domingo, 12 de maio de 2013

Borussia empata em casa contra o Bayern no último jogo de ambos antes da final da Liga dos Campeões

A prévia da final da Liga dos Campeões não teria o mesmo sabor graças ao título já conquistado pelo Bayern de Munique e, dessa forma, o clássico não teria a mesma rivalidade de jogos anteriores. Ambas as equipes começaram a partida com poucos titulares, mas contando, certamente, com reservas de qualidade.

O jogo começou morno, com ambas as equipes trocando passes sem se preocupar tanto em atacar. Em uma das primeiras jogadas para gol, o Borussia Dortmund abriu o placar. O polonês Blaszczykowski recebeu a bola na direita, com a marcação em cima, esperou o momento certo para cruzar na área. Enxergou o meia que estava improvisado na lateral, Grosskreutz, chegando por trás que de primeira, pegou no alto e chutou para o gol, abrindo o placar aos dez minutos de jogo. 

Pouco tempo depois, um dos titulares do Borussia - Gundogan - saiu sentindo a coxa e deu lugar para o jovem Leitner. Após o gol o Borussia mantinha maior domínio da bola e o rival queria equilibrar a partida. Conseguiu, criou algumas jogadas sem susto, até que aos 23 minutos Rafinha recebeu a bola e cruzou na cabeça de Mario Gómez. O camisa 23 não perdoou e, sozinho, cabeceou no canto do gol, sem chances para o goleiro Weindenfeller.

A partida seguiu morna e com poucas chances de gol. Apenas aos 37 minutos, Lewandowski recebeu o lançamento, passou por dois jogadores bávaros e, dentro da área, parou em cima de Neuer. Em seguida, ambos os times tiveram chances de gol em cobranças de falta, mas Sahin para o time amarelo e Alaba para o vermelho, jogaram por cima do gol. Aos 43 Alaba fez boa jogada na esquerda, ele que estava improvisado no meio campo, e tocou para Gómez. O centroavante driblou o marcador e chutou para boa defesa de Weindenfeller. 

O primeiro tempo acabou e o segundo iniciou sem muita motivação de ambas equipes. Apenas aos 10 minutos o Bayern de Munique assustou com boa tabela e com Gómez quase marcando. O troco do time da casa veio com várias tentativas no mesmo lance e no chute de Sahin, o árbitro viu pênalti após Boateng se proteger com o braço. Na cobrança o artilheiro Lewandowski escolheu o lado direito, mas o goleiro Neuer pulou no canto certo e defendeu a cobrança, mantendo o empate.

Quase vinte minutos e o jogo deu uma esquentada. Muito graças ao lateral brasileiro Rafinha. O ex-jogador do Coritiba, Genoa e Schalke 04, chegou com o braço no rosto do polonês Kuba antes de levar um empurrão. Kuba levou o amarelo e, quando parecia que sairia impune, Rafinha levou o vermelho. Saiu xingando tudo e todos, deu uma dedada no rosto de Blaszczykowski antes de discutir com o técnico Jurgen Klopp e ouvir do auxiliar Mathias Sammer, o pedido para que ele fosse rápido para o vestiário.

A torcida da casa apoiava o time que manteve maior posse de bola na sequência da partida. Klopp havia tirado o volante Kehl para colocar o meia Marco Reus, fazendo com que o time fosse atrás da vitória. Mas sem ânimo, a equipe até tentou algumas vezes, com a melhor chance caindo nos pés de Schieber, mas o atacante dominou mal e Neuer pegou a bola. Satisfeito com o empate, o Bayern apenas se defendeu diante das investidas do Dortmund, mas o jogo foi feito para acabar com empate e assim seguiu até o apito do juiz.

Ficha Técnica 

B. Dortmund 1 x 1 B. de Munique




Local: Westfalenstaidon, Dortmund, Alemanha
Data: 4 de maio de 2013, sábado
Horário: 13h30 (de Brasília)
Árbitro: 
Cartões amarelos: 
Cartões vermelhos: Rafinha
Gols: Kevin Grosskreutz aos 11 e Mario Gómez aos 22

quinta-feira, 25 de abril de 2013

No Mineirão, Brasil vira partida contra o Chile, mas sofre empate e vê gritos de "olé" para os chilenos



 Brasil 2 x 2 Chile
Brasil até virou o placar, mas não fez boa partida e empatou com o Chile FOTO: Terra Bruno Santos
Ficha Técnica

Brasil 1 x 1 Chile
Local: Estádio Mineirão, Minas Gerais
Data: 24 de abril de 2013, quarta-feira
Horário: 22h00 (de Brasília)
Árbitro: Carlos Arecio Amarilla
Cartões amarelos: Ronaldinho, Álvarez, Fernando, Muñoz
Cartões vermelhos: Leal
Gols: González aos 7, Réver aos 24, Neymar aos 54 e Vargas aos 63.

Times
Brasil: Luis Felipe Scolari - 4-2-3-1 | Chile: Jorge Sampaoli - 4-3-3
Opinião
As minhas apostas dos jogadores convocados por Felipão para a Copa das Confederações é: Júlio César, Diego Cavalieri e Diego Alves; Daniel Alves, Jean, Marcelo e Adriano; Thiago Silva, David Luiz, Henrique e Dante; Paulinho, Ramires, Hernanes e Fernando; Oscar, Ronaldinho Gaúcho, Lucas e Jadson; Fred, Neymar, Pato e Hulk. Eu apenas levaria o Rafael do Manchester United no lugar do improvisado Jean (ele quer mais um volante e no caso que roube uma posição, a lateral reserva, Jean já jogou nos dois, mas não há necessidade de mais um volante) e, apesar do tempo que voltou de lesão, tentaria Lucas do Liverpool, além, é claro, de Kaká no lugar do Jadson.

Retrospecto da seleção de Felipão
06/02/13 Brasil 1 x 2 Inglaterra (Inglaterra)
21/03/13 Brasil 2 x 2 Itália (Suíça)
25/03/13 Brasil 1 x 1 Rússia (Inglaterra)
07/04/13 Brasil 4 x 0 Bolívia (Bolívia)
26/05/13 Brasil 2 x 2 Chile (Mineirão
02/06/13 Brasil x Inglaterra (Maracanã)
09/06/13 Brasil x França (Arena do Grêmio)

Retrospecto da seleção de Mano
10/08/10 Brasil 2 x 0 Estados Unidos
07/10/10 Brasil 3 x 0 Irã
11/10/10 Brasil 2 x 0 Ucrânia
17/11/10 Brasil 0 x 1 Argentina
09/02/11 Brasil 0 x 1 França
27/03/11 Brasil 2 x 0 Escócia
04/06/11 Brasil 0 x 0 Holanda
07/06/11 Brasil 1 x 0 Romênia
03/07/11 Brasil 0 x 0 Venezuela - Copa América
09/07/11 Brasil 2 x 2 Paraguai - Copa América
13/07/11 Brasil 4 x 2 Equador - Copa América
17/07/11 Brasil 0 x 0 Paraguai - Copa América (Derrota por 2 a 0 nos pênaltis)
10/08/11 Brasil 2 x 3 Alemanha
05/09/11 Brasil 1 x 0 Gana
14/09/11 Brasil 0 x 0 Argentina
28/09/11 Brasil 2 x 0 Argentina
07/10/11 Brasil 1 x 0 Costa Rica
11/10/11 Brasil 2 x 1 México
11/11/11 Brasil 2 x 0 Gabão
15/11/11 Brasil 2 x 0 Egito
28/02/12 Brasil 2 x 0 Bósnia-Herzegovina
26/05/12 Brasil 3 x 1 Dinamarca
30/05/12 Brasil 4 x 1 Estados Unidos
03/06/12 Brasil 0 x 2 México
09/06/12 Brasil 3 x 4 Argentina
15/08/12 Brasil 3 x 0 Suécia
07/09/12 Brasil 1 x 0 África do Sul
10/09/12 Brasil 8 x 0 China
19/09/12 Brasil 2 x 1 Argentina
11/10/12 Brasil 5 x 0 Iraque
16/10/12 Brasil 4 x 0 Japão
14/11/12 Brasil 1 x 1 Colômbia
21/11/12 Brasil 1 x 2 Argentina (Vitória por 4 a 3 nos pênaltis)

quarta-feira, 24 de abril de 2013

A Quarta convocação de Felipão

Confira a lista completa dos convocados:

Goleiros
Jefferson (Botafogo)
Diego Cavalieri (Fluminense)

Laterais
Marcos Rocha (Atlético-MG)
André Santos (Grêmio)

Zagueiros
Dedé (Cruzeiro)
Rodrigo Moledo (Internacional)
Réver (Atlético-MG)
Henrique (Palmeiras)

Alexandre Pato é uma dos atacantes do time FOTO: MowaPress
Volantes
Paulinho (Corinthians)
Ralf (Corinthians)
Fernando (Grêmio)
Jean (Fluminense)

Meias
Jadson (São Paulo)
Ronaldinho Gaúcho (Atlético-MG)

Atacantes
Alexandre Pato (Corinthians)
Leandro (Palmeiras)
Neymar (Santos)
Leandro Damião (Internacional)
Osvaldo (São Paulo)

domingo, 14 de abril de 2013

PSV vacila, perde clássico em casa e praticamente dá o título ao Ajax

Em partida disputada e com cinco gols, o Ajax garantiu a vitória no clássico sobre o PSV Eindhoven, fora de casa no Phillips Stadium, por três a dois. Sempre à frente no marcador, o time do técnico Frank de Boer foi mais eficiente conquista cinco pontos de diferença para o segundo colocado, o Vitesse, dando passos largos para o tricampeonato holandês.

A sensação que se teve após os primeiros toques de bola era de que o jogo seria como se esperava: pegado. Não demorou muito para os encontrões e trombadas saírem, diferente do futebol que se esperava. Apenas aos sete minutos a primeira oportunidade criada pelo time da casa, sem assustar o time adversário.

E assim o PSV ia tentando chegar, aos poucos e sem ser tão incisivo. Mas em clássico, o Ajax não iria ficar toda a partida recuada e apareceu duas vezes com o jovem atacante Fischer. Em duas jogadas pela direita, a bola sobrou para ele dentro da área, assustando a torcida da casa. 

O Ajax chegou e o time da casa já não despontava tanto ao ataque. Poulsen segurava as pontas do lado do Ajax e van Bommel, em menor proporção, do lado da equipe da casa. Aos 32 minutos, Eriksen recebeu a bola na direita, passou no mano a mano por Willems e cruzou. A bola deu uma desviada e bateu no pé de van Bommel que não conseguiu segurar e "passou" para Sigthorsson, que abriu o marcador para o Ajax.

Tendo que correr atrás do resultado, o PSV foi pra cima com Wijnaldum que trouxe para o meio do campo e arriscou um chute fraco de esquerda. O Ajax tentou a resposta logo depois, mas sem sucesso. Apenas com Fischer arrancando pela esquerda, aos 41 minutos que os ajacieden quase chegaram, mas o atacante dinamarquês caiu dentro da área, pediu pênalti, mas levou o cartão amarelo por simulação.

No minuto seguinte, o meia Eriksen tinha a bola no campo de defesa. Strootman se aproveitou do descuido adversário, roubou a bola, tabelou e saiu de frente com o goleiro Cillensen. Lens estava do lado e recebeu o gol do companheiro e tratou de empatar a partida, animando o jogo para a segunda etapa.

O empate no primeiro tempo deixou para os 45 minutos seguintes a missão de praticamente decidir a disputa do campeonato. Com três pontos atrás na tabela e jogando em casa, o PSV foi pra cima e após a cobrança de escanteio, o zagueiro Derijck cabeceou para defesa tranquila de Cillensen.

Todavia ficou só nisso. A jogada pelo lado esquerdo do Ajax foi efetiva. O lateral Blind do Ajax lançou Eriksen que sozinho partiu pelo lado do campo, cortou para dentro e chutou. A bola passou debaixo das pernas do zagueiro holandês e bateu na trave antes de estufar as redes do PSV. O gol colocava a equipe há seis pontos de diferença na classificação e se não quisesse perder o campeonato em sua própria casa, o PSV tinha que ir pra cima.

Eram 20 minutos quando o Ajax teve a chance de ampliar o marcador. Fischer recebeu na esquerda e não teve sucesso no chute. O técnico Dick Advocaat do PSV tirou Wijnaldum e colocou o camisa nove Tim Matavz, para ser a referência no time da casa. Na jogada seguinte, cobrança de falta que Mertens cobrou e a bola saiu para escanteio.

Em mais uma chance falta pro PSV cobrar, o gol de empate saiu. Mertens foi novamente para a cobrança, dessa vez um pouco mais longe. A bola bateu na trave e no rebote o oportunista Lens estava lá para colocar a bola pra dentro. O técnico do Ajax Frank de Boer colocou Babel em campo - ele que havia marcado gols nos últimos dois jogos que entrou -, mas foram outros dois suplentes que ganharam a atenção. 

De Boer tirou o volante Poulsen, recuou Schone e apostou em Boerrigter. O atacante recebeu bela enfiada de bola, ganhou de Pieters - este que apenas reclamou de um puxão - e chutou para o gol. Waterman estava no meio do caminho e pouco pôde fazer, aceitando o terceiro gol do Ajax que ficava mais uma vez à frente do marcador, há 13 minutos do fim, para desespero da torcida da casa.

Nessa altura, o time de Eindhoven precisava no mínimo empatar, para não ver o rival despontar na frente. Porém, as tentativas foram poucos e com exceção de um gol de Toivonen, bem anulado por impedimento, foi o Ajax que esteve mais perto do gol. Cansado, o time da casa não conseguia corresponder às expectativas da torcida presente. Os minutos passaram e o apito final definiu a vitória - e praticamente o título - ao Ajax.


Ficha Técnica 

PSV 2 x 3 Ajax



Local: Phillips Stadium, Eindhoven, Holanda
Data: 14 de maio de 2013, domingo
Horário: 11h30 (de Brasília)
Árbitro: Bert Kuipers (HOL)
Cartões amarelos: Fischer
Cartões vermelhos: Nenhum
Gols: Sigthórsson aos 33, Lens aos 43 e aos 69, Eriksen aos 52 e Boerrigter aos 77.

Times
PSV: Dick Advocaat - 4-3-3 | Ajax: Frank de Boer - 4-3-3

domingo, 7 de abril de 2013

Brasil goleia Bolívia em jogo sem homenagens

Bolívia 0 x 4 Brasil

Neymar e Ronaldinho se destacaram contra a fraca seleção boliviana
Ficha Técnica

Bolívia 0 x 4 Brasil
Local: Ramon Tauhichi Aguilera, Bolívia
Data: 06 de abril de 2013, sábado
Horário: 16h30 (de Brasília)
Árbitro: Patricio Loustau
Cartões amarelos: Eguino e Osvaldo
Cartões vermelhos: Nenhum
Gols: Damião aos 3, Neymar aos 30 e 41 e Leandro aos 91

Times
Bolivia: Xabier Azkargorta - 4-2-3-1 | Brasil: Luis Felipe Scolari - 4-2-3-1

Opinião


Retrospecto da seleção de Felipão
06/02/13 Brasil 1 x 2 Inglaterra
21/03/13 Brasil 2 x 2 Itália (Suíça)
25/03/13 Brasil 1 x 1 Rússia (Inglaterra)
07/04/13 Brasil 4 x 0 Bolívia
26/05/13 Brasil x Chile
02/06/13 Brasil x Inglaterra (Maracanã)
09/06/13 Brasil x França (Arena do Grêmio)

Retrospecto da seleção de Mano
10/08/10 Brasil 2 x 0 Estados Unidos
07/10/10 Brasil 3 x 0 Irã
11/10/10 Brasil 2 x 0 Ucrânia
17/11/10 Brasil 0 x 1 Argentina
09/02/11 Brasil 0 x 1 França
27/03/11 Brasil 2 x 0 Escócia
04/06/11 Brasil 0 x 0 Holanda
07/06/11 Brasil 1 x 0 Romênia
03/07/11 Brasil 0 x 0 Venezuela - Copa América
09/07/11 Brasil 2 x 2 Paraguai - Copa América
13/07/11 Brasil 4 x 2 Equador - Copa América
17/07/11 Brasil 0 x 0 Paraguai - Copa América (Derrota por 2 a 0 nos pênaltis)
10/08/11 Brasil 2 x 3 Alemanha
05/09/11 Brasil 1 x 0 Gana
14/09/11 Brasil 0 x 0 Argentina
28/09/11 Brasil 2 x 0 Argentina
07/10/11 Brasil 1 x 0 Costa Rica
11/10/11 Brasil 2 x 1 México
11/11/11 Brasil 2 x 0 Gabão
15/11/11 Brasil 2 x 0 Egito
28/02/12 Brasil 2 x 0 Bósnia-Herzegovina
26/05/12 Brasil 3 x 1 Dinamarca
30/05/12 Brasil 4 x 1 Estados Unidos
03/06/12 Brasil 0 x 2 México
09/06/12 Brasil 3 x 4 Argentina
15/08/12 Brasil 3 x 0 Suécia
07/09/12 Brasil 1 x 0 África do Sul
10/09/12 Brasil 8 x 0 China
19/09/12 Brasil 2 x 1 Argentina
11/10/12 Brasil 5 x 0 Iraque
16/10/12 Brasil 4 x 0 Japão
14/11/12 Brasil 1 x 1 Colômbia
21/11/12 Brasil 1 x 2 Argentina (Vitória por 4 a 3 nos pênaltis)

Brasil não faz boa partida e empata no final contra a Rússia


 Brasil 1 x 1 Rússia

Marcelo recebeu passe de Hulk e que deu a assistência para Fred que marcou seu terceiro gol com Felipão FOTO: EFE

Ficha Técnica

Brasil 1 x 1 Rússia
Local: Stamford Bridge, Inglaterra
Data: 25 de março de 2013, segunda-feira
Horário: 16h00 (de Brasília)
Árbitro: Howard Webb (ING)
Cartões amarelos: Hernanes e Eschenko
Cartões vermelhos: Nenhum
Gols: Fayzulin aos 72 e Fred aos 89.

Times
Brasil: Luis Felipe Scolari - 4-2-3-1 | Rússia: Fábio Capello - 4-3-3
Opinião


Retrospecto da seleção de Felipão
06/02/13 Brasil 1 x 2 Inglaterra
21/03/13 Brasil 2 x 2 Itália (Suíça)
25/03/13 Brasil 1 x 1 Rússia (Inglaterra)
02/06/13 Brasil x Inglaterra (Maracanã)
09/06/13 Brasil x França (Arena do Grêmio)

Retrospecto da seleção de Mano
10/08/10 Brasil 2 x 0 Estados Unidos
07/10/10 Brasil 3 x 0 Irã
11/10/10 Brasil 2 x 0 Ucrânia
17/11/10 Brasil 0 x 1 Argentina
09/02/11 Brasil 0 x 1 França
27/03/11 Brasil 2 x 0 Escócia
04/06/11 Brasil 0 x 0 Holanda
07/06/11 Brasil 1 x 0 Romênia
03/07/11 Brasil 0 x 0 Venezuela - Copa América
09/07/11 Brasil 2 x 2 Paraguai - Copa América
13/07/11 Brasil 4 x 2 Equador - Copa América
17/07/11 Brasil 0 x 0 Paraguai - Copa América (Derrota por 2 a 0 nos pênaltis)
10/08/11 Brasil 2 x 3 Alemanha
05/09/11 Brasil 1 x 0 Gana
14/09/11 Brasil 0 x 0 Argentina
28/09/11 Brasil 2 x 0 Argentina
07/10/11 Brasil 1 x 0 Costa Rica
11/10/11 Brasil 2 x 1 México
11/11/11 Brasil 2 x 0 Gabão
15/11/11 Brasil 2 x 0 Egito
28/02/12 Brasil 2 x 0 Bósnia-Herzegovina
26/05/12 Brasil 3 x 1 Dinamarca
30/05/12 Brasil 4 x 1 Estados Unidos
03/06/12 Brasil 0 x 2 México
09/06/12 Brasil 3 x 4 Argentina
15/08/12 Brasil 3 x 0 Suécia
07/09/12 Brasil 1 x 0 África do Sul
10/09/12 Brasil 8 x 0 China
19/09/12 Brasil 2 x 1 Argentina
11/10/12 Brasil 5 x 0 Iraque
16/10/12 Brasil 4 x 0 Japão
14/11/12 Brasil 1 x 1 Colômbia
21/11/12 Brasil 1 x 2 Argentina (Vitória por 4 a 3 nos pênaltis)

Brasil abre dois gols de vantagem, mas cede empate no início do segundo tempo


Brasil 2 x 2 Itália
Oscar foi o armador do time com Hulk pela direita FOTO: Reuters
Ficha Técnica

Brasil 2 x 2 Itália
Local: Estádio de Genebra, Suíça
Data: 21 de março de 2013, quinta-feira
Horário: 16h30 (de Brasília)
Árbitro: Stephan Studer (SUI)
Cartões amarelos: Fred, Hernanes, Filipe Luís, Maggio e Poli
Cartões vermelhos: Nenhum
Gols: Fred aos 32, Oscar aos 41, De Rossi aos 53 e Balotelli aos 56

Times
Brasil: Luis Felipe Scolari - 4-3-3 | Itália: Cesare Prandeli - 4-3-1-2
Opinião


Retrospecto da seleção de Felipão
06/02/13 Brasil 1 x 2 Inglaterra
21/03/13 Brasil 2 x 2 Itália (Suíça)
25/03/13 Brasil x Rússia (Inglaterra)
02/06/13 Brasil x Inglaterra (Maracanã)
09/06/13 Brasil x França (Arena do Grêmio)

Retrospecto da seleção de Mano
10/08/10 Brasil 2 x 0 Estados Unidos
07/10/10 Brasil 3 x 0 Irã
11/10/10 Brasil 2 x 0 Ucrânia
17/11/10 Brasil 0 x 1 Argentina
09/02/11 Brasil 0 x 1 França
27/03/11 Brasil 2 x 0 Escócia
04/06/11 Brasil 0 x 0 Holanda
07/06/11 Brasil 1 x 0 Romênia
03/07/11 Brasil 0 x 0 Venezuela - Copa América
09/07/11 Brasil 2 x 2 Paraguai - Copa América
13/07/11 Brasil 4 x 2 Equador - Copa América
17/07/11 Brasil 0 x 0 Paraguai - Copa América (Derrota por 2 a 0 nos pênaltis)
10/08/11 Brasil 2 x 3 Alemanha
05/09/11 Brasil 1 x 0 Gana
14/09/11 Brasil 0 x 0 Argentina
28/09/11 Brasil 2 x 0 Argentina
07/10/11 Brasil 1 x 0 Costa Rica
11/10/11 Brasil 2 x 1 México
11/11/11 Brasil 2 x 0 Gabão
15/11/11 Brasil 2 x 0 Egito
28/02/12 Brasil 2 x 0 Bósnia-Herzegovina
26/05/12 Brasil 3 x 1 Dinamarca
30/05/12 Brasil 4 x 1 Estados Unidos
03/06/12 Brasil 0 x 2 México
09/06/12 Brasil 3 x 4 Argentina
15/08/12 Brasil 3 x 0 Suécia
07/09/12 Brasil 1 x 0 África do Sul
10/09/12 Brasil 8 x 0 China
19/09/12 Brasil 2 x 1 Argentina
11/10/12 Brasil 5 x 0 Iraque
16/10/12 Brasil 4 x 0 Japão
14/11/12 Brasil 1 x 1 Colômbia
21/11/12 Brasil 1 x 2 Argentina (Vitória por 4 a 3 nos pênaltis)

sábado, 6 de abril de 2013

A Segunda convocação de Felipão

Confira a lista de convocados: 

Goleiros 
Diego Cavalieri (Fluminense)
Julio César (Queens Park Rangers)

Laterais 
Daniel Alves (Barcelona)
Marcelo (Real Madrid)
Filipe Luis (Atlético de Madrid)

Zagueiros 
Thiago Silva (PSG)
David Luiz (Chelsea)
Dedé (Vasco)
Dante (Bayern)
Thiago Silva forma com David Luiz a dupla da seleção FOTO: Reuters
Volantes 
Ramires (Chelsea)
Paulinho (Corinthians)
Hernanes (Lazio)
Luiz Gustavo (Bayern de Munique)
Fernando (Grêmio)
Jean (Fluminense)

Meias 
Kaká (Real Madrid)
Lucas (PSG)
Oscar (Chelsea)

Atacantes 
Hulk (Zenit)
Fred (Fluminense)
Neymar (Santos)
Diego Costa (Atlético de Madrid)

Próximos jogos da seleção brasileira 
21/03/13 Brasil x Itália (Suíça)
25/03/13 Brasil x Rússia (Inglaterra)
06/04/13 Brasil x Bolívia (Bolívia)
00/00/13 Brasil x Chile (Mineirão)
02/06/13 Brasil x Inglaterra (Maracanã)
09/06/13 Brasil x França (Arena do Grêmio)

sexta-feira, 29 de março de 2013

Balotelli, "seu irmão" e por enquanto uma dupla "italiana"

“Neste 27 anos não jogamos nunca com 4-3-3, podemos fazer agora porque temos dois jogadores para isso. El Shaarawy é super. Estou louco de alegria porque o ataque é todo formado por nascidos nos anos 90”. Estas foram as palavras de Adriano Galliani, vice-presidente do Milan, após a vitória no último minuto sobre a Udinese, no San Siro. O pênalti mal marcado deu ao clube o que era preciso na difícil partida. Mas não é sobre isso que esse post irá falar.
El Shaarawy apareceu nessa temporada e é o futuro do Milan FOTO: AFP
A declaração de Galliani, reitera a nova ordem do clube rossonero e que pode ser observado em toda a Itália: a aposta em jovens jogadores. O esquema com três atacantes, que veremos mais adiante, contou com M'baye Niang, nascido em 94, Mario Balotelli, nascido em 90 e Stephan El Shaarawy, nascido em 92. E a estreia do trio ontem, pode ser o início de uma nova era no clube de Milão. Nota-se que os dois italianos tem descendência ganesa e egípcia, respectivamente.

Com 20 anos, El Shaarawy já tem um espaço especial no coração do torcedor rossonero. Brilhou quando o time mais precisou, dando a vitória com gols importantes, concretizando o que se esperava dele. E ele ainda tem muito a evoluir, como os outros dois. No caso de Balotelli, já com 22 anos, essa evolução tão grande, pode não acontecer, mas isso só depende do seu gênio, à lá Ibrahimovic. Com mais entrega dentro de campo e menos polêmicas fora dele, o “Super Mário” tem tudo pra fazer uma ótima dupla com o faraó. Dupla que vira trio com o francês Niang, quatro anos mais novo.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

PSG vence Valencia em Mestalla com bom primeiro tempo do time e do estreante Lucas

Jogando na Espanha, Valencia e Paris Saint-Germain prometia ser um jogo de indecisão. O clube espanhol, mesmo um pouco mais fraco que outras edições da Liga dos Campões, mas contando com mais experiência na competição, enfrentaria o PSG, que retornava à Champions com muitas contratações milionárias, mas sendo considerado como um time que “reestreou” nessa edição e, por isso, sem contar com grande favoritismo.

No entanto, o que se viu no primeiro tempo, foi um PSG bastante sólido, com o Valencia, mesmo jogando no Mestalla, perdendo no meio campo e penando para atacar. A postura do time francês, de jogar sem medo na casa do adversário, deu certo e o 4-4-2, algo raro nos grandes times atualmente, funcionou muito bem com o ótimo primeiro tempo do estreante Lucas. 

Carlo Ancelotti não contou com Thiago Silva na defesa e preferiu Jallet à van der Wiel na lateral. Na segunda linha de quatro, Lucas tomou conta, defendendo e atacando com precisão, para cima do meia, improvisado na lateral, Andrés Guardado. O mexicano que seria a grande aposta do time, nas investidas do time de Valencia, perdeu tanto no ataque, quanto na defesa, levando um belo drible de Lucas que originou o segundo gol do PSG.

Verrati e Matuidi se completam no meio campo de Ancelotti, com o passe e a força, respectivamente, sendo seus principais atributos. E Pastore na esquerda, não apareceu tanto no primeiro tempo, apesar do gol, mas fez uma partida na média. Bem acima de Ibrahimovic, que mais uma vez num mata-mata de Champions, não jogou o que habitualmente se vê dele. Depois de Lucas, Lavezzi foi quem mais apareceu, correu, tabelou e marcou o primeiro gol do time, numa falha do goleiro Guaita. 

Ernesto Valverde viu Guardado sofrer nas mãos de Lucas, mas não tinha outra opção com as ausências de Cissokho e Mathieu. Talvez improvisar o zagueiro Victor Ruíz para brecar o adversário, mas não era o que havia sido treinado e praticado. Guaita não fez boa partida, afobado em alguns lances, falhando no primeiro gol e podendo pegar o segundo, Diego Alves não deve ter gostado do que viu.

João Pereira, Ricardo Costa e Rami, fizeram uma partida boa dentro do possível, assim como a dupla de volantes Parejo e Tino Costa, esse último que proporcionou grande perigo com suas bolas paradas – até resultar no lance que originou o gol de Rami e que dá uma pequena chance ao time para a partida de volta. Contudo, o grande problema do time de Valverde foi o insosso Banega como meia de armação e um apagado Jonas na meia-esquerda. 

Com Guardado, Jonas, e Banega agindo pouco, o Valencia perdeu suas principais armas, e Valverde logo trocou Jonas e Banega por Valdéz e Canales. Deu certo. O jovem espanhol atuou na esquerda e trocava bom passes no meio, assim como Valdéz. Mas nada disso fez tanta diferença quanto a saída de Lucas do jogo (que mais tarde descobriu-se ser por lesão) para a entrada do volante Chantôme. 

Nisso acontece o erro de Ancelotti. Se colocasse Menéz a pretensão seria continuar a segunda etapa com a mesma intensidade da primeira. Com Chantôme (que até marcou um gol, impedido) o time ficou mais retraído e viu o Valencia, com Guardado, ir para cima. Mesmo com algumas tentativas do time, o gol saiu mesmo na bola parada de Tino Costa. Outro ponto a comemorar foi a boba expulsão de Ibrahimovic, que chegou solando na maldade o mexicano. Ainda assim, a vitória do PSG deixou o clube com uma mão nas quartas de final da competição.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Derrota para Inglaterra e a realidade dessa geração brasileira


A derrota pra Inglaterra na volta de Felipão como técnico da seleção brasileira não é para deixar desanimado. Pior do que isso foi o futebol apresentado pelos time. Mas isso também não é mais uma novidade. Na minha opinião, Felipão terá que lidar com um grande problema na seleção: a falta de um jogador do meio campo pra frente no auge da carreira.

Podemos separar assim a carreira de um jogador de futebol.
17 aos 19 anos – jovem promissor, pode deslanchar
20 aos 24 anos – jogador em fase de crescimento
25 aos 29 anos – jogador no auge da carreira
30 aos 34 anos – jogador experiente, início do declínio
35 aos 39 anos – jogador veterano, aposenta a qualquer momento

*É claro que isso é apenas um esquema, concreto em alguns casos, sem valor em outros

E é esse jogador no auge que a seleção precisa. Por exemplo, Lionel Messi está com 25 anos. Entrou agora na fase que podemos considerar como “o auge da carreira” e já tem 4 Bolas de Ouro como melhor jogador do mundo. Cristiano Ronaldo, dois anos mais velho, fez 28 nessa semana. Wayne Rooney nasceu no mesmo ano, mas ainda tem 27. Steven Gerrard está com 32 anos, é um jogador experiente e com esse tempo de bola, ditou o ritmo da partida contra o Brasil. Na seleção brasileira, dos jogadores de meio para frente, os únicos convocados por Felipão que se encontram nessa faixa, são Ramires, Hulk e Fred. Um acabou de entrar, outro acabou de ser conhecido pelos brasileiros e o último já está quase saindo.
Kaká e Oscar: experiência e juventude em campo no selecionado brasileiro
A seleção brasileira conta com ótimos jogadores em “fase de crescimento”. Quem não acha que o futuro do ataque brasileiro é Lucas, Oscar, Ganso, Pato, Damião e Neymar? Mas ninguém aposta agora apenas em jogadores jovens. É por isso que Ronaldinho e Kaká continuarão na seleção, um ou outro, quem sabe os dois. Todavia, o grande problema é que a melhor fase da carreira dos dois já foi. E é essa a grande missão de Luiz Felipe Scolari. Mesclar essa experiência com juventude. O Brasil pode perder a próxima copa e vencer na Rússia com todos esses jogadores nascidos em 89, 91 e 92, como é o caso de Neymar.

A preocupação é do meio pra frente porque atrás não há porque achar problemas. Basta apenas um reserva para Daniel Alves. David Luiz e Thiago Silva são os zagueiros. Pela boa partida de ontem, Dante deve continuar e Dedé é um possível parceiro, talvez até a experiência de Lúcio contaria bastante. Na esquerda, Adriano e Marcelo tem presença garantida. Pensar que era esse o problema quando Dunga era técnico. Júlio César ganhou moral mesmo levando dois gols e poderá ter Diego Alves e Cavalieri na reserva.

Os dois volantes Ramires e Paulinho, falharam no primeiro gol da Inglaterra marcado por Rooney. Talvez por mera situação de jogo, talvez por não serem tão defensivos, e é esse segundo fator que gera a dúvida. Se houvesse um volante de mais marcação, como Lucas do Liverpool, o gol poderia não ter ocorrido. Mas isso é situação de jogo, normal.

O que não é normal é ver Ramires jogar pelo lado esquerdo da dupla de volantes. Estou acostumado a ver o camisa 7 do Chelsea, jogar no clube inglês pela direita, (algumas vezes da última temporada, até na posição onde jogou Oscar ontem). E é desse lado que ele gosta de jogar, que ele se dá melhor. Como um legítimo segundo volante, Ramires trabalharia a bola com Daniel Alves e mais o meia direita do time brasileiro, que ontem foi Oscar, seu companheiro de clube. Não deu gosto vê-lo com a camisa 5 em campo e mesmo com a entrada de Arouca, ele continuou lá. Hernanes será seu reserva que quer e até pode roubar-lhe a posição, jogando como segundo volante pela direita.

Já Paulinho que não fez uma boa partida, pode ter perdido a moral que não tinha com Felipão. Ele pode até ganhar uma nova oportunidade, mas não será surpresa se o gaúcho colocar um primeiro volante em seu lugar. Lucas do Liverpool está aí, se as lesões deixarem. Ontem jogou Jean. Arouca que também faz essa função, não entrou bem, mas é outra opção. Luiz Gustavo do Bayern de Munique e Denílson do São Paulo deveriam ganhar uma chance.

Me irritou ver Oscar com a 7, deveria estar com a 8, mais a sua cara, mas Felipão tem que testá-lo com a 10, no lugar de Ronaldinho e colocar Kaká na direita. Azar de Lucas e Hulk que jogam por ali e são “deixados de lado” por conta da, digamos “improvisação” de Kaká. O próprio Oscar, como foi ontem, pode continuar ali, mas se depender de ontem, é difícil que jogue bem. Testar Hulk também é dever, e tem que ser antes de Lucas.

No ataque, Fred contou muito com a sorte ao fazer o gol no primeiro lance de ataque da seleção, numa roubada de bola e quase virar, jogando a bola na trave, em outra. Ele sairá este ano do “auge” da carreira, quando completará 30 anos, apesar de parecer estar retornando a ela novamente, após voltar a jogar bem no Fluminense, sendo o artilheiro do campeonato brasileiro. Esperamos que continue bem esse ano também. Já Luís Fabiano, se for convocado, deverá ficar no banco na próxima partida. Os jovens Pato e Damião terão que jogar muito se quiserem ostentar a amarelinha na próxima copa. 

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Ronaldinho perde pênalti e Brasil é derrotado pela Inglaterra na reestreia de Felipão


 Inglaterra 2 x 1 Brasil



Na reestreia de Luis Felipe Scolari como técnico da seleção brasileira, derrota para a Inglaterra, nesta quarta-feira no Estádio de Wembley. Com Ronaldinho perdendo pênalti que não aconteceu, quando o placar ainda estava zerado, os ingleses saíram na frente com Rooney pegando o rebote de Júlio César. No segundo tempo, praticamente no primeiro toque na bola, Fred empatou e quase virou o marcador. Mas Lampard tratou de fazer o gol da vitória dos ingleses após passe de Rooney que aproveitou a falha de Arouca.
Lampard comemora gol que deu a vitória para a Inglaterra FOTO: Reuters
Ficha Técnica 

Inglaterra 2 x 1 Brasil
Local: Estádio de Wembley, Inglaterra
Data: 06 de fevereiro de 2013, quarta-feira
Horário: 17h30 (de Brasília)
Árbitro: Pedro Proença (POR)
Cartões amarelos: Nenhum
Cartões vermelhos: Nenhum
Gols: Rooney aos 26, Fred aos 48 e Lampard aos 60

Times
Inglaterra: Roy Hodgson - 4-2-3-1 | Brasil: Luis Felipe Scolari - 4-2-3-1
Opinião
Clique aqui.

Retrospecto da seleção de Felipão 
06/02/13 Brasil 1 x 2 Inglaterra
21/03/13 Brasil x Itália (Suíça)
25/03/13 Brasil x Rússia (Inglaterra)
02/06/13 Brasil x Inglaterra (Maracanã)
09/06/13 Brasil x França (Arena do Grêmio)

Retrospecto da seleção de Mano
10/08/10 Brasil 2 x 0 Estados Unidos
07/10/10 Brasil 3 x 0 Irã
11/10/10 Brasil 2 x 0 Ucrânia
17/11/10 Brasil 0 x 1 Argentina
09/02/11 Brasil 0 x 1 França
27/03/11 Brasil 2 x 0 Escócia
04/06/11 Brasil 0 x 0 Holanda
07/06/11 Brasil 1 x 0 Romênia
03/07/11 Brasil 0 x 0 Venezuela - Copa América
09/07/11 Brasil 2 x 2 Paraguai - Copa América
13/07/11 Brasil 4 x 2 Equador - Copa América
17/07/11 Brasil 0 x 0 Paraguai - Copa América (Derrota por 2 a 0 nos pênaltis)
10/08/11 Brasil 2 x 3 Alemanha
05/09/11 Brasil 1 x 0 Gana
14/09/11 Brasil 0 x 0 Argentina
28/09/11 Brasil 2 x 0 Argentina
07/10/11 Brasil 1 x 0 Costa Rica
11/10/11 Brasil 2 x 1 México
11/11/11 Brasil 2 x 0 Gabão
15/11/11 Brasil 2 x 0 Egito
28/02/12 Brasil 2 x 0 Bósnia-Herzegovina
26/05/12 Brasil 3 x 1 Dinamarca
30/05/12 Brasil 4 x 1 Estados Unidos
03/06/12 Brasil 0 x 2 México
09/06/12 Brasil 3 x 4 Argentina
15/08/12 Brasil 3 x 0 Suécia
07/09/12 Brasil 1 x 0 África do Sul
10/09/12 Brasil 8 x 0 China
19/09/12 Brasil 2 x 1 Argentina
11/10/12 Brasil 5 x 0 Iraque
16/10/12 Brasil 4 x 0 Japão
14/11/12 Brasil 1 x 1 Colômbia
21/11/12 Brasil 1 x 2 Argentina (Vitória por 4 a 3 nos pênaltis)

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

El Shaarawy e Neymar: semelhanças no estilo de jogo, mas não no pênalti sofrido

O que El Shaarawy e Neymar têm em comum? Os dois nasceram em 92, são atacantes, mas gostam de jogar na ponta-esquerda, mas são destros e, com isso, possuem a característica de receber a bola ali, puxar para o meio e bater para o gol. São as grandes revelações de seus respectivos países nos últimos anos. Um é a grande aposta do Brasil para a próxima copa. O outro vem se destacando como titular no Milan e aos poucos vai conquistando seu espaço na azzurra.

O moicano espetado de ambos, também chama a atenção, mas neste final de semana, uma cena idêntica de ambos, chamou a minha atenção. Rápidos, ambos gostam de partir com a bola dominada e ir para cima da marcação. Neymar pegou a bola e seguiu até a área são paulina, no início do segundo tempo do clássico deste final de semana contra o São Paulo. El Shaarawy, no último minuto de jogo, correu em velocidade para receber o lançamento rasteiro, no confronto contra a Udinese, no qual os dois pontos perdidos com o empate conquistado até ali, fariam muita falta.
Pênalti que não existiu sofrido por El Shaarawy, deu a vitória ao Milan após cobrança de Balotelli FOTO: AP
Quando o italiano ia seguir para o gol, foi brecado pelo zagueiro Domizzi, caindo na área e com o árbitro marcando pênalti para o desespero dos jogadores adversários. Na hora eu vi que não foi. Percebi que o zagueiro pegou na bola, que foi parar na placa de publicidade. Nisso, o atacante rossonero recebeu o choque normal do lance, sendo atingido depois do zagueiro friuli ter pegado na bola. A jogada não foi violenta. O ex-jogador Athirson, comentarista da Fox Sports, disse que não havia dúvidas de que não foi pênalti.

Foi além, afirmando que o pênalti foi cavado. Nesse caso, eu discordei completamente. Depois vi que poderia ter sido cavado, mas não dava para considerar isso. “Não foi 100% cavado”, disse meu pai, assistindo ao lado. Não foi é pênalti. Mas se o juiz apitou, vai lá Balotelli bater e se consagrar na sua estreia pelo Milan. Depois do jogo, El Shaarawy comemorou meio sem jeito. Parece que sabia que realmente foi um choque normal após Domizzi ter tirado a bola. A intenção dele se jogar não houve, porque a trombada foi dura (não violenta), mas a malícia de saber que isso poderia acontecer, (não do jeito que foi, mas com o zagueiro o derrubando) isso houve e deu ao Milan a vitória que precisava.

Assistindo ao Globo Esporte, vejo o lance de Neymar ser repetido várias vezes. E sinto vergonha. Foi um pênalti que não foi cavado. Foi num pênalti no qual o atacante santista se jogou. A repetição da cena deixava isso para mim, cada vez mais claro. E depois que ela para, o apresentador Tiago Leifert pergunta para o apresentador Caio Ribeiro: – Foi pênalti Caio? – Não há dúvidas de que foi. A justificativa até que não foi errada, mas não foi o que aconteceu, pois Neymar se jogou, como já é rotina para o jogador e para todos os que o acompanham.

Ele recebeu a chegada do defensor são paulino, mas de tão rápido, não sofreu a falta no pé esquerdo. O pé direito que subia para a próxima passada, sofreu um pequeno encostão do zagueiro, insuficiente para derrubá-lo, mesmo em velocidade, mesmo em “fazendo a curva” como disse Caio. Rhodolfo do São Paulo, disse que foi fora da área, o que não aconteceu. Neymar foi com a intenção de sofrer pênalti, assim como o fez El Shaarawy. Até aí nenhum problema – problema é de quem faz a falta – mas ainda assim, o italiano não passou pelo marcador, que pegou na bola, enquanto Neymar passou pelo zagueiro. E se jogou. 

"Nem precisava cavar mais um pênalti como fez, tirando proveito de uma entrada um tanto quanto estabanada de Paulo Miranda", disse Mauro Cezar Pereira em seu blog na ESPN. Futebol é raça, não se jogar por sofrer um pequeno toque nas pernas. Não se jogar por estar na grande área. Duvido que se fosse no meio de campo, no início da jogada por exemplo, ele teria se jogado. Essa “malandragem brasileira” pode até dar certo. Mas irrita. E não me dá nenhum pouco de orgulho.