quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

O Milan e seus quatro erros

Doze pontos separam o Milan, atual quinto colocado do campeonato italiano, da atual campeã Juventus, primeira com 49 pontos. Muito para um campeonato de pontos corridos, no qual a cada rodada, um empate “bobo” custa muito caro. E essas quatro vitórias de diferença, tem motivo: o mau início de campeonato. Ainda um pouco desmotivado com as vendas de Ibrahimovic e Thiago Silva, o Milan começou a temporada perdendo, totalizando cinco derrotas, dois empates e uma vitória nas oito rodadas iniciais.

Mas o que realmente se deve destacar, é que essa diferença é marcada pelas derrotas do time em pleno San Siro. Até essa 22º rodada, a equipe do técnico Massimiliano Allegri, perdeu, justamente, quatro vezes diante da sua torcida. Na primeira rodada para a Sampdoria, no segundo jogo em casa, válido pela terceira rodada contra a Atalanta e para a arquirrival Inter de Milão, na sétima rodada. Fato curioso, é que todas foram por um a zero, com o Milan não conseguindo emplacar as jogadas durante toda a partida, para depois sofrer um “gol-surpresa”, – este que apareceu logo no início do derby contra a Inter.
El Shaarawy tornou-se inesperadamente no destaque do Milan e é o artilheiro do time com 15 gols FOTO: AFP
A quarta derrota em casa, talvez tenha sido a mais dolorida. A equipe vinha de uma goleada sobre o Chievo por 5 a 1, com bela atuação de todo o time, mas não conseguiu superar a Fiorentina, num jogo que ficou marcado por um pênalti perdido por Alexandre Pato quando o jogo ainda estava um a zero para o time viola. No final, derrota por 3 a 1. Mas a partir daí, o Milan reagiu e conquistou uma boa sequência. Um empate fora de casa com o Napoli, isso com dois gols do destaque do time na temporada, El Shaarawy, após o clube rossonero estar perdendo por dois a zero e que deu mais moral ao jogador e ânimo ao time.

Na rodada seguinte, o clássico contra a Juventus foi vencido com muito suor e a distância para a vecchia signora diminuiu para 14 pontos. A vitória foi a primeira de outras três sobre Catania, Torino e Pescara, com apenas este último sendo em casa. A sequência foi quebrada com um show de bola da Roma que abriu três a zero no primeiro tempo, sobre um apático Milan, que reagiu tarde demais, perdendo por 4 a 2 na última partida de 2012.

Neste ano, no último jogo do primeiro turno, vitória tranquila sobre o Siena, mas depois, empate contra a Sampdoria, sem poder se vingar da derrota na estreia. A nova vitória sobre o Bologna, com Pazzini fazendo dois gols, (um deles um golaço, o quinto do jogador nos dois confrontos contra o Bologna) e a vitória de ontem sobre a Atalanta, podem ser o início da “sequência que falta” ao time rossonero.

Para animar um pouco, dois empates e uma derrota nos últimos quatro jogos, fizeram a Juventus não ter saltado mais na tabela, caíndo um pouco de produção. Napoli, Lazio e a Internazionale estão na busca da atual campeã, e todos estão separados por três pontos, o que anima ainda mais as coisas, mas evidencia também que a luta rossonera por, no mínimo, uma vaga na Liga dos Campeões, será um trabalho árduo.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

A primeira convocação de Felipão

A primeira convocação de Luiz Felipe Scolari em seu retorno a seleção brasileira após a demissão de Mano Menezes, ficou marcada pela volta de Ronaldinho Gaúcho e Júlio César. No entanto, a ausência de Kaká também deve ser lembrada, já que ele foi nome frequente nas últimas listas do ex-técnico. Se Felipão trocou seis por meia dúzia, em questão de idade e importância na seleção, sendo ambos, hoje, "medalhões", espero que isso não venha a se repetir na próxima convocação. Kaká ainda merece. 

Ainda sem saber – e entender – do porque que apenas 20 jogadores foram convocados comento que, ainda assim, a convocação de Felipão foi muito boa, principalmente por dois fatores: Dante e Hernanes. Enquanto o zagueiro ganha a chance de estrear pela amarelinha, vindo de ótimas partidas no Bayern de Munique, time aonde é titular, Hernanes vem sendo comandante da boa campanha da Lazio, que sonha em tomar a primeira colocação da Juventus, disputando pau a pau com o Napoli. Mesmo jogando como meia-armador, não haveria dificuldade para o jogador realizar a função de segundo volante. 

Posição por posição, a permanência de Diego Alves não surpreende e a ida de Júlio César é uma boa aposta. Ele trará experiência ao trio de goleiros, assim como Rogério Ceni (aniversariante do dia) foi para ele na última copa, e no meu ver, disputará posição com Cássio, que ganhou outro status na campanha do mundial conquistado pelo Corinthians. Ambos vem atrás de Diego Cavalieri – que disputaria a titularidade com o xará Alves. 
Diferente de Mano, Felipão levou Ronaldinho Gaúcho e deixou Kaká de fora FOTO: Mowa Press
Nas laterais, a certeza de que Daniel Alves continuará, contrapõe a incerteza de seu reserva. Adriano não, por favor, aqui é seleção brasileira, sem improvisos. Ele que fique na esquerda, como um ótimo reserva, de Marcelo – vez ou outra, titular. E Filipe Luís agradecido com mais uma chance. Rafael vem fazendo boa temporada no United, e se fosse 23 jogadores, poderia ter aparecido. Maicon quase não joga no rival City, assim como Rafinha no Bayern de Munique. Outras opções mais distantes são Danilo do Porto e Ilsinho do Shakhtar Donetsk. Pra mim hoje é Rafael, mas jogando, sou mais o Rafinha – quem sabe Guardiola o ajude.  

Um dos defeitos de Mano Menezes era chamar Leandro Castán. Outras melhores opções existiam, como a dupla sertaneja Henrique e Rhodolfo. Felipão volta a cometer esse erro (apenas na minha opinião, e de outros, é claro), mas que passa despercebido diante do chamado de Dante. Miranda também é outra boa escolha, mas que pode ser preterida por Dedé. 

O quarteto de volantes ficou marcado por não haver nenhum “cão de guarda”, o clássico cabeça-de-área, ainda mais por ser algo característico do técnico. Paulinho e Ramires devem continuar, com Arouca e Hernanes em suas sombras. Os dois que jogam no Brasil, para mim formam a melhor dupla de volantes do país, sem contar Denílson que é jogador do Arsenal e está emprestado ao São Paulo. Gosto mais do futebol do Hernanes que o de Ramires, mas o camisa 7 do Chelsea merece ser o titular como segundo volante do time, mas jogando pela direita. Ainda sem muito ritmo de jogo, Lucas do Liverpool é a opinião mais sensata como camisa 5 da seleção, porém ficou de fora. Ainda podem aparecer Luiz Gustavo do Bayern de Munique e Fernando do Porto, mas é Sandro do Tottenham que, em minha opinião, Felipão colocará para disputar posição com Lucas para ser o quarto volante do time, no lugar de Arouca. Paulinho não deve sair. 

No meio campo, Felipão chamou apenas Oscar e Ronaldinho Gaúcho (além de Lucas, mas como o 4-3-3 deverá permanecer, o deixaremos como ponta, no ataque), abdicando de Kaká, que não vem jogando pelo Real Madrid. Certo? De certa forma sim, mas ainda preciso sentir a vontade – e o bom futebol – de Ronaldinho Gaúcho jogar pela seleção brasileira, algo que ele parece ter perdido na derrota para a França na – longínqua – copa de 2006. Ainda assim, poderá ser reserva de Oscar, ou atuarem juntos, com Hulk sendo preterido ou na linha de ataque, ou para um 4-4-2, ou até mesmo, quem sabe para um 4-2-3-1. 

Mesmo capenga de um jogador, a linha de ataque aspira estar perfeita. Com os “89” Pato e Damião não jogando muita bola, voltam a ter chances os tarimbados Fred e Luís Fabiano, que foram artilheiro e vice-artilheiro do brasileirão, respectivamente. Mais atrás, Jonas vem jogando bem no Valencia, mas como segundo atacante, e outro nome interessante, Nilmar, anda fazendo não sei o que no Catar. (Ah! Ganhando dinheiro). Na ponta direita, Hulk e Lucas, com o primeiro merecendo mais ser titular. Na esquerda, o reserva da unanimidade Neymar, poderia ser ou Kaká (jogando no que hoje está Ronaldinho Gaúcho, este que seria o ponta-esquerda, assim como era no Barcelona) ou Robinho, que não retornou a seleção após a campanha na Copa América. E só. 

Se quisermos renovar um pouco mais a seleção, William (Shakhtar Donetsk), Ganso (São Paulo) e Giuliano (Dnipro Dnipropetrovsk) estão aí, mas será difícil superar um dos R’s de Felipão em 2002. Assim, deixo a minha análise e opinião sobre a primeira convocação de Luiz Felipe Scolari. Boa, mas que certamente sofrerá mudanças e que nunca cairá no gosto de todos os brasileiros. 

Confira a lista de convocados: 
Goleiros 
Diego Alves (Valencia)
Julio César (Queens Park Rangers)

Laterais 
Daniel Alves (Barcelona)
Adriano (Barcelona)
Filipe Luis (Atlético de Madrid)

Zagueiros 
David Luiz (Chelsea)
Dante (Bayern)
Miranda (Atlético de Madrid)
Leandro Castán (Roma)

Volantes 
Ramires (Chelsea)
Paulinho (Corinthians)
Hernanes (Lazio)
Arouca (Santos)

Meias 
Oscar (Chelsea)
Ronaldinho Gaúcho (Atlético-MG)

Atacantes 
Hulk (Zenit)
Fred (Fluminense)
Neymar (Santos)
Lucas (PSG)
Luis Fabiano (São Paulo)

Próximos jogos da seleção brasileira 
02/02/13 Brasil x Inglaterra (Inglaterra)
21/03/13 Brasil x Itália (Suíça)
25/03/13 Brasil x Rússia (Inglaterra)
02/06/13 Brasil x Inglaterra (Maracanã)
09/06/13 Brasil x França (Arena do Grêmio)

sábado, 15 de dezembro de 2012

Adeus, Marcos

Não vi o jogo de despedida do Marcos. Aguardava para que o jogo começasse e assim que a transmissão iniciou, entrada de jogadores, de Marcos ao lado de seus três filhos e de várias placas, estátuas, troféus, homenagens e, é claro, o canto da torcida palmeirense, para o maior goleiro que a Sociedade Esportiva Palmeiras já viu e um dos maiores que o mundo já viu. Mas não vi o jogo. A luz caiu. Não entrei em desespero, mas fiquei triste. Esperando pela luz voltar, fui dormir ao perceber que ela demoraria para voltar.

Mas irei assistir a gravação que fiz da retransmissão que passará hoje, 12/12/12. Tudo doze para a camisa 12 que Marcos vestiu na maior parte de sua história no Palmeiras. O goleiro e jogador mais querido de todos as torcidas de todos os times brasileiros, conseguiu a façanha de reunir os dois times que mais marcaram a minha infância. No tempo que esquema tático não fazia tanta diferença, que os estádios brasileiros pareciam viver cheios (de alegria) e que todos os jogos pareciam ser disputados com se fossem finais. Marcos reuniu o Palmeiras campeão da Libertadores em 99 e que fazia eu pular de alegria pelas vitórias e por ser palmeirense. E a seleção brasileira campeã mundial em 2002, nas manhãs e madrugadas do Brasil e que, com aquele bigodudo no banco e um trio de R's na frente, e com ele, é claro, brilhando muio no gol, fez eu ver o único título da nossa seleção. 
Homenagem ao Marcos em jogo amistoso contra o Ajax FOTO: globo.com
E vendo todos aqueles jogadores daquela seleção e também do time palmeirense, parei para pensar que mesmo tendo Ronaldo, Rivaldo, Roberto Carlos, Cafu, jogadores tão importantes para a seleção e para seus clubes, não tiveram a mesma celebração ao final da carreira, que o arqueiro palmeirense teve. Talvez porque acabaram meio contra a própria vontade ou nem acabaram direito, o motivo para que o goleiro palmeirense recebesse toda essa festa e muito mais, todos sabem. Marcos merece por dedicar toda a sua carreira a um só clube, provando que o amor do jogador pelo seu clube do coração, é maior que o dinheiro. Na época com 12 anos, não sabia da oferta do Arsenal por ele. Seja lá quantos milhões eram, ele ficou, mesmo com o clube Série B. E se ficou, era para nunca mais sair, nem do clube, nem do coração dos torcedores alviverdes. 

O carisma e o jeito do “São Marcos”, junto a suas histórias, não passam despercebidos por onde quer que ele passe. Ele que é, sem dúvida nenhuma, o melhor jogador de todos os tempos do Palmeiras, junto a Ademir da Guia – que esteve presente ontem e até jogou. Talvez nem junto, para mim e para muitos outros palmeirenses mais jovens, já que não vi o “Divino” jogar. Merecido para ele que recusou a número um por respeito a Velloso, mas que nem precisa disso, pois é, e sempre será o número 1 de todos os palmeirenses.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Felipão: nem bom, nem ruim

Não gostei da contratação de Mano Menezes para técnico da seleção brasileira de futebol após a derrota para a Holanda na Copa de 2010. Não gostei porque o meu preferido era outro gaúcho: Luís Felipe Scolari. Mas como “Felipão” havia chegado há pouco tempo no Palmeiras, isso era pouco provável. Muricy não aceitou o cargo. Sobrou para Mano. Missão complicada já que disputaria apenas amistosos, sem nenhum jogo nas eliminatórias. 

As convocações foram feitas, cada um com suas críticas e os jogos também. Mas se na seleção dos jogadores haverá sempre quem discorde, nas partidas da amarelinha não. E o Brasil não estava bem. Não ganhou uma partida contra uma grande seleção e não jogava tanto quanto se esperava com as mais fracas. Mano, porém, fazia o que haviam lhe pedido. O que era o certo. Reformulou a seleção com caras novas e com grande potencial. 
Felipão, a escolha mais óbvia FOTO: AFP
Neymar, Ganso, Pato, Damião, Lucas e Oscar. Esses apenas do meio para frente – em tese – formam a cara da “nova” seleção. Um “quarteto mágico” com dois no banco. Uma geração e tanto com três 89, dois 92 e um 91. E o Mano apostou neles desde o início, apesar de Ganso “o camisa 10 da próxima copa” se machucar, as frequentes lesões de Alexandre Pato e um certo receio, se é que podemos chamar assim, com Lucas. 

Veio a Copa América, primeira competição e vergonha. No ano seguinte, Olimpíadas e mesmo que com um sub-23 no qual se questionou a convocação de Hulk ao invés de David Luiz, derrota na final para o México. Para mim, se houvesse um momento para demitir Mano, seria ali. Pelo contrário, seria o técnico na copa em casa. Mas não foi. José Maria Marin presidente da CBF no lugar de Marcelo Teixeira – que foi quem escolheu Mano Menezes – decidiu assumir a bronca. 

Demitir Mano no melhor momento do técnico da seleção (apesar do empate com a Colômbia e na vitória nos pênaltis sobre a Argentina) e escolher ele mesmo o seu técnico. Com o anúncio tendo que ser feito para o sorteio da Copa das Confederações (não diga que não foi por isso) Felipão, aquele que eu queria no começo, foi escolhido. Superstição por ser o técnico que assumiu o comando pouco mais de um ano antes de vencer a Copa de 2002? Também. É a melhor escolha após a saída de Mano? Não. A melhor escolha seria a permanência de Mano. Como isso não aconteceu, muito se debateu sobre quem seria o novo técnico. 

Boas opções não faltavam. Muricy Ramalho, Wanderley Luxemburgo, Tite, Abel Braga e até mesmo Pep Guardiola (deixem o cara descansar, por favor). Todavia, nenhuma surpresa com a escolha de Felipão. Além da “superstição” de Marin (minha e de muitos brasileiros, além de uma nova oportunidade para, quem sabe, uma nova “Família Scolari”), os outros técnicos estão muito bem empregados. Muricy no Santos, Luxemburgo no Grêmio e Tite com o Mundial a disputar no Corinthians e Abel Braga (mais provável, mas o menos cotado) com o título no Fluminense. Guardiola, livre e solto tinha o empecilho de ser justamente quem ele é: o Guardiola. 

Não que seja um absurdo ver um estrangeiro ser técnico da seleção, mas é que diante de tantas opções que tem aqui, escolher alguém que mudou a forma de jogar de um clube, conquistando vários títulos – com Messi, Xavi e Iniesta – para, se esperava, fazer o mesmo no Brasil, por que não? Porque um ano e seis meses para isso é pouco, muito pouco. Seria cometer dois erros em um: um estrangeiro com pouco tempo de trabalho.

E mesmo que Felipão tenha – em parte – culpa no rebaixamento do Palmeiras, foi com o mesmo time que ele conquistou a Copa do Brasil, torneio mata-mata. E é disso que a seleção precisa. Porém, era necessário alguém mais “atualizado”, ciente de que o futebol é mudou muito após a conquista do penta. E parece que Felipão não está tão ligado à isso. Parece, é o que espero para ver em campo. 

 E se o Brasil vencer a Copa, ele se aposenta. Se o Brasil perder, "aposentam" ele. 

 *Termino o texto e vejo que a mãe de Luís Felipe Scolari falece. Triste pelo técnico campeão do meu time na infância.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

A Premier League que eu conheço

Arteta? Não, não é ele quem deveria bater esse pênalti. A sensação de que a torcida do Arsenal não sairia feliz do estádio, mesmo após ter um tiro livre de sete metros a seu favor veio a mim quando o número 8 dos gunners se posicionou para a cobrança. A previsão para o sábado era de futebol de manhã (mais exatamente futsal) e artigo de assessoria de imprensa à tarde – claro, com a televisão ligada nos jogos de futebol na Europa que agitam todo o meu final de semana. Um eu sempre vejo.

A derrota do meu time no primeiro jogo do dia, o almoço atrasado e os olhos focados também no notebook, fizeram com que não visse a peleja entre Arsenal e Fulham de “cabo a rabo”. Mas deveria, diante do ótimo confronto que ambas as equipes realizaram. Algo inédito até 11º rodada, foi o Arsenal marcar duas vezes com pouco mais de 20 minutos. Os contratados e “criticados” Oliver Giroud e Lukas Podolki balançaram a rede adversária, esbravejaram e naquela cena, a dúvida apareceu. Seria a noite dos gunners?

Giroud marca o gol de empate do Arsenal FOTO: Getty Images
A única goleada do clube na temporada foi no 6 a 1 sobre o Southampton, na quando comemorou dois gols contra. No entanto, a imaginação do torcedor com uma possível goleada brecou quando o búlgaro Dimitar Berbatov, ex-Manchester United, marcou de cabeça após cobrança de escanteio, esfriando ainda mais Emirates Stadium. O Fulham é uma equipe aguerrida, com um modo de jogar interessante, contando com bons jogadores de várias seleções nacionais e que não se acanhou diante do rival da cidade. Há cinco minutos do fim do primeiro tempo, Kacaniklic que havia entrado no lugar de Richardson, que saiu lesionado, empatou a partida para delírio dos torcedores do cottagers, que deixaram a equipe animada para a volta do intervalo, dando um banho de água fria no time de Arsenè Wenger.

Este que fez a partida mornar na segunda etapa, até o momento que o juiz apitou pênalti que o búlgaro Berbatov converteu, colocando os visitantes na frente. 3 a 2. Todavia, a alegria durou pouco. Mais exatamente dois minutos. Giroud foi lançado e saiu sozinho em direção ao goleiro Schwarzer. O veterano australiano cresceu em frente ao francês que acertou a bola na trave. No rebote, Walcoot cruzou sem titubear na cabeça do centroavante que não desperdiçou e empatou a partida, alegrando novamente a torcida arsenalista.


Arteta decepcionado após perder o pênalti que daria a vitória FOTO: Getty Images
O melhor ainda estava por vir. O gol de empate animou o time de Wenger que foi para cima, mas as tentativas de gol sempre paravam no goleiro Schwarzer. Uma, duas, três defesas feitas por ele, deixaram o placar igual. Quando o empate parecia ser o resultado do embate, o árbitro Phil Dowd apitou mão na bola, mesmo que sempre seja bola na mão, dentro da área de Schwarzer. Mesmo que de forma um pouco injusta, era a chance do Arsenal sair com a vitória, sofrida por sinal, e garantir os três pontos para subir algumas posições no campeonato. 

Mas a camisa oito (número preferido de quem vos escreve) de Arteta apareceu na tela da TV e não demonstrou confiança de que seria ele o autor do gol da vitória convertendo o pênalti. Os 94 minutos apontavam que aquele seria o último lance do jogo, lance que brilhou o goleiro Schwarzer que pulou para a esquerda e defendeu a boa – mas não decisiva – cobrança de Arteta, garantindo a vitória para o Fulham, mesmo que ela tenha valido apenas um ponto na classificação (exagerado).

O outro jogo da noite – na Inglaterra – marcado às 15h30 no Brasil, entre Aston Villa e Manchester United, iniciou com total atenção do blogueiro. A meia hora que intercalou as duas partidas foi o suficiente para tentar fazer um pouco do artigo antes de abandonar tudo e dedicar ao jogo, como há tempo não fazia. O cansaço do jogo da manhã ainda estava presente e isso ajudou a deitar tranquilamente no sofá. Mas o que se viu no primeiro inteiro da partida, realizada no Villa Park, estádio do Aston Villa, foi um primeiro tempo nada animador, ainda mais para quem tinha acabado de ver seis gols (sendo quatro no primeiro tempo) na partida anterior.

Com um meio campo jogando mal, com Valencia e Young pelas alas não conseguindo se infiltrar na boa marcação dos villans, e um Paul Scholes – do qual sou muito fã – sem tanta vontade de jogo, o Manchester mesmo jogando melhor e mantendo pequena superioridade na posse de bola, não conseguia marcar, visto que a temida dupla Rooney e van Persie não estavam num dia tão bom. O 4-2-3-1 do time da casa montado por Paul Lambert, apostando no contra-ataque deu resultado apenas aos 46 minutos do primeiro tempo. Um banho de água fria ainda mais gelada sobre os red devils. Benteke adiantou a bola na esquerda, ganhou no jogo de corpo de Smalling e tocou rasteiro na entrada da área para o jovem austríaco Andreas Weimann. Ele pegou bem de primeira, jogou em cima de De Gea que não conseguiu evitar o um a zero.

No intervalo, Alex Ferguson tirou o apagado Young – que recebia vaias da torcida do seu ex-time toda vez que pegava na bola – e colocou “Chicharito”. Com o número 14 nas costas e vontade de fazer a diferença, o mexicano ficou com expressão insólita quando saiu o segundo gol do time da casa, novamente com Weimann, dessa vez aproveitando passe de Agbonlahor, novamente da esquerda, após a jogada iniciar pela direita.
Com a partida reiniciada após o gol, Chicharito não imaginava – ou sim? – que a estrela dele brilharia mais que a de Weimann, atacante de 21 anos que, até então, seria o grande nome para acabar com um jejum de 17 anos sem vitória do Villa sobre o United no Villa Park. Oito minutos após o time da casa ampliar, o mexicano recebeu belo lançamento e ao matar a bola, quando parecia que ele perderia o domínio e, consequentemente a bola, tudo se ajeitou para que ele pudesse conseguir o chute que, mesmo fraco, passou pelo goleiro e pelo defensor, diminuindo o placar.
Chicharito comemora o gol em sua noite iluminada FOTO: Reuters
E era sabido que se o Manchester diminuísse, a pressão atrás do empate e da virada seria grande. E foi o que aconteceu. Enquanto o Aston Villa sentiu o gol, os red devils foram para cima, e o segundo gol não demorou muito a sair. Rooney abriu na direita para Rafael e o cruzamento do lateral brasileiro atravessou toda a pequena área até encontrar Hernández que pegou de primeira. A bola resvalou no zagueiro Vlaar antes de entrar, e fez com que fosse validado gol contra (injustamente, diga-se), apesar de todo o mérito do atacante.

O empate diminuiu um pouco o ritmo do Manchester, que sem pressionar tanto, esperava que o gol da virada pudesse sair a qualquer momento. Assim como aconteceu duas vezes com Robin van Persie que de cabeça, acertou o travessão após cruzamento na área. Faltou pouco, mas após o atacante holandês novamente acertar o travessão, depois de bela jogada no qual cortou da direita para dentro e com a esquerda chutou forte, parecia não ter jeito. Era Javier Hernández que teria que fazer o terceiro, o da vitória. E assim foi.

A cobrança de falta de van Persie encontrou um determinado Chicharito que saiu da marcação, e se abaixou para cabecear no canto esquerdo do goleiro, há três minutos do fim. O camisa 14 saiu correndo para comemorar com a torcida o feito, para depois seus companheiros chegarem para abraçá-lo. O jogo que parecia ser de Weimann e do Aston Villa, mudou, foi de Chicharito, mais uma vez do Manchester United, que manteve o tabu, e agora são 18 jogos invictos no Villa Park.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Jogos da Seleção - Brasil 1 x 2 Argentina

Brasil 1 X 2 Argentina
O título do nada empolgante "Superclássico das Américas" ficou com o Brasil FOTO: AP
FICHA TÉCNICA 

BRASIL 1 X 2 ARGENTINA
Local: Estádio La Bombonera, Buenos Aires, Argentina
Data: 21 de novembro de 2012, quarta-feira
Horário: 22h00 (de Brasília)
Árbitro: Enrique Osses
Cartões amarelos: Guiñazu, Fred e Réver
Cartões vermelhos: Nenhum
Gols: Scocco aos 36 e 44 e Fred aos 37, todos no segundo tempo

TIMES 

Retrospecto da seleção de Mano pós-copa do mundo de 2010 
10/08/10 Brasil 2 x 0 Estados Unidos
07/10/10 Brasil 3 x 0 Irã
11/10/10 Brasil 2 x 0 Ucrânia
17/11/10 Brasil 0 x 1 Argentina
09/02/11 Brasil 0 x 1 França
27/03/11 Brasil 2 x 0 Escócia
04/06/11 Brasil 0 x 0 Holanda
07/06/11 Brasil 1 x 0 Romênia
03/07/11 Brasil 0 x 0 Venezuela - Copa América
09/07/11 Brasil 2 x 2 Paraguai - Copa América
13/07/11 Brasil 4 x 2 Equador - Copa América
17/07/11 Brasil 0 x 0 Paraguai - Copa América (Derrota por 2 a 0 nos pênaltis)
10/08/11 Brasil 2 x 3 Alemanha
05/09/11 Brasil 1 x 0 Gana
14/09/11 Brasil 0 x 0 Argentina
28/09/11 Brasil 2 x 0 Argentina
07/10/11 Brasil 1 x 0 Costa Rica
11/10/11 Brasil 2 x 1 México
11/11/11 Brasil 2 x 0 Gabão
15/11/11 Brasil 2 x 0 Egito
28/02/12 Brasil 2 x 0 Bósnia-Herzegovina
26/05/12 Brasil 3 x 1 Dinamarca
30/05/12 Brasil 4 x 1 Estados Unidos
03/06/12 Brasil 0 x 2 México
09/06/12 Brasil 3 x 4 Argentina
15/08/12 Brasil 3 x 0 Suécia
07/09/12 Brasil 1 x 0 África do Sul
10/09/12 Brasil 8 x 0 China
19/09/12 Brasil 2 x 1 Argentina
11/10/12 Brasil 5 x 0 Iraque
16/10/12 Brasil 4 x 0 Japão
14/11/12 Brasil 1 x 1 Colômbia
21/11/12 Brasil 1 x 2 Argentina (Vitória por 4 a 3 nos pênaltis)

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Jogos da Seleção - Brasil 1 x 1 Colômbia

Brasil 1 x 1 Colômbia 
Neymar marcou o único gol do "jogo mil" da seleção brasileira FOTO: Mowa Press
FICHA TÉCNICA 


BRASIL 1 X 1 COLÔMBIA
Local: Estádio MetLife Stadium, Nova Jersey, Estados Unidos
Data: 14 de novembro de 2012, quarta-feira
Horário: 22h00 (de Brasília)
Árbitro: Mark Geiger
Cartões amarelos: Leandro Castán, Ramires, Yepes e Armero.
Cartões vermelhos: Nenhum
Gols: Cuadrado aos 43 e Neymar aos 63.


TIMES 

Retrospecto da seleção de Mano pós-copa do mundo de 2010 
10/08/10 Brasil 2 x 0 Estados Unidos
07/10/10 Brasil 3 x 0 Irã
11/10/10 Brasil 2 x 0 Ucrânia
17/11/10 Brasil 0 x 1 Argentina
09/02/11 Brasil 0 x 1 França
27/03/11 Brasil 2 x 0 Escócia
04/06/11 Brasil 0 x 0 Holanda
07/06/11 Brasil 1 x 0 Romênia
03/07/11 Brasil 0 x 0 Venezuela - Copa América
09/07/11 Brasil 2 x 2 Paraguai - Copa América
13/07/11 Brasil 4 x 2 Equador - Copa América
17/07/11 Brasil 0 x 0 Paraguai - Copa América (Derrota por 2 a 0 nos pênaltis)
10/08/11 Brasil 2 x 3 Alemanha
05/09/11 Brasil 1 x 0 Gana
14/09/11 Brasil 0 x 0 Argentina
28/09/11 Brasil 2 x 0 Argentina
07/10/11 Brasil 1 x 0 Costa Rica
11/10/11 Brasil 2 x 1 México
11/11/11 Brasil 2 x 0 Gabão
15/11/11 Brasil 2 x 0 Egito
28/02/12 Brasil 2 x 0 Bósnia-Herzegovina
26/05/12 Brasil 3 x 1 Dinamarca
30/05/12 Brasil 4 x 1 Estados Unidos
03/06/12 Brasil 0 x 2 México
09/06/12 Brasil 3 x 4 Argentina
15/08/12 Brasil 3 x 0 Suécia
07/09/12 Brasil 1 x 0 África do Sul
10/09/12 Brasil 8 x 0 China
19/09/12 Brasil 2 x 1 Argentina
11/10/12 Brasil 5 x 0 Iraque
16/10/12 Brasil 4 x 0 Japão
14/11/12 Brasil 1 x 1 Colômbia
21/11/12 Brasil x Argentina

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Jogos da Seleção - Brasil 4 x 0 Japão

Brasil 4 X 0 Japão  
Kaká deixou sua marca no retorno a seleção FOTO: EFE
FICHA TÉCNICA 

BRASIL 4 X 0 JAPÃO
Local: Estádio Miejski, Breslávia, POL
Data: 16 de outubro de 2012, terça-feira
Horário: 09h00 (de Brasília)
Árbitro: Marcin Borski
Cartões amarelos: Ramires e David Luiz
Cartões vermelhos: Nenhum
Gols: Paulinho aos 12, Neymar aos 25 e aos 47 e Kaká aos 74.

TIMES 

Retrospecto da seleção de Mano pós-copa do mundo de 2010 
10/08/10 Brasil 2 x 0 Estados Unidos
07/10/10 Brasil 3 x 0 Irã
11/10/10 Brasil 2 x 0 Ucrânia
17/11/10 Brasil 0 x 1 Argentina
09/02/11 Brasil 0 x 1 França
27/03/11 Brasil 2 x 0 Escócia
04/06/11 Brasil 0 x 0 Holanda
07/06/11 Brasil 1 x 0 Romênia
03/07/11 Brasil 0 x 0 Venezuela - Copa América
09/07/11 Brasil 2 x 2 Paraguai - Copa América
13/07/11 Brasil 4 x 2 Equador - Copa América
17/07/11 Brasil 0 x 0 Paraguai - Copa América (Derrota por 2 a 0 nos pênaltis)
10/08/11 Brasil 2 x 3 Alemanha
05/09/11 Brasil 1 x 0 Gana
14/09/11 Brasil 0 x 0 Argentina
28/09/11 Brasil 2 x 0 Argentina
07/10/11 Brasil 1 x 0 Costa Rica
11/10/11 Brasil 2 x 1 México
11/11/11 Brasil 2 x 0 Gabão
15/11/11 Brasil 2 x 0 Egito
28/02/12 Brasil 2 x 0 Bósnia-Herzegovina
26/05/12 Brasil 3 x 1 Dinamarca
30/05/12 Brasil 4 x 1 Estados Unidos
03/06/12 Brasil 0 x 2 México
09/06/12 Brasil 3 x 4 Argentina
15/08/12 Brasil 3 x 0 Suécia
07/09/12 Brasil 1 x 0 África do Sul
10/09/12 Brasil 8 x 0 China
19/09/12 Brasil 2 x 1 Argentina
11/10/12 Brasil 5 x 0 Iraque
16/10/12 Brasil 4 x 0 Japão
15/11/12 Brasil x Colômbia
22/11/12 Brasil x Argentina

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Jogos da Seleção - Brasil 6 x 0 Iraque

Brasil 6 X 0 Iraque
Kaká não jogava na seleção desde a derrota para a Holanda na Copa FOTO: AFP
FICHA TÉCNICA
BRASIL 6 X 0 IRAQUE
Local: Estádio Swedbank, Malmo, SUE
Data: 11 de outubro de 2012, quinta-feira
Horário: 15h30 (de Brasília)
Árbitro: M. Hansson
Cartões amarelos: Ali Rehema.
Cartões vermelhos: Nenhum
Gols: Oscar aos 22 e 27, Kaká aos 48, Hulk aos 56, Neymar aos 75 e Lucas aos 80.

TIMES

Retrospecto da seleção de Mano pós-copa do mundo de 2010
10/08/10 Brasil 2 x 0 Estados Unidos
07/10/10 Brasil 3 x 0 Irã
11/10/10 Brasil 2 x 0 Ucrânia
17/11/10 Brasil 0 x 1 Argentina
09/02/11 Brasil 0 x 1 França
27/03/11 Brasil 2 x 0 Escócia
04/06/11 Brasil 0 x 0 Holanda
07/06/11 Brasil 1 x 0 Romênia
03/07/11 Brasil 0 x 0 Venezuela - Copa América
09/07/11 Brasil 2 x 2 Paraguai - Copa América
13/07/11 Brasil 4 x 2 Equador - Copa América
17/07/11 Brasil 0 x 0 Paraguai - Copa América (Derrota por 2 a 0 nos pênaltis)
10/08/11 Brasil 2 x 3 Alemanha
05/09/11 Brasil 1 x 0 Gana
14/09/11 Brasil 0 x 0 Argentina
28/09/11 Brasil 2 x 0 Argentina
07/10/11 Brasil 1 x 0 Costa Rica
11/10/11 Brasil 2 x 1 México
11/11/11 Brasil 2 x 0 Gabão
15/11/11 Brasil 2 x 0 Egito
28/02/12 Brasil 2 x 0 Bósnia-Herzegovina
26/05/12 Brasil 3 x 1 Dinamarca
30/05/12 Brasil 4 x 1 Estados Unidos
03/06/12 Brasil 0 x 2 México
09/06/12 Brasil 3 x 4 Argentina
15/08/12 Brasil 3 x 0 Suécia
07/09/12 Brasil 1 x 0 África do Sul
10/09/12 Brasil 8 x 0 China
19/09/12 Brasil 2 x 1 Argentina
11/10/12 Brasil 5 x 0 Iraque
16/10/12 Brasil x Japão

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Jogos da Seleção - Brasil 2 x 1 Argentina

Brasil 2 x 1 Argentina

FICHA TÉCNICA
BRASIL 1 X 1 ARGENTINA
Local: Estádio Serra Dourada, Goiás
Data: 19 de setembro de 2012, quarta-feira
Horário: 22h00 (de Brasília)
Árbitro: Carlos Amarilla
Cartões amarelos: Paulinho Desábato e Neymar
Cartões vermelhos: Nenhum
Gols: Martínez aos 19 (Argentina), Paulinho aos 25 (Brasil) e Neymar aos 45 (Brasil).

TIMES
Brasil: Mano Menezes - 4-2-1-2-1 | Argentina: Alejandro Sabella - 3-5-2
OPINIÃO


Retrospecto da seleção de Mano pós-copa do mundo de 2010
10/08/10 Brasil 2 x 0 Estados Unidos
07/10/10 Brasil 3 x 0 Irã
11/10/10 Brasil 2 x 0 Ucrânia
17/11/10 Brasil 0 x 1 Argentina
09/02/11 Brasil 0 x 1 França
27/03/11 Brasil 2 x 0 Escócia
04/06/11 Brasil 0 x 0 Holanda
07/06/11 Brasil 1 x 0 Romênia
03/07/11 Brasil 0 x 0 Venezuela - Copa América
09/07/11 Brasil 2 x 2 Paraguai - Copa América
13/07/11 Brasil 4 x 2 Equador - Copa América
17/07/11 Brasil 0 x 0 Paraguai - Copa América (Derrota por 2 a 0 nos pênaltis)
10/08/11 Brasil 2 x 3 Alemanha
05/09/11 Brasil 1 x 0 Gana
14/09/11 Brasil 0 x 0 Argentina
28/09/11 Brasil 2 x 0 Argentina
07/10/11 Brasil 1 x 0 Costa Rica
11/10/11 Brasil 2 x 1 México
11/11/11 Brasil 2 x 0 Gabão
15/11/11 Brasil 2 x 0 Egito
28/02/12 Brasil 2 x 0 Bósnia-Herzegovina
26/05/12 Brasil 3 x 1 Dinamarca
30/05/12 Brasil 4 x 1 Estados Unidos
03/06/12 Brasil 0 x 2 México
09/06/12 Brasil 3 x 4 Argentina
15/08/12 Brasil 3 x 0 Suécia
07/09/12 Brasil 1 x 0 África do Sul
10/09/12 Brasil 8 x 0 China
19/09/12 Brasil 2 x 1 Argentina
03/10/12 Brasil x Argentina
16/10/12 Brasil x Japão

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Jogos da Seleção - Brasil 8 x 0 China

Brasil 8 x 0 China 
Ramires abriu o placar no Arruda FOTO: AP
FICHA TÉCNICA 
BRASIL 8 X 0 CHINA 
Local: Estádio do Arruda, Recife
Data: 10 de setembro de 2012, segunda
Horário: 22h00 (de Brasília)
Árbitro: Roberto Silveira
Cartões amarelos: Nenhum
Cartões vermelhos: 
Gols: Ramires aos 23, Neymar aos 26, Lucas aos 49, Hulk aos 52, Neymar aos 54, Neymar aos 60, Jianye Liu aos 70 (contra) e Oscar aos 76.

TIMES 

OPINIÃO 

Retrospecto da seleção de Mano pós-copa do mundo de 2010

10/08/10 Brasil 2 x 0 Estados Unidos
07/10/10 Brasil 3 x 0 Irã
11/10/10 Brasil 2 x 0 Ucrânia
17/11/10 Brasil 0 x 1 Argentina
09/02/11 Brasil 0 x 1 França
27/03/11 Brasil 2 x 0 Escócia
04/06/11 Brasil 0 x 0 Holanda
07/06/11 Brasil 1 x 0 Romênia
03/07/11 Brasil 0 x 0 Venezuela - Copa América
09/07/11 Brasil 2 x 2 Paraguai - Copa América
13/07/11 Brasil 4 x 2 Equador - Copa América
17/07/11 Brasil 0 x 0 Paraguai - Copa América (Derrota por 2 a 0 nos pênaltis)
10/08/11 Brasil 2 x 3 Alemanha
05/09/11 Brasil 1 x 0 Gana
14/09/11 Brasil 0 x 0 Argentina
28/09/11 Brasil 2 x 0 Argentina
07/10/11 Brasil 1 x 0 Costa Rica
11/10/11 Brasil 2 x 1 México
11/11/11 Brasil 2 x 0 Gabão
15/11/11 Brasil 2 x 0 Egito
28/02/12 Brasil 2 x 0 Bósnia-Herzegovina
26/05/12 Brasil 3 x 1 Dinamarca
30/05/12 Brasil 4 x 1 Estados Unidos
03/06/12 Brasil 0 x 2 México
09/06/12 Brasil 3 x 4 Argentina 15/08/12 Brasil 3 x 0 Suécia
07/09/12 Brasil 1 x 0 África do Sul
10/09/12 Brasil 8 x 0 China
19/09/12 Brasil x Argentina
03/10/12 Brasil x Argentina
16/10/12 Brasil x Japão

Jogos da Seleção - Brasil 1 x 0 África do Sul

Brasil 1 x 0 África do Sul 
Hulk salvou a 'pele' do técnico Mano Menezes FOTO: globoesporte.com
FICHA TÉCNICA 
BRASIL 1 x 0 África do Sul 
Local: Morumbi, São Paulo
Data: 07 de setembro de 2012, sexta
Horário: 15h450 (de Brasília)
Árbitro: 
Cartões amarelos: Dedé, Marcelo e Hulk (Brasil), Chabangu, Khune, Gaxa, Dikgacoi (África do Sul)
Cartões vermelhos: Nenhum
Gols: Hulk aos 74.

TIMES 

OPINIÃO 

Retrospecto da seleção de Mano pós-copa do mundo de 2010

10/08/10 Brasil 2 x 0 Estados Unidos
07/10/10 Brasil 3 x 0 Irã
11/10/10 Brasil 2 x 0 Ucrânia
17/11/10 Brasil 0 x 1 Argentina
09/02/11 Brasil 0 x 1 França
27/03/11 Brasil 2 x 0 Escócia
04/06/11 Brasil 0 x 0 Holanda
07/06/11 Brasil 1 x 0 Romênia
03/07/11 Brasil 0 x 0 Venezuela - Copa América
09/07/11 Brasil 2 x 2 Paraguai - Copa América
13/07/11 Brasil 4 x 2 Equador - Copa América
17/07/11 Brasil 0 x 0 Paraguai - Copa América (Derrota por 2 a 0 nos pênaltis)
10/08/11 Brasil 2 x 3 Alemanha
05/09/11 Brasil 1 x 0 Gana
14/09/11 Brasil 0 x 0 Argentina
28/09/11 Brasil 2 x 0 Argentina
07/10/11 Brasil 1 x 0 Costa Rica
11/10/11 Brasil 2 x 1 México
11/11/11 Brasil 2 x 0 Gabão
15/11/11 Brasil 2 x 0 Egito
28/02/12 Brasil 2 x 0 Bósnia-Herzegovina
26/05/12 Brasil 3 x 1 Dinamarca
30/05/12 Brasil 4 x 1 Estados Unidos
03/06/12 Brasil 0 x 2 México
09/06/12 Brasil 3 x 4 Argentina 15/08/12 Brasil 3 x 0 Suécia
07/09/12 Brasil 1 x 0 África do Sul
10/09/12 Brasil x China
19/09/12 Brasil x Argentina
03/10/12 Brasil x Argentina
16/10/12 Brasil x Japão

Jogos da Seleção - Brasil 3 x 0 Suécia

Brasil 3 x 0 Suécia 
Pato saiu do banco para marcar dois gols e concretizar a goleada brasileira FOTO: MowaPress
FICHA TÉCNICA 
BRASIL 3 X 0 SUÉCIA 
Local: Estádio Rasunda, Suécia
Data: 15 de agosto de 2012, quarta-feira
Horário: 15h00 (de Brasília)
Árbitro: Viktor Kassai
Cartões amarelos: Larsson, Thiago Silva e Wernbloom
Cartões vermelhos: Nenhum
Gols: Leandro Damião aos 32, Pato aos 84 e 87.

TIMES 

OPINIÃO 

Retrospecto da seleção de Mano pós-copa do mundo de 2010

10/08/10 Brasil 2 x 0 Estados Unidos
07/10/10 Brasil 3 x 0 Irã
11/10/10 Brasil 2 x 0 Ucrânia
17/11/10 Brasil 0 x 1 Argentina
09/02/11 Brasil 0 x 1 França
27/03/11 Brasil 2 x 0 Escócia
04/06/11 Brasil 0 x 0 Holanda
07/06/11 Brasil 1 x 0 Romênia
03/07/11 Brasil 0 x 0 Venezuela - Copa América
09/07/11 Brasil 2 x 2 Paraguai - Copa América
13/07/11 Brasil 4 x 2 Equador - Copa América
17/07/11 Brasil 0 x 0 Paraguai - Copa América (Derrota por 2 a 0 nos pênaltis)
10/08/11 Brasil 2 x 3 Alemanha
05/09/11 Brasil 1 x 0 Gana
14/09/11 Brasil 0 x 0 Argentina
28/09/11 Brasil 2 x 0 Argentina
07/10/11 Brasil 1 x 0 Costa Rica
11/10/11 Brasil 2 x 1 México
11/11/11 Brasil 2 x 0 Gabão
15/11/11 Brasil 2 x 0 Egito
28/02/12 Brasil 2 x 0 Bósnia-Herzegovina
26/05/12 Brasil 3 x 1 Dinamarca
30/05/12 Brasil 4 x 1 Estados Unidos
03/06/12 Brasil 0 x 2 México
09/06/12 Brasil 3 x 4 Argentina 15/08/12 Brasil 3 x 0 Suécia
07/09/12 Brasil x África do Sul
10/09/12 Brasil x China
19/09/12 Brasil x Argentina
03/10/12 Brasil x Argentina
16/10/12 Brasil x Japão