés de seus jogadores e isso permitiu que chegasse mais uma vez à meta de Casillas, furando a defesa madrilenha. Messi deu belo passe para Xavi que chutou mas, o goleiro espanhol defendeu com segurança. Xavi foi quem teve mais chances, chutando pela terceira vez no jogo, desta vez por cima do gol.

O jogo foi nervoso e o clássico pegava fogo a cada falta marcada pelo juíz Wolfgang Stark. Foram dois cartões amarelos para os laterais direitos das duas equipes. Daniel Alves achou injusto a ocorrência marcada para ele, enquanto Arbeloa pegou Pedro Rodriguez fora do lance. O jogo teve 21 faltas, sendo doze delas cometidas pelo Barcelona. Já nos acréscimos, Ronaldo chuta de fora da área e Valdés fez bela defesa num chute forte e curvilíneo. A bola foi defendida com o peito depois do chute e no rebote, Valdés fez outra boa defesa no chute de Ozil, porém o alemão estava impedido e após o apito do juíz, uma confusão aconteceu na entrada para os vestiários.

Na volta do intervaldo, Adebayor entrou e Mesut Ozil saiu. Os cartões não pararam de sair e até os dez minutos, Mascherano e Sérgio Ramos levaram os seus, sendo que o zagueiro do Real ficará de fora do jogo de volta. No esquema do Real, muitas vezes Pepe ficava muito avançado e como pivô em alguns lances, as jogadas quando saiam dos seus pés não resultavam em nada.Com quinze minutos, a paciência do juíz alemão acabou na falta de Pepe. O português foi dividir uma bola com Daniel Alves e chegou solando feio o lateral brasileiro. O cartão vermelho foi eminente e o zagueiro "carniceiro" também (junto com Sérgio ramos), estará fora do jogo de volta. Junto com o brasileiro, José Mourinho de tanto reclamar da expulsão, acabou indo para o mesmo caminho e também foi expulso.
Guardiola se cumprimentam antes do jogo: na coletiva, brigas e mais brigas FOTO: EFE
Quando o jogo realmente teve futebol, com vinte minutos o Barcelona mantinha a posse de bola e o zero a zero seria ótimo para o jogo de volta. Todavia, Pepe havia sido expulso e um gol nesta partida estava mais fácil de conseguir com um a mais e seria melhor ainda. A bola trabalhada resultou no chute de Villa e Casillas realizou grande defesa, mas a bola caiu um pouco atrás de Pedro que se entortou todo e com a cabeça jogou a bola pra fora do gol. A primeira mudança de Guardiola foi tirar Pedro e colocar o holandês Ibrahim Afellay.

E a entrada do holandês deu certo. Depois de Messi tentar e voltar a bola para Xavi, o camisa seis abriu a bola para Afellay que recebeu, adiantou a bola livrando-se da marcação de Marcelo e cruzou na área. Lá estava o cara do Barcelona e Messi só tocou no fundo das redes. A bola ainda passou por baixo das pernas de Casillas. O gol foi o décimo de Messi no torneio em onze partidas jogadas.

A disputa entre Messi e Cristiano Ronaldo foi fria na partida. Os dois jogadores demonstraram certa apatia em campo e apesar das poucas tentativas, nenhum tinham grande brilho. Mas depois do gol, Ronaldo que deveria aparecer e dar o troco, sumiu ainda mais e foi Messi quem teve a estrela brilhando no Santiago Bernabéu. O argentino não joga mais na ponta-direita, joga no meio do ataque, buscando o jogo pelo meio do campo. E Guardiola mostrou que ali, Messi faz o Barcelona jogar ainda mais e Messi então. O camisa dez passou para Busquets ainda na linha de meio campo, passou por um, dois, três, quatro jogadores brancos antes de com a perna direita, tocar na saída do goleiro e entre dois madrilenhos.





















O gol teve a marca de Messi (assim como disse André Kfouri na transmissão da ESPN) e foi algoz da equipe merengue que agora terá que fazer três gols para se classificar. Mais fácil acontecer como na temporada 2001/02, cujo jogo de volta foi de empate. Se o jogo não for truncado e briguento como hoje já está de bom tamanho. Agora, a responsabilidade cai toda sobre o Real e Guardiola realmente mostrou em campo para Mourinho e o Barça sai na frente para disputar a final em Wembley no dia 28 de maio.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Liga dos Campeões - Semifinal - 26/04

Schalke 04 0 x 0 Manchester U.
Gols: Giggs aos 65 e Rooney aos 67 (Manchester United)
Melhor Jogador em Campo: Wayne Rooney


Manchester United e Schalke 04 nunca haviam se enfrentado. Era a primeira partida na história entre as duas equipes e com certeza, grande maioria apostava nos red devils como grande favorito, mesmo diante da épica vitória do Schalke 04 sobre a Inter de Milão duas partidas do confronto. Jogando em casa, os azuis reais, liderado por Raúl, tinham tudo para repetir o feito. Porém, a equipe de Ralf Rangnick não conseguiu repetir o feito das partidas anteriores e a equipe acabou não conseguindo bom resultado.

O primeiro tempo foi marcado pelas várias e belas defesas do goleiro Manuel Neuer. O alemão é bastante cogitado para ocupar a vaga deixada por van der Sar que se aposentará ao final da temporada - cá entre nós, é a melhor opção existente no mercado. Neuer mostrou que merece ser o substituto de van der Sar e encerrar - assim como ele - a carreira em Old Trafford. Todavia, nem tudo é um mar de rosas. O Schalke não conseguiu segurar a ofensiva do Manchester que decidiu em praticamente três minutos. O special man Ryan Giggs marcou o primeiro em passe de Rooney. O shrek fez o segundo que garantiu a vitória no Veltins Arena (Arena Auf-Schalke) em Gelserkirchen.
Giggs fura a intransponível meta de Neuer e abre depois de passe de Rooney FOTO: Reuters

Movimentado, as duas equipes atacavam e os goleiros não foram espectadores. Trabalharam bastante nos dez minutos iniciais. Dentre van der Sar e Neuer (alemão que pode ocupar a vaga deixada pelo holandês que irá se aposentar), o goleiro do Schalke trabalhou primeiro na primeira grande chance do jogo. "Chicharito" ficou frente a frente com Neuer e tentou chutar por baixo das pernas. A bola passou, mas fraca já que bateu no goleiro e Metzelder estava lá para tirar da pequena área.

Aos 20 minutos, o Manchester já mostrava superioridade e mantinha maior posse de bola. As jogadas de gol sairam dos pés de Chicharito que teve várias chances de gol. O mexicando não aproveitou os passes e numa delas, chutou de esquerda fraco para fora. Em outra oportunidade, a bola bateu na rede pelo lado de fora num chute cruzado e depois, dentro da pequena área o chute saiu pela linha de fundo do outro lado do gol. O goleiro Neuer do Schalke teve grande destaque fazendo bela defesa no cabeceio de Giggs.
Os red devils continuavam a atacar e quase abriram o marcador com Fábio. O lateral esquerdo que estava improvisado na direita chutou por cima do gol de Neuer, que antes já havia se esforçado e muito para fazer outra boa defesa, sendo destaque dos azuis reais. O Schalke falhou bastante com o volante grego Papadopoulos e as chances do Manchester sairam de falhas do camisa 14. Em todo o primeiro tempo, o Schalke deu seu segundo chute a gol, com o camisa onze Baumjohann que chutou fraco de longe do gol.
O meia espanhol Jurado lamenta a vitória na presença da torcida FOTO: Reuters
O goleiro Neuer realizou grande trabalho nos 45 minutos iniciais. Foram seis defesas do goleiro titular da Alemanha, que garantiram o zero a zero até o intervalo de jogo. Na última delas, Ryan Giggs ficou sozinho com o goleiro que com uma só mão fez a defesa aos quando o jogo já estava nos acréscimos. Na volta para o jogo, Neuer continuou em bom ritmo e defendeu bem o cabeceio de Evra, jogando a bola para escanteio. Em seguida, Giggs recebeu sozinho dentro da área do lado esquerdo, cortou para dentro deixando dois jogadores do Schalke 04 no chão mas, de direita, chutou para fora do gol de Neuer.

O Schalke não repetia o mesmo feito das duas últimas partidas contra a Internazionale. Segurou o adversário até 65 minutos de jogo. Porém, quando o Manchester furou a defesa azul, não fez somente uma vez. Wayne Rooney brilhou nos dois lances de gol. No primeiro, o inglês passou por Kluge e tocou para Giggs que só teve o trabalho de chutar e fazer o  primeiro gol do jogo. O segundo gol não foi muito diferente. O meia Luis Antonio Valencia partia com a bola pela direita, livrou-se da marcação de Sarpei e passou a bola para Javier Hernández que tocou para deixar Rooney de frente para o gol. O camisa dez pegou de primeira, tirando a bola do alcance de Neuer e colocou no fundo das redes, praticamente liquidando a partida em apenas dois minutos.























O segundo tempo não foi tão movimentado como o primeiro e Neuer não fez tantas defesas como no começo do jogo, somente levou dois gols que fizeram Sir Alex Ferguson sorrir. Faltando três minutos para o fim, Evra fez linda jogada com Nani. O português recebeu a bola e devolveu para Evra por cobertura. O francês pegou de primeira e a bola passou por Neuer e rente a trave esquerda. O jogo terminou com a vitória vermelha que agora poderá perder por um gol no Old Trafford que estará na final em Wembley, assim como em 1968 quando a equipe venceu o Benfica e foi pela primeira vez, campeã do torneio.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Gol da Semana - Parte 8

Júlio Baptista é a maior esperança do Málaga para livrar a equipe do rebaixamento FOTO: EFE
O oitavo gol da semana foi marcado pelo brasileiro Júlio Baptista. O camisa número seis do Málaga, marcou de fora da área num lindo chute. "La Besta", como é chamado na Espanha, apelido que ganhou ainda quando jogava no Sevilla, fez o primeiro gol da partida aos 32 minutos. O jogo terminou com vitória do Málaga e ajudou a equipe a sair da zona do rebaixamento, porém, o Málaga ainda está com um ponto acima do Osasuna. Hércules e Almería completam os três times que poderão participar da Liga Adelante na próxima temporada.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

2º Jogo - Real Madrid 1 x 0 Barcelona - Final da Copa do Rey

Real Madrid 1 x 0 Barcelona




Sorria Real Madrid você venceu o Barcelona. Depois de seis confrontos sem vencer o rival catalão o Real conseguiu o feito e na hora exata. A vitória foi sofrida, na prorrogação, mas o um a zero com gol de Cristiano Ronaldo deu o título para a equipe merengue que não vencia a Copa do Rey desde a temporada 92/93 há 18 anos. O domínio colchonero acabou neste jogo e o Real foi superior na maior parte da partida.

A vitória deu o primeiro título à José Mourinho como técnico do Real Madrid. O português que repetiu a escalação da última partida, mas deixou ainda mais recuada tirando o atacatante Benzema e colocando o alemão Ozil foi mais incisivo no jogo e teve mais chances de abrir o marcador. O Barcelona foi a campo sem o lutador Puyol e com Mascherano em seu lugar e alternava o esquema tático saindo do 4-3-3 para o 3-4-3 com Mascherano e Busquets ao lado de Piqué e os laterais brasileiros na frente junto de Iniesta e Xavi. 
Jogadores do Real Madrid comemoram a conquista da Copa do Rey FOTO: AFP
A primeira grande chance do Real foi com Ronaldo aos onze minutos. Ozil recebeu na frente, mas dominou errado. Viu Ronaldo do outro lado, dentro da área e o português também dominou mal e o chute não foi tão certeiro. O Barcelona só foi perigoso no segundo tempo com Pedro Rodriguez que colocou a bola no fundo das redes após grande passe, porém, o camisa 17 estava um pouco à frente e o impedimento foi muito bem marcado. O argentino Lionel Messi - assim como na primeira partida, estava pouco inspirado e quando executava suas belas jogadas, parava na marcação madrilenha. 

Ronaldo teve ainda uma boa chance quando recebeu livre na esquerda a bola, quando a partida se encaminhava para o final. No momento que o português ia chutar, Daniel Alves bloqueou o chute. No último grande lance, Dí Maria driblou o marcador e chutou de direita, obrigando o goleiro Pinto fazer boa defesa. As poucas chances criadas que não resultavam em gol levaram a partida para a prorrogação e os pênaltis pairavam para a definição da partida. 
Mourinho x Guardiola mais uma vez FOTO: AFP
A equipe de José Mourinho continuava superior e já com a entrada de Adebayor no lugar de Ozil chegou com Ronaldo que chutou rente à trave. Guardiola manteve a mesma equipe que não conseguia se impor em campo. E do mesmo jeito que Iniesta parou a todos marcando o gol na prorrogação na vitória da Espanha na Holanda na última copa, Cristiano Ronaldo repetiu e aos treze minutos marcou.

E o gol veio de uma jogada prática no futebol. A triangulação na lateral do campo e o cruzamento na área. E foi assim que o lateral Marcelo fez. Tabelou com Dí Maria e cruzou na área na cabeça de Cristiano Ronaldo que com a marcação de Adriano fez o único gol da partida. O Barça teve o segundo tempo inteiro da prorrogação para o menos empatar a partida. Guardiola colocou Afellay e Keita logo após o gol, mas ambos não deram resultado e a vitória estava encaminhada para o Real Madrid que comemorou sua 18º Copa do Rey, esta com um gostinho especial com a vitória sobre o Barcelona.




Opinião: No segundo grande jogo entre as duas equipes deu Real Madrid que mesmo com um time ainda mais recuado sem nenhum atacante na frente conseguiu a vitóra. Se as críticas a Mourinho eram grandes quando escalou um zagueiro para formar uma linha de três volantes no empate em um a um, quero ver agora que tirou o único atacante e colocou um meia de armação. Ronaldo que fez o papel de camisa nove, ficou centralizado no trio de ataque e por isso foi pouco acionado. Tanto que no gol da partida, ele estava na direita com Adebayor já em campo, mesmo que isso não signifique muita coisa. José Mourinho para mim continua sendo covarde. Quando escalou seu time titular perdeu por 5 gols, mas pelo jeito esta equipe que jogou hoje é a única tática para parar o todo poderoso Barcelona. 
Iker Casillas levanta sua primeira taça pós-conquista da Copa do Mundo FOTO: Getty Images
Que a equipe do Barcelona é a base da seleção espanhola isso todos já sabem. Mas o que muitos podem não ter visto é que a equipe é melhor que a seleção pois, supre com dois brasileiros e um argentino as carências da atual campeã mundial. A Espanha não tem bons laterais. Sérgio Ramos é zagueiro enquanto Capdevilla é o único que não tem grandes holofotes. Daniel Alves e Adriano, dois laterais que merecem sem dúvidas vaga na seleção brasileira ocupam essa posição. Na Espanha é Xabi Alonso ou quem sabe Fernando Torres (que não vem fazendo muito milagre no Chelsea), mas Lionel Messi é o camisa 10 que toda seleção deveria ter (não o camisa 10 do papel) e a Espanha não tem e nunca teve. O argentino faz a diferença em campo e faria com certeza se jogasse com a camisa espanhola, mesmo que no momento não precise. Valdés é o terceiro goleiro da seleção que tem Casillas como titular, mas o goleiro do Barça melhorou com o tempo e hoje o presidente não precisa mais correr atrás de outro.  

A equipe entrou da mesma forma da última partida, mas sem Puyol que faz tremenda falta. Porém, o que me chamou a atenção foi a forma como a equipe jogou. O 4-3-3 do papel, se transformava num 3-4-3. Os laterais brasileiros se adiantavam e formavam uma linha junto de Xavi e Iniesta. Mascherano e Busquets faziam uma dupla de zaga com Piqué como líbero e Messi ficava atrás de Villa e Pedro. O argentino era quem mais se movimentava em campo, buscando a bola de todos os lados, principalmente do lado direito do campo. Mesmo com o incrível esquema armado pelo técnico Pep Guardiola a vitória não veio e agora a vingança poderá vir pela Liga dos Campeões na próxima semana.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Gol da Semana - Parte 7

Artem Dzuba em ação contra o Tottenham. FOTO: Getty Images
O jogo aconteceu na quinta feira passada, tivemos outros bonitos gols no fim de semana, mas nada que se compare a essa pintura do russo Artem Dzuba (ou Arytem Dzyuba). O camisa 22 do Spartak Moscou de apenas 22 anos fez o primeiro gol da equipe na derrota em casa para o Porto válido pela Liga Europa. Mesmo já sabendo que a sua equipe estava certamente desclassificada depois da derrota por cinco a um na primera partida e depois de estar perdendo por três gols nessa partida, Dzuba não se intimidou e marcou esta pintura que foi o único motivo de sorriso do Spartak na derrota por 5 a 2.

domingo, 17 de abril de 2011

1º Jogo - Real Madrid 1 x 1 Barcelona - Opinião

Primeiro jogo entre as quatro partidas que as duas maiores equipes da Espanha farão entre si e o empate que saiu depois do apito do juiz era mais que o esperado por todos. A vitória para qualquer das duas equipes, como definiu Paulo Calçade, definiria muita coisa nos próximos jogos que realmente importam para as duas equipes, sendo um o título da Copa do Rey e outro a semifinal da Champions League. Se o Barcelona ganhasse e jogando como joga, o Real poderia jogar a toalha de vez, não por vontade própria, mas sim porque os ânimos não seriam os mesmos, até porque, no primeiro jogo das duas equipes nesta temporada a vexatória derrota por 5 a 0 ainda é presente na cabeça merengue.

Não assisti ao jogo entre as duas equipes. Fiquei surpreso e boquiaberto quando vi que estava um a zero para o Barcelona. Como o Real permitira isso? Depois, também de pênalti Cristiano Ronaldo deixou - assim como Messi, a sua marca na partida. No final, o empate foi bom para os ânimos das duas equipes. Pense uma repetição dos 5 a 0 que o Barcelona deu no primeiro turno? Ou então, uma devolução daquele resultado. Ai se o Real fosse capaz. Mas o troco seria dado com muito prazer com a vitória na Champions League que além de tirar a equipe catalã da final, poderia ganhar pela décima vez a maior competição de clubes do mundo.


Guardiola e Mourinho se cumprimentando: um usou o de sempre, enquanto outro usou a equipe mais "recuada" FOTO: EFE
Contudo, depois da partida, como sempre faço, vou no uefa.com e confiro as escalações das equipes e dessa vez, o que me deixou revoltado foi ver que José Mourinho foi covarde, ou seja, qual for a estratégia que ele pensa, pensou em usar ou sempre usa em jogos como esse, mas para mim, foi covarde e desnecessário. "Mou" escalou a equipe num 4-3-3 com três volantes e sem Ozil armando as jogadas. Mas, para quem acha que ele colocou Lassana Diarra no meio campo, engana-se. O português, pensando em bloquear as investidas do Barça, colocou nada mais que Kléper, ou como todos nós conhecemos Pepe. O camisa três quebra tudo, quebra todos fez bem o seu papel, mas quem entrou em seu lugar não.

Bem feito para Mourinho. Ver Kaká no banco, mesmo que em má fase já é ruim, pior é ver Ozil, seu "substituto - titular" (que vá tudo junto e misturado) ao seu lado no banco de reservas. Se quando Carvalho ou Pepe não jogam a solução é passar Sérgio Ramos para a zaga, desta vez, Albiol jogou. Tudo bem que ele jogou as últimas três partidas do Real os 90 minutos e é um jogador que eu gosto e admiro, entretanto, ele foi o cara que "entrou" no lugar de Ozil e que mudou todo o esquema original de José Mourinho.

No gol do Barcelona é que Mourinho deve ter pensado bem no que ele fez. Mesmo que Pepe tenha ajudado na marcação, jogando no meio campo e assim conseguiu parar o Barcelona, foi Albiol que estragou tudo fazendo um pênalti infantil em David Villa. O pênalti originou no gol do Barcelona e na expulsão do zagueiro que deixou o Real com um a menos. No final, Ronaldo empatou num pênalti meio suspeito, mas que se não fosse marcado, seria mais assunto que se fosse, por mais que não valeria muito, porque o primeiro real confronto será nesta quarta feira na final da Copa do Rey.
Messi comemorando o gol na partida, mais um na temporada FOTO: EFE
Se jornais da Catalunha falaram que Mourinho armou a equipe como se fosse um time pequeno, podem até ter razão. Guardiola fez o contrário, ou melhor, nada fez. Escalou como sempre, a equipe titularíssima. Valdés, Daniel Alves, Puyol, Piqué e Adriano (melhor opção que Maxwell, que é sondado pelo Milan). Xavi, Busquets e Iniesta no meio. Inútil a contratação de Mascherano e de tão estrelado, poderia estragar a equipe se contratassem Fabregas. Messi, Villa e Pedro. Percebam que Busquets e Pedro da base dão um equilíbrio, tirando possíveis várias estrelas.

Prova é que o Barça não ganhou nada quando tinha Messi, Eto'o, Ronaldinho e Henry no elenco na temporada 2007/08. Ficou nas semifinais da Champions perdendo para o Manchester, em terceiro lugar atrás do Villarreal no espanhol e não conquistou a Copa do Rey. Na última temporada, trocou Eto'o por Ibraihmovic da Inter de Milão e perdeu na Champions para o mesmo, levando o troco do camaronês. Se os milhões gastos em Mascherano não deram certo e o Barça era ótimo quando tinha Giuly no trio de ataque, assim como tem Pedro hoje, sem "uma terceira estrela" está mais que comprovado que um time cheio de estrelismo não é a melhor opção. E a prova está no maior rival que estragou Kaká.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Liga dos Campeões - Quartas de Final - 13/04

Schalke 04 2 x 1 Inter de Milão
Raúl aos 45 e Howedes aos 81 (Schalke 04) e Motta aos 47 (Internazionale)
Melhor Jogador em Campo: Raúl González


Pela primeira vez na sua história a equipe do Schalke 04 consegue chegar à semifinal da UEFA Champions League. O feito veio depois da vitória de 2 a 1 sobre a atual campeã Inter de Milão. O jogo foi do camisa sete Raúl González que marcou mais um gol na competição e deu passe para Howedes marcar o gol da vitória. O espanhol é um dos grandes da classificação alemã, ele que já ergueu três taças da competições agora terá que passar pelo poderoso Manchester United para chegar à final contra o seu ex-clube Real Madrid ou contra o seu ex-rival Barcelona.

No início, a partida foi pouco movientada, com o Schalke segurando a bola e impedindo a Inter de atacara. Mesmo Júlio César fazendo a primeira defesa, foi a Inter que procurando jogo chegou mais vezes. Eto'o partiu da esquerda mas chutou sem resultado, em seguida fez falta no goleiro Neuer. O holandês Sneijder também tentou, porém, foi Stankovic que deu à Inter a melhor chance do primeiro tempo, onde aproveitou o lance e chutou de fora da área, obrigando Neuer a fazer ótima defesa.
Raúl comemora mais um gol na Chammpios e o primeiro da classificação do Schalke FOTO: AP

No entando, antes do apito do juíz, aquele ditado "quem não faz, toma", apareceu quando na primeira grande chance do Schalke 04 o gol saiu. Jurado partiu com a bola pelo meio de campo e viu Raúl aparecer livre no meio da zaga (Lúcio e Ranocchia) que só viu o camisa sete driblar Júlio César e tocar para o fundo das redes. Se a missão da Inter de reverter a derrota em casa era difícil, agora praticamente estava descartada.

Na volta do intervalo, a Inter queria reverter a situação e mostrou isso com um gol logo no início. Com quatro minutos, após uma cobrança de escanteio e o desvio de Lúcio, Thiago Motta empatou o jogo. Mesmo com o gol, o jogo não mudou e a Inter não conseguia se impor em campo. Eto'o, Sneijder e Milito tentavam, mas Howedes teve seu gol anulado e Papadopoulos cabeceou por cima do gol, mostrando que o Schalke era quem mandava na partida, assim como aconteceu no primeiro jogo.

Já sem chances de reverter o placar e com Phillipe Coutinho em campo, a equipe de Gelserkirchen chegou ao segundo gol. No contra-ataque, Howedes roubou a bola e passou para Raúl que esperou a hora certa para lançar o camisa quatro que ficou cara a cara com Júlio César que não titubeou, chutou e fechou classificação inédita para a semifinal aos 87 minutos de jogo. Agora, os azuis reais vão enfrentar o todo poderoso Manchester United que com certeza é favorito, porém, zebras acontecem.




Tottenham H. 0 x 1 Real Madrid
Cristiano Ronaldo aos 50 (Real Madrid)
Melhor Jogador em Campo: Xabi Alonso

No outro jogo do dia, o Tottenham Hotspur teria que lutar e muito para conseguir a classificação. Com o russo Pavlyuchenko no lugar de Crouch que havia sido expulso na outra partida, a equipe londrina não conseguiu passar furar a meta de Casillas. A equipe merengue atacaou primeiro com Ozil que chutou e Gomes defendeu.

O jogo foi morno durante todo o primeiro tempo e o Tottenham parecia conformado com a derrota. Com Bale cruzando, os jogadores reclamaram de pênalti e depois, Pavlyuchenko chutou longe do gol. Depois,
dois escanteios deram sustos à meta de Gomes que fez grande defesa no segundo para o Real Madrid, mas mesmo Pavlyuchenko chutando de fora da área, os esforços dos spurs não eram suficientes para reverter a goleada sofrida na primeira partida. O primeiro tempo terminou zero a zero.
Gomes tenta mas não consegue evitar o único gol da partida em falha bisonha sua FOTO: Getty Images

No segundo, com cinco minutos Ronaldo chutou de longe e a bola foi nas mãos de Gomes que, possivelmente, já preparando para lançar alguém, acabou falhando bisonhamente. Pensar que o que já estava difícil, ficou pior ainda com o gol sofrido, ainda mais da maneira como foi. Todo o time do Real comemoraou, exceto Casillas que sabe como é a vida de goleiro e apenas abaixou a cabeça. 

O holandês van der vaart cruzou e pavlyuchenko cabeceou para fora em mais uma oportunidade da equipe londrina. Quando Jermain Defoe substituiu Aaron Lennon, no primeiro lance ele chutou de longe para Casillas defender. O jogo estava com cara de zero a zero, se não fosse a falha de Gomes. Ele foi corajoso num lance, mas defendeu estranhamente um chute de Kaká. Depois viu o lateral Marcelo tentar marcar de cobertura, porém, sem sucesso. Com o apito do juíz, a espera fica para o grande confronto entre Real Madrid e Barcelona, daqui há duas semanas.